Para contrariar a medida revolucionária de estatização global da economia, o regime cubano decidiu despedir milhares de funcionários públicos implementando ainda a medida ultra-neo-liberal que permite a formação de pequenas empresas. A medida só pode resultar de infiltrações da CIA e do desenfreado e sionista capitalismo especulativo.
Raul Castro fala em "flexibilização", vector do pesporrento ataque aos direitos adquiridos pelos laboriosos trabalhadores.
Os Cubanos que decidirem formar empresas poderão contratar funcionários que explorarão até à medula numa escravização sem limites e sem direitos. É o retorno ao tempo em que os Estados Unidos exploravam a ilha como um bordel.
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