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sábado, 7 de agosto de 2010

O que dizem os outros - Mais um ataque do capitalismo sionista aos direitos dos trabalhadores

Para contrariar a medida revolucionária de estatização global da economia, o regime cubano decidiu despedir milhares de funcionários públicos implementando ainda a medida ultra-neo-liberal que permite a formação de pequenas empresas. A medida só pode resultar de infiltrações da CIA e do desenfreado e sionista capitalismo especulativo. 
Raul Castro fala em "flexibilização", vector do pesporrento ataque aos direitos adquiridos pelos laboriosos trabalhadores.
Os Cubanos que decidirem formar empresas poderão contratar funcionários que explorarão até à medula numa escravização sem limites e sem direitos. É o retorno ao tempo em que os Estados Unidos exploravam a ilha como um bordel.
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quarta-feira, 2 de junho de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

O que dizem os outros

As luminárias governamentais que nos andaram a impingir o progresso da economia via investimento público gastaram tudo o que havia e endividaram o país até às orelhas sem que se vislumbrasse qualquer espécie de avanço que não fosse para o buraco em que acabámos metidos. (...) Ao fim, as luminárias ficarão sempre de consciência tranquila porque aos incompetentes basta o conforto das boas intenções. A sua incompetência é sempre culpa dos outros, neste caso, além do "especulador" é ainda do contribuinte que não produziu o suficiente para dar lume à luminosa torradeira. Vai daí, um novo “impulso” e sobem os impostos. 
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

O que dizem os outros

 Uma das mais insignes forças de cariz fascista e anti-semita, o Bloco de Esquerda, sempre pactuou com o despesismo e com toda e qualquer engorda do estado. Na hora da verdade, mesmo perante a manifesta falta de dinheiro, sempre o Bloco de Esquerda defendeu o despesismo que resultaria, evidentemente, numa maior corrida do estado ao crédito bancário nacional ou internacional.
A razão deste frenesim era óbvia: para o Bloco de Esquerda toda e qualquer engorda do estado vinha a calhar porque se apresentava como paladina da "defesa dos direitos adquiridos".
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Yom Huledet Same'ach!

Ao blogue FIEL INIMIGO pelo segundo aniversário.

sábado, 19 de dezembro de 2009

O que dizem os outros

Lawfare
A Srª Tzipi Livni, ex-ministra de Israel, teve de cancelar uma visita ao Reino Unido, porque tinha à sua espera um mandado de captura.

A chamada "jurisdição universal", conceito floribélico que alguns países da Europa introduziram candidamente nos seus ordenamentos jurídicos, tem demosntrado ser apenas uma maneira de determinadas ONG e certos activistas islamistas e de extrema-esquerda, parasitarem as leis e o direito, em função dos seus ódios ideológicos.
O conceito surgiu, como sempre acontece, de boas intenções paroquiais, daqueles que, pairando nas estratosferas morais, são incapazes de perceber a realidade da natureza humana e antecipar os efeitos perversos das suas celestiais ideias. A ideia era castigar genocidas que a justiça dos seus países não permitia perseguir.
O efeito prático, foi ter-se transformado numa arma ideológica, lançada por indivíduos sem escrúpulos contra aqueles de quem discordam.
O resultado final irá ser o de os países escaldados alterarem os seus ordenamentos jurídicos para restringirem ou acabarem com a jurisdição universal, como já fez a Bélgica e se preparam para fazer a Espanha e o Reino Unido.
A acusação contra Livni era a de ter cometido genocídio em Gaza. O objectivo não era a Srª Livni, evidentemente, mas Israel, e o caso de Livni é só mais um numa longa lista de processos semelhantes lançados sobre dirigentes israelitas.
O objectivo de quem vem macaqueando o direito é retirar a Israel o direito de legítima defesa.
Podemos encarar isto como se não fosse nada connosco, mas a verdade é que, nada impede que semelhantes mandados sejam emitidos contra dirigentes políticos e militares de qualquer país do mundo, incluindo o nosso, por exemplo, por "crimes de guerra" no Afeganistão, no Líbano, no Kosovo, ou em qualquer lugar onde as nossas tropas podem matar e morrer.
Israel é, já o tenho dito, o canário na mina e neste momento o único verdadeiro obstáculo entre nós e a jihad, dada a postura ambígua dos americanos obâmicos.
Em boa verdade, esta famigerada "justiça universal", é apenas "justiça antiocidental".
Alguma ONG, algum activista, algum procurador, algum juiz preocupado acusou ou emitiu mandados contra Mugabe, Nasralah, Fidel Castro, Amadinejad, Kim-Jong-Il, etc?
Nada.
A "jurisdição universal" é hoje uma arma da esquerda tonta, e dos seus aliados islamistas contra o Ocidente. Não é por acaso que a maioria dos responsáveis do HRW (organização muito activa na perseguição aos judeus) é constituida por activistas de esquerda e adeptos radicais do "palestinianismo", essa nova ideologia que faz o pleno do anti-semitismo e anti-ocidentalismo.

Por O Lidador, no Fiel Inimigo e no Triunfo dos porcos.