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terça-feira, 1 de julho de 2014

Um acto de auto-defesa

"Na minha opinião, os dois cidadãos palestinianos que pretendiam, num gesto de bondade, dar boleia aos três rapazes, foram violentamente atacados por eles, dentro do carro, durante a viagem. Quando sentiram que as suas vidas corriam perigo, e sem outra alternativa, optaram pela auto-defesa, e dispararam armas de fogo contra os jovens colonos, que os atacavam pelas costas. Trata-se apenas de um acto de "auto-defesa." Via Inácio Steinhardt.
A autora desta barbaridade é a deputada Hanim Zoabi do Partido árabe Balad que, ao contrário do que se poderia pensar, não é deputada em nenhum país árabe, mas sim na Knesset - o parlamento israelita- para onde foi eleita pela minoria árabe israelita. Zoabi já havia dado nas vistas ao participar na flotilha terrorista humanitária que tentou chegar a Gaza em 2009.

domingo, 14 de outubro de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

Pelo mar e pelo ar

Depois do fiasco que foi a segunda tentativa de fazer chegar uma flotilha a Gaza, a extrema-esquerda palestinianista já encontrou outra maneira de aparecer nos telejornais: uma invasão aérea. Centenas de activistas estão a tentar chegar a Israel de avião para participarem o evento Bem-vindo à Palestina. Tudo indica que não vão passar do aeroporto. Mais um retumbante fracasso. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

5 400 mortos

Os  milhares de mortos causados pelo regime sírio não são suficientes para o Avante! considerar que se está perante uma barbárie. Pelo contrário: até acha bem que a Rússia e a China, esses exemplos de democracia, vetem uma resolução que propunha o afastamento de Bashar al-Assad.
Não deixa de ser impressionante que o incidente entre o IDF e os pacifistas da 'flotilha da Liberdade', que causou 9 mortos, tivesse provocado o histerismo da imprensa da extrema-esquerda e esta carnificina que já vai em 5400 mortes não lhes provoque a mínima impressão a ponto de defenderem o governante responsável por ela.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Delícias turcas

Marinha turca enviou três navios de guerra para o Mediterrâneo Oriental. Diz que é para proteger a ajuda humanitária, que a Turquia vai enviar para Gaza, dos peçonhentos vasos de guerra israelitas. Entretanto o primeiro-ministro Erdogan aproveita o embalo e faz um tour pela Primavera Árabe desdobrando-se em declarações belicosas como as de achar que o incidente com a flotilha turca é um fundamento para a guerra. Quando a vontade de provocar um conflito prevalece, qualquer incidente do passado serve de pretexto.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Hamas executou dois palestinianos

O grupo terrorista Hamas anunciou hoje que executou 2 palestinianos que alegadamente teriam espiado a favor de Israel. Os dois executados - pai e filho - haviam pedido recurso da sentença, mas tal não  foi atendido, pois segundo o Hamas ambos confessaram ter fornecido informações a Israel.
Até ao momento ainda não se ouviu qualquer protesto dos activistas da 'flotilha da liberdade' e pacifistas associados. Devem estar de férias.

terça-feira, 19 de julho de 2011

A flotilha do Hamas fracassou

O único barco da flotilha do Hamas da liberdade - o Dignité al-Karama - que rumava para Gaza foi esta manhã interceptado pela marinha de guerra israelita. A abordagem foi um sucesso, decorrendo sem incidentes. Já a flotilha da liberdade foi um retumbante fracasso, pois dos dez barcos previstos, apenas o Dignité se aproximou do seu destino.
A flotilha da liberdade de 2011 pretendia ser uma réplica da de 2010  que como se sabe terminou com graves incidentes entre os activistas e o IDF (causando 9 mortos) e fez as delícias da agitprop palestinianista e da esquerda alegre europeia. 
Desta vez foi diferente, pois não só não houve confrontos, como a gritaria em torno do assunto não existiu. A prova provadinha que a causa palestiniana necessita desesperadamente de sangue para poder dar um ar da sua graça.

sábado, 2 de julho de 2011

Os jornalistas e a Matemática (2)

Um dos barcos ao serviço do Hamas da ajuda humanitária que está a caminho de Gaza bateu o recorde jornalistas por metro quadrado: há um total de 10 jornalistas para 36 pacifistas. O que dá uma taxa de cobertura de 27,8%. É o chamado jornalismo de causas.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A flotilha do Hamas


Pela Associação de Solidariedade Espanha - Israel. Encontrado aqui

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Os povos são todos iguais...

... mas há uns que são mais iguais do que os outros. O Povo Líbio é um exemplo de um povo menos igual: o regime do coronel Khaddafi, amigo do governo socialista português, já matou mais de 200 pessoas nas manifestações que tiveram lugar em Bengasi. Não há até ao momento qualquer tipo de protesto, e muito menos de histeria. A extrema-esquerda palestinianista, que fez um circo em torno do incidente entre o IDF e a flotilha turca (que causou 9 mortes), ainda nem uma passeata organizou. Se tivesse sido o exercito israelita a matar palestinianos, nem que fossem 20, o Mundo incendiava-se. Prova que o recém inventado  Povo Palestiniano é mais igual do que os outros.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O efeito das "missões humanitárias" na indústria do turismo

Depois de ter caído 90% no mês de Junho, o número de turistas israelitas na Turquia caiu 63% em Julho. Os valores referem-se a meses homólogos de 2009 e reflectem bem o efeito que o caso da flotilha de Gaza teve na indústria turística turca. Os principais beneficiários foram a Grécia, onde o número de israelitas  a passar férias cresceu 75%, a Bulgária, com um crescimento de 31% e Chipre com mais 4%.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Deputada Zoabi, sorria, está nos apanhados!


Foi  divulgado pela Rádio do Exercito um vídeo onde se vê a deputada israelita Hanim Zoabi, do Partido Balad (árabe), a passear calmamente no meio de "activistas" armados com varas e bastões durante o incidente da flotilha em Gaza. O vídeo contraria as anteriores declarações da deputada nas quais jurou a pés juntos que não tinha entrado em contacto com activistas armados e muito menos estado ao pé deles.
Hanin Zoabi é um efeito colateral do  facto de Israel ser uma democracia parlamentar, conseguindo ser membro da Knesset apesar de rejeitar Israel como estado judeu, de apelidar os grandes partidos israelitas de fascistas, de apoiar a aquisição de armas nucleares pelo Irão, e de congratular-se com a crescente influência deste país nos assuntos palestinianos. Apesar das suas simpatias, se tivesse feito ao regime dos ayatollahs o que fez a Israel  já tinha sido eliminada. Mas como não é no Irão que vive, Zoabi  aproveita como ninguém as  vantagens de uma democracia de tipo ocidental para fazer passar a sua agenda anti-sionista.  Esta deputada personifica bem o perigo que o Estado Judeu enfrenta por não ter sido ainda adoptada a solução de 2 povos, 2 estados. Está à vista de todos quem é que fica a ganhar com um estado binacional.

sábado, 12 de junho de 2010

Entretanto noutro bloqueio...

...o Egipto impediu hoje a entrada em Gaza de dois camiões com ajuda humanitária e de centenas de activistas empunhando bandeiras palestinianas. Este incidente, por prolongar o bloqueio egípcio à Faixa de Gaza (apenas interrompido  pelo histerismo em torno do incidente com a  flotilha turca), pode originar uma onda mundial de indignação. Não são de excluir manifestações junto às embaixadas do Egipto e  o aparecimento de caravanas de activistas turcos, carregadas com ajuda humanitária, a tentar forçar a passagem para Gaza pela fronteira egípcia. Há ainda o risco da blogosfera portuguesa palestinianista ser varrida por mais um clamor de protestos perante mais este ataque ao martirizado povo de Gaza.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A flotilha turco-europeia anti-israelita em 3 caricaturas

O simpático "activista"  que está dentro do barco tem escrito na roupa "I love terrorism".


Daqui.

A doutrina Ben Gurion

“Cumprimos a nossa missão e impedimos a flotilha de alcançar Gaza. Temos de nos lembrar de que não estamos na América do Norte nem na Europa Ocidental, vivemos no Médio Oriente, num lugar onde não há misericórdia para o fraco e onde não há uma segunda oportunidade para quem não se defenda a si mesmo.”
Ehud Barak, ministro da Defesa, hoje.

"...não importa o que o mundo diga sobre Israel, não importa o que eles digam a nosso respeito em nenhum lugar. A única coisa que importa é que nós podemos existir aqui, na terra de nossos ancestrais. E a menos que mostremos aos árabes que há um alto preço a ser pago pelo assassinato de judeus, nós não iremos sobreviver".
David Ben Gurion para Ariel Sharon, em 1953, após confrontos na Judeia, nos quais Israel foi duramente condenada pela  Europa e pelos Estados Unidos. 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Somos todos gazeanos

Depois de muitas tentativas, um grupo de palestinianistas conseguiu finalmente colocar Gaza nas parangonas dos noticiários. Os valentes activistas conceberam uma acção propagandista humanitária destinada a entregar ajuda na Faixa, sabendo antemão da existência dos bloqueios israelita e egípcio ao território. 
O humanitarismo é por si só altamente original, pois nunca se viu tal acção em relação aos somalis, etíopes e quiçá, norte-coreanos, que como se sabe morrem de fome aos milhões. Os activistas preferem virar-se para um território com restaurantes de luxo, piscina olímpica, hotéis de 5 estrelas, e mercados cheios de comida. Gaza  é dos poucos pretextos que a aliança esquerda alegre/islamistas ainda tem para mediatizar a sua agenda  política anti-ocidente.
Israel, por sua vez,  ia estragando os planos dos beneméritos activistas, ao oferecer-se para descarregar a "ajuda humanitária" no porto de Ashdod, de forma a ser encaminhada por terra para Gaza. Gesto prontamente recusado. O final já se sabe: o barco foi interceptado - como todos os que passam naquele local - e só foi preciso receber os soldados à pancada e atirar um ao mar, para  o incidente estar criado. Nada mais fácil. 
O seguimento é o habitual: a tonta imprensa ocidental encarrega-se de ampliar o "clamor" do martirizado povo da Faixa de Gaza, e os idiotas úteis fazem o resto. O resultado não é por isso surpreendente: palestinianos 1 - israelitas 0. Afinal somos todos gazeanos. Ou gazenses, como se quiser dizer.