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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Netanyahu considera submeter ministros ao polígrafo

O Gabinete reuniu ontem durante mais de oito horas para analisar vários assuntos, nomeadamente a questão do Irão que foi tratada profundamente. Mais tarde terá havido uma fuga para a imprensa segundo a qual os ministros ficaram chocados com a falta de acordo entre as várias agências secretas israelitas - Mossad, Shin Bet - e o IDF sobre a resposta a dar à ameaça iraniana. O primeiro-ministro viu-se assim forçado a cancelar a segunda parte da reunião prevista para hoje, até que se apure a origem da fuga.
A sugestão do polígrafo foi a dada a Netanyahu pelo ministro da Energia e Recursos Hídricos, Uzi Landau, mas este tipo de teste não constitui novidade em Israel. Anteriormente já foi aplicado a altos funcionários do Governo devido a outras situações de fugas para a imprensa. Um dos funcionários chegou a ser demitido.
O Gabinete de Segurança do Estado de Israel foi criado em 1999 e conta com vinte e um membros, seis dos quais sem direito a voto.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Agentes da Mossad capturados

Primeiro foi um tubarão

E agora um abutre.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Israel do passado

Ben Zion Netanyahu, Shimon Peres e Yitzhak Rabin no funeral de Yonatan Netanyahu em Jerusalém, a 6 Julho de 1976.
Yonatan (na foto em baixo), irmão do actual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, foi o único comando israelita a morrer na espectacular operação Entebbe. Esta operação, mais tarde baptizada de "Operação Yonatan", foi  levada a cabo pelas IDF e pela Mossad para resgatar um avião da Air France  que fazia a ligação entre Tel Aviv e Paris, e que foi  sequestrado e desviado para o aeroporto de Entebbe (Kampala, Uganda).
A troca de tiros ocorrida entre os comandos israelitas e os terroristas, originou a  morte destes últimos, de Yonatan Netanyahu e ainda de 3 passageiros. Uma das passageiras, Dora Bloch, internada num hospital de Kampala no seguimento da operação de resgate, acabou por ser assassinada pelo Governo do Uganda. Foi a única que não regressou a Israel.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Tubarões

A Mossad está a ser vitima de mais um delírio das pessoas que não suportam ver Israel no mapa. Desta vez circula um boato que relaciona a agência secreta israelita com os sucessivos ataques de tubarões que têm ocorrido nas estâncias balneares do Egipto. Segundo os delirantes boateiros, a Mossad teria colocado os tubarões junto das praias para arruinar a indústria turística egípcia.
Conforma-se pois que para muita gente todas as desgraças que ocorrem no mundo têm por detrás Israel e os seus agentes. Qualquer furacão, abalo sísmico, enchente, ou outra qualquer catástrofe são com certeza  resultado das acções da Mossad ou do Shin Bet. As possibilidades são imensas.