O que é que António Costa não diria se D. Januário tivesse dito do governo de Sócrates o que disse do de Passos Coelho? Campanha negra seria o mínimo. Como é que esta personagem tem o estatuto de comentador na Quadratura, quando mais não faz do que tratar da sua carreira política todas as semanas?
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Антóниу Кошта
Um americano e um soviético discutiam sobre qual dos seus países tinha mais liberdade. Dizia o americano: "Nos Estados Unidos há tanta liberdade, tanta liberdade, que se eu quiser posso ir dizer mal do governo americano para a porta da Casa Branca!" Responde o soviético: "Na União Soviética também há muita liberdade, se eu quiser também posso ir dizer mal do governo americano para a porta do Kremlin!"
A participação de António Costa no programa Quadratura do Círculo faz lembrar esta velha anedota do tempo da União Soviética. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa não consegue fazer um comentário sem vestir primeiro a farpela partidária, estando apenas ali a representar o seu PS. Não é por acaso que só começou a criticar o Governo quando ele passou a ser do PSD/CDS, enquanto foi socialista vivia-se no melhor dos mundos. Tal e qual como na União Soviética.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Optimismo
"O Governo tem de dar optimismo ao país", diz António Costa na Quadratura do Círculo. Está assim apresentada a solução para a crise portuguesa: o optimismo. Fácil, fácil, e ainda por cima é de borla. Muitíssimo mais barato do que o "investimento público" apregoado há 6 meses.
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sexta-feira, 12 de março de 2010
Frei Tomás
António Costa, em declarações no programa Quadratura do Círculo, e depois de desfiar o habitual chorrilho de mentiras, informou que os filhos estudaram em escolas privadas. Estranho hábito este, o dos socialistas. Anos e anos a doutrinarem a Escola Pública, a propagarem constantemente que estavam a melhorar o sistema educativo, a jurarem a pés juntos que o ensino do Estado era o paraíso na Terra, a citarem elogios da OCDE à sua política educativa, e a afirmarem que a existência de indisciplina nas aulas era uma mentira inventada por loucos e bota-baixistas, eis que afinal metem os filhos no ensino privado.
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sábado, 3 de outubro de 2009
Os truques do costume
Há duas semanas, António Costa enviou uma carta aos trabalhadores da Câmara de Lisboa a dizer que serão aumentados em Novembro. O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa classifica a carta de "eleitoralista", ao passo que o director de recursos humanos da CML diz que é "prática corrente". Aumentos custarão cerca de três milhões à autarquia.
Fiel à mais pura tradição socialista, António Costa utiliza os meios do Estado para fazer propaganda política. Anunciar aumentos aos funcionários da CML a 1 semana das eleições não passa de eleitoralismo e de baixa política.
Para além destes truques eleitorais, o candidato do PS à CML tem ainda proferido tiradas de mau gosto e num tom jocoso em relação ao adversário Santana Lopes, o qual acusou de colocar "a diversão à frente da saúde" (a propósito da futura instalação do IPO de Lisboa.) Estas atitudes são no mínimo criticáveis em alguém que se quer fazer passar por ter um nível superior ao de PSL. Mostram precisamente o contrário.
O ainda presidente da câmara de Lisboa, parte para estas eleições com uma enorme vantagem, não só porque está no poder, mas também porque vestiu o papel de "comentador" no programa quadratura do círculo, onde teve todo o tempo de antena para debitar as posições oficiais do PS e do Governo. Apesar disso, revelou muito de si, pois conseguiu passar semanas a defender o indefensável, a mentir descaradamente e a distorcer factos.
António Costa julga-se em vantagem e age como tal, caso contrário haveria mais pudor em usar a autarquia em proveito próprio e mais consideração para com os adversários.
Para além destes truques eleitorais, o candidato do PS à CML tem ainda proferido tiradas de mau gosto e num tom jocoso em relação ao adversário Santana Lopes, o qual acusou de colocar "a diversão à frente da saúde" (a propósito da futura instalação do IPO de Lisboa.) Estas atitudes são no mínimo criticáveis em alguém que se quer fazer passar por ter um nível superior ao de PSL. Mostram precisamente o contrário.
O ainda presidente da câmara de Lisboa, parte para estas eleições com uma enorme vantagem, não só porque está no poder, mas também porque vestiu o papel de "comentador" no programa quadratura do círculo, onde teve todo o tempo de antena para debitar as posições oficiais do PS e do Governo. Apesar disso, revelou muito de si, pois conseguiu passar semanas a defender o indefensável, a mentir descaradamente e a distorcer factos.
António Costa julga-se em vantagem e age como tal, caso contrário haveria mais pudor em usar a autarquia em proveito próprio e mais consideração para com os adversários.
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