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sábado, 14 de julho de 2012

A típica notícia plantada

Queixas no SNS aumentam e médicos são os principais visados. Amanhã surgirão notícias sobre a assiduidade e os vencimentos. Nunca falha.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Manif dos professores x manif dos médicos

Os médicos apareceram em frente ao ministério da Saúde, vestidos impecavelmente de bata branca e contaram com o apoio do seu bastonário. Os professores concentraram-se no Rossio, vestidos como calhou e contaram com o apoio dos camaradas Nogueira e Arménio.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

De qualidade

As televisões e os jornais transbordam de greve dos médicos. Não há D. Alzira nenhuma que não dê a sua opinião sobre o assunto, nem Cátia Vanessa que não se indigne por os serviços não a terem avisado que o sr. dr. ia fazer greve, não há direito ter vindo gastar dinheiro em transportes e não me terem mandado um sms. Mas o mais hilariante é ver alguns médicos a repetir à exaustão, inclusive aos utentes, que apenas estão a fazer a greve em defesa dos doentes e por um Serviço Nacional de Saúde público e de qualidade como diz o PCP.
Como é que os senhores doutores podem pensar que alguém julga que a greve é por causa das carreiras, dos ordenados e de outros assuntos vis e capitalistas? Com certeza que é por causa dos doentinhos.

sábado, 14 de abril de 2012

Manifestações

A coreografia é sempre a mesma: os satélites do PCP organizam a manifestação, o secretário-geral aparece para mostrar o seu apoio e solidariedade aos manifestantes e depois o Jornal Avante! faz a primeira página com mais uma grandiosa mobilização popular.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O Estado Polícia

Há assuntos em que não se notam grandes diferenças entre o anterior Governo e este. A expansão do Estado policial é uma delas.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tratar do básico

Parece que há 2 milhões de utentes fantasmas nos centros de saúde, ao mesmo tempo que existem 1 milhão e 700 mil sem médico de família. Dizem os experts que bastaria uma limpeza aos fantasmas para que todos os outros tivessem médico de família e acabaria o crónico problema da falta de médicos. Parece simples e provavelmente é, mas o Ministério da Saúde pelos vistos não consegue fazê-lo.
Não deixa de ser deveras intrigante a razão pela qual ministérios que tratam de assuntos de uma enorme complexidade, depois não consigam tratar do básico - que neste caso é apenas saber quantos utentes tem e onde. Não deve ser conveniente para alguém.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Descarados

Apreensivos é como estão os socialistas. Têm receio que os cortes cegos do Governo retirem qualidade ao sector da Saúde. Para além de se constatar mais uma vez que o descaramento do PS não tem limites, este é mais um excelente exemplo para lamentar que não tenham ficado apreensivos quando deixaram falir o país e para recordar que OS CORTES QUE VÃO SER FEITOS EM TODOS OS SECTORES SÃO DA RESPONSABILIDADE DO GOVERNO SOCIALISTA DE SÓCRATES. Esta última deveria ser afixada em todos os locais onde houvesse reduções de orçamento, a começar pelas reprografias das escolas.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A culpa é das fraldas

A ministra da Saúde também aderiu ao desporto socialista de procurar culpados para a calamitosa situação financeira  em que se encontra o país. E já conseguiu encontrar mais uns quantos: os larápios que fazem desaparecer as fraldas dos hospitais.
Termina assim  a  gestão de Ana Jorge: a tratar dos receptáculos para a  urina e  fezes dos doentes. Apesar disso foi um sucesso, visto que se cingiu a promessas demagógicas de saúde grátis para todos e  à gestão de casos como o das vacinas da pseudo-pandemia de gripe A. Tudo está bem quando acaba bem, e nada melhor que umas fraldas limpas para deixar ao futuro governo.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

À atenção da ministra das vacinas

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou oficialmente o fim da primeira pandemia de gripe A. A ministra das vacinas da Saúde terá de arranjar rapidamente outra ocupação, uma vez que combater pandemias inexistentes já não cola. Caso não o faça, Ana Jorge arrisca-se  a que reparem que desde que tomou posse  no cargo, mais não fez do que dar uma conferência de imprensa por cada um dos 1870 casos detectados.