domingo, 11 de novembro de 2012

De irrelevância em irrelevância

O Jornal Público (outra vez) acaba de concluir que o vídeo proposto pelo prof. Marcelo mostra uma Alemanha pouco solidária. O mesmo conclui toda a esquerda indignada que ainda ontem se descabelava contra Isabel Jonet, mas que hoje já mudou de assunto e se está a descabelar contra a suposta falta de solidariedade da Alemanha. Uma porque disse umas coisas sobre bifes que a esquerda não gostou e a outra porque uma das suas empresas de divulgação se recusou a passar um vídeo numa praça em Berlim - vídeo esse que a indignada queria que os alemães vissem.
A sucessão de assuntos irrelevantes que se discutem neste pais é assustadora, já para não falar da enorme falta de sentido do ridículo.

Porta-voz oficioso

O Jornal Público está de tal maneira embevecido com tudo o que vem da extrema-esquerda bloquista que até se dá ao trabalho de lhe resumir a Convenção: Prioridade da nova liderança do BE é derrubar o Governo.  Não satisfeito com isso, afiança ainda que Francisco Louçã lutará por um Governo de esquerda para levantar Portugal.
A súmula gentilmente feita pelo Público permite saber o essencial:  o Bloco não está nada preocupado com a crise, sendo o seu objetivo primordial derrubar o atual Governo e substitui-lo um outro de esquerda. Para o conseguir o Bloco conta com a ativa colaboração do Jornal Público que se presta ao papel de porta-voz oficioso. Nada mal para um partido que só tem 8 deputados.

sábado, 10 de novembro de 2012

As ultimas do 'eduquês'

Os Guiões de Educação Género e Cidadania são a última criação do complexo pedagógico-burocrático do Ministério da Educação. Os eduqueses, que são quem inventa estes delírios, partem sempre do mesmo principio: os professores portugueses não têm nada que fazer e passam grande parte do dia nas escolas de perna traçada a bebericar café. Se estes eduqueses fossem todos postos no olho da rua é que era uma grande ajuda que se dava ao ensino.

Sob ataque

Israelitas correm para os abrigos ao som do alarme anti-míssil, Ashkelon hoje.
O sul de Israel está outra vez sob o fogo dos mísseis disparados a partir da Faixa de Gaza.

Ameaça aos privilégios

Ameaça à pátria ou ameaça aos seus privilégios? A pergunta é meramente retórica, porque não é difícil  perceber o que move estes senhores militares. E só não é mais fácil porque a imprensa portuguesa anda entretida a instalar em Portugal uma psique revolucionária e não tem tempo para reportagens sobre as passagens à reserva e sistemas de saúde corporativos.

Os donos dos pobres

Bastou uma frase de Isabel Jonet sobre a pobreza para o Bloco de Esquerda finalmente revelar aquilo que pensa sobre o assunto, mas nunca tinha tido a coragem de dizer. Os bloquistas julgam-se donos dos pobres e qualquer iniciativa para os ajudar, que fuja à sua cartilha ideológica, é imediatamente rotulada de fascista. Foi o que Louçã fez hoje ao marcar Jonet com o autocolante do Movimento Nacional Feminino. Sem se dar conta o Bloco de Esquerda mostrou aquilo que é e sempre foi: um partido extremista, radical e intolerante.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O remoinho

Está a começar a formar-se um remoinho com a visita de Merkel a Portugal. A chanceler ainda não chegou mas as  televisões já estão a entrevistar indignados a queixar-se da austeridade alemã. A seguir virão as manifestações, as gritarias, os diretos intermináveis e as milhares de imagens no facebook, que irão colorir mais esta onda de histerismo e repulsa. Só é pena que os indignados não sintam o mesmo fastio pelo dinheiro alemão.

Algumas reações à vitória de Obama

(Clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ha'aretz

O Vale de Jezreel visto a partir da colina de Tel Megiddo

Coligação Likud-Beiteinu perde terreno

A última sondagem realizada em Israel atribuía à coligação Likud-Beiteinu 35 assentos na Knesset - menos 7 do que as sondagens publicadas no momento a seguir à sua formação e descida idêntica em relação aos lugares somados que detinham na Knesset anterior. A referida sondagem, publicada a 2  de Novembro pelo Jornal Yedioth Ahronoth, indicava uma subida do Partido Trabalhista que atinge 24 assentos, do Yesh Atid e do Shas que atingem respetivamente 15 e 13 lugares e o desaparecimento do Partido Kadima, a quem a sondagem não atribui qualquer deputado.

Bennett ganha liderança da Casa Judaica

Naftali Bennett ganhou a liderança do Partido HaBayit HaYehudi (Casa Judaica) nas eleições primárias realizadas ontem. Bennett (à esquerda na foto) obteve 67% dos votos contra os cerca de 30% do seu rival, o deputado Zevulun Orlev (à direita na foto).
O Partido Casa Judaica juntou-se recentemente à União Nacional para formar o Novo Partido Nacional Religioso.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A socratização dos Estados Unidos


O que era mau em Bush é excelente em Obama. O que era mau em Passos Coelho é ótimo em Hollande. No fundo o que conta é cair nas graças da esquerda e da respetiva imprensa.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A/C do Camarada Jerónimo de Sousa

Estes factos não batem nada certo com o discurso contra a banca, os grandes grupos e os lucros fabulosos, que a extrema-esquerda agitprop brada todos os dias aos quatro ventos. 

O eleitor Cro-Magnon

Crescimento sim, cortes na despesa não. Restam cada vez menos dúvidas sobre qual é o tipo de eleitor que António José Seguro pretende convencer com a sua estratégia demagógica: o eleitor Cro-Magnon. 
O eleitor Cro-Magnon é conhecido por ser a favor do aumento das despesas, contra o aumento dos impostos e por ser sempre o primeiro a mostrar-se indignado com a austeridade, apesar de nunca ter emitido um lamento contra o que o último governo socialista andou a fazer durante 6 anos. Este eleitor é bastante numeroso em Portugal e contribuiu em muito para o atual estado do país: ao longo dos anos ajudou a eleger sucessivamente governos que gastaram mais do que tinham.

domingo, 4 de novembro de 2012

Nunca aconteceu

O eterno sound bite

Há manias que nunca despegam. A queda dos socialistas para o sound bite e para a propaganda é uma delas. O  atual secretário-geral repete até à náusea a tirada do cortes não, crescimento sim, sem no entanto explicar como evita os primeiros e consegue o segundo. É o velho truque de tentar agradar ao eleitorado, dizendo apenas coisas simpáticas. Má ideia, porque continuar a alimentar a ideia geral de que o crescimento se decreta e é o Governo que o promove, cedo ou tarde se virará contra quem a proferiu. Ainda por cima quando o eleitor médio é mais inteligente do que a estratégia tozésegurista.

sábado, 3 de novembro de 2012

A Knesset de 1949 até hoje


O Alignment (HaMa'arakh LeAhdut Poalei Eretz Yisrael - Alinhamento para a unidade dos trabalhadores da Terra de Israel) foi uma aliança entre os partidos da esquerda israelita que daria origem ao atual Partido Trabalhista. 

Super Obama

Então mas o Super Obama, com os seus super poderes, não tinha derrotado o furacão e salvo as vítimas?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Música de Israel


Shay Gabso, Emona

Jornal do Incrível

Alberto Martins, um dos maiores socratinos deste país, está no Mário Crespo a defender o fim da austeridade. Os programas de debate são cada vez mais uma versão televisiva do Jornal do Incrível.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Israel do passado

O primeiro-ministro Yitzhak Shamir com soldados do IDF em 1984

Funerais

Só num país socialista é que os contribuintes pagam o Estado paga os funerais dos seus cidadãos. Em Portugal toda a gente acha tal facto normal e ninguém se põe a adivinhar por que motivos os serviços fúnebres são tão caros.

Jornalismo pacífico

De facto o que mais há a destacar na manifestação de ontem em frente à Assembleia da República é o seu fim pacífico. As esperas e os insultos aos deputados, o derrube de barreiras de proteção, o atear fogo a sacos do lixo e a contentores e os rabos ao léu, são pequenos detalhes sem importância num protesto do mais pacífico que se tem visto. Só é pena não ter sido uma manifestação de extrema-direita, para que os títulos tivessem mais qualquer coisa que ver com a realidade.

Farsa e encenação

As últimas da estratégia tozésegurista consistem em acusar o governo de ter cão e de não ter: se os socialistas são convidados para negociar, reagem com um discurso do tipo aluno do ciclo e esquivam-se ao convite, se não são, indignam-se por alguém estar a decidir sem eles. Pelo meio usam as palavras farsa e encenação, duas coisas nas quais são especialistas.

Governo fraco

Devia vir um Ronald Reagan pôr na ordem os maquinistas da CP e os estivadores. Estes últimos até se dão ao luxo de chamar gatunos aos deputados que ganham bem menos que eles.