domingo, 27 de setembro de 2009
A primeira vencedora da noite
Segundo as projecções terá 33,5% dos votos, que somados aos 15% dos Liberais, chegará para formar um governo de centro direita.
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Alemanha
sábado, 26 de setembro de 2009
Dia de reflexão
"E a última [maioria absoluta], a que cessa proximamente, aliou à incapacidade habitual vícios de arrogância, de auto-suficiência e da prática de abusos insuportáveis, em tudo contrários a uma democracia.Agravadamente, como está a ver-se com a insistência na concretização de obras que irão arruinar-nos durante muitos anos.
Não sou, hoje, favorável a maiorias absolutas de um só partido.
A experiência de mais de quatro anos do actual Governo revelou que no nosso País se mantêm, inalterados, os grandes problemas, perdendo-se assim uma ocasião decisiva para iniciar a inversão no nosso perigoso percurso de decadência.
O Governo simulou «mexer» em tudo, «propagandeou» em tudo, atabalhoadamente, as mais das vezes: raros foram os casos em que se resolveu bem um qualquer grande problema nacional.
Montou um monumental e dispendioso sistema publicitário, perante o qual o SNI de Salazar não passava de um simples «anão», para distorcer a verdade, mostrar obra inexistente, impedir a compreensão dos seus erros e ocultar as nossas reais e perigosas fragilidades; persistiu, para além do admissível, em medidas que acabariam por ser, em parte ou totalmente, inúteis em especial dos sectores do Ensino, da Justiça, da Administração Pública, das obras públicas, da burocracia e do combate à corrupção.
No que respeita ao plano das obras públicas o Governo revelou mesmo uma teimosia incompreensível e que pode arruinar as próximas gerações.
Sem a actual maioria absoluta não haveria uma casmurrice perigosa e indigna de gente sensata; nem os fenómenos de pequena perseguição, com um lugar privilegiado dado aos novos delatores, estimulados mesmo quando se trate de jovens; nem as tentativas de «domesticação» da comunicação social; nem a distribuição de benesses, de todas as dimensões, por um número cada vez maior de medíocres; nem o ostensivo ataque e a descredibilação permanente de diversas forças sociais, para facilitar a adopção de hipotéticas soluções políticas, como o que dirigiu aos juízes, às forças armadas, aos médicos, aos professores e às polícias; nem a protecção dada a uns modernos sabujos, horrendos como eram os que o Estado Novo promoveu, de diferentes méritos, origens e actividades, em busca permanente de ganhos fáceis.
Este Governo, no fim da legislatura, deixar-nos-á um Portugal mais empobrecido, mais desigual, menos apto para enfrentar os problemas que permananecem, desmobilizado e descrente, saqueado e farto deste concreto sistema político-partidário que até aqui nos conduziu."
p. 144-146, "Portugal que Futuro?" de Medina Carreira, Editora Objectiva
Não sou, hoje, favorável a maiorias absolutas de um só partido.
A experiência de mais de quatro anos do actual Governo revelou que no nosso País se mantêm, inalterados, os grandes problemas, perdendo-se assim uma ocasião decisiva para iniciar a inversão no nosso perigoso percurso de decadência.
O Governo simulou «mexer» em tudo, «propagandeou» em tudo, atabalhoadamente, as mais das vezes: raros foram os casos em que se resolveu bem um qualquer grande problema nacional.
Montou um monumental e dispendioso sistema publicitário, perante o qual o SNI de Salazar não passava de um simples «anão», para distorcer a verdade, mostrar obra inexistente, impedir a compreensão dos seus erros e ocultar as nossas reais e perigosas fragilidades; persistiu, para além do admissível, em medidas que acabariam por ser, em parte ou totalmente, inúteis em especial dos sectores do Ensino, da Justiça, da Administração Pública, das obras públicas, da burocracia e do combate à corrupção.
No que respeita ao plano das obras públicas o Governo revelou mesmo uma teimosia incompreensível e que pode arruinar as próximas gerações.
Sem a actual maioria absoluta não haveria uma casmurrice perigosa e indigna de gente sensata; nem os fenómenos de pequena perseguição, com um lugar privilegiado dado aos novos delatores, estimulados mesmo quando se trate de jovens; nem as tentativas de «domesticação» da comunicação social; nem a distribuição de benesses, de todas as dimensões, por um número cada vez maior de medíocres; nem o ostensivo ataque e a descredibilação permanente de diversas forças sociais, para facilitar a adopção de hipotéticas soluções políticas, como o que dirigiu aos juízes, às forças armadas, aos médicos, aos professores e às polícias; nem a protecção dada a uns modernos sabujos, horrendos como eram os que o Estado Novo promoveu, de diferentes méritos, origens e actividades, em busca permanente de ganhos fáceis.
Este Governo, no fim da legislatura, deixar-nos-á um Portugal mais empobrecido, mais desigual, menos apto para enfrentar os problemas que permananecem, desmobilizado e descrente, saqueado e farto deste concreto sistema político-partidário que até aqui nos conduziu."
p. 144-146, "Portugal que Futuro?" de Medina Carreira, Editora Objectiva
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Onde estão as parangonas?
O dirigente do PS José Lello, e o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, são acusados de negociar cargos em troca de financiamento partidário com o empresário Licínio Santos envolvido na Máfia dos Bingos, adiantou hoje a TSF. A acusação partiu de Aníbal Araújo, outro membro do PS que foi cabeça-de-lista pelo círculo de Fora da Europa, nas legislativas de 2005.Na semana passada, a alegada compra de votos em eleições internas do PSD foi amplamente propagada, com primeiras páginas de jornais e aberturas de telejornais. Agora, que se trata de acusações a socialistas em funções governativas, um simples rodapé chega. É um caso flagrante, em que a comunicação social não dá o mesmo tipo de tratamento a situações similares.
A máquina de propaganda socialista chega a todo o lado, conseguindo ampliar deficiências dos adversários e abafar as suas. Sobre isso não há grandes surpresas, mas o que não se pode aceitar é a clara colagem de quase toda a imprensa a este tipo de artimanhas, ajudando despudoradamente o PS em plena campanha eleitoral.
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Eleições para quê?
Segundo o Correio da Manhã, o PS vence com 38,8%. É isto que está escrito nas parangonas deste jornal. Nem vale a pena fazer as eleições, basta uma sondagem para anunciar o vencedor. Se isto não é a comunicação social a torcer pelo PS, o que será?
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Um socretino infiltrado

"Foi um dos momentos mais difíceis da campanha de Paulo Portas na rua: em Guimarães um homem travou-se de razões com o líder do CDS, por causa dos cortes no rendimento mínimo defendidos pelos centristas.Logo nesse momento os responsáveis pela campanha do CDS desconfiaram do argumentário daquele cidadão que espontaneamente se tinha atravessado no caminho de Portas. “Cheira a PS”, comentavam. Agora, o CDS diz que tem a prova: o mesmo homem aparece em fotos da arruada de José Sócrates em Guimarães, integrado na multidão que seguia o secretário-geral do PS, poucos passos atrás deste e da deputada socialista Sónia Fertuzinhos.”Bem me parecia que não era um espontâneo. Afinal, era um enviado especial do PS”, disse Paulo Portas ao Expresso."Comentário de Miguel Castelo-Branco no blogue 31 da Armada.
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Depois queixem-se

Dizem as sondagens que o PS disparou nas "intenções" de voto. Apesar destas pesquisas não terem muito boa fama, é possível que haja uma tendência para o PS ser mais o votado. A ser assim, Portugal caminhará para o abismo. Os eleitores que se preparam para votar novamente nesse partido, e que com isso colocarão o país numa situação ainda pior do que aquela em que está, depois não digam que ninguém os avisou.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Um enorme susto
Lisboa, esta noite. Camião de abastecimento ao Feira Nova explodiu, provocando o caos na Bela Vista.
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Congelamento de construções atrasa a paz
Depois da reunião tripartida de ontem, continua a haver algum cepticismo da parte israelita em relação ao processo de paz. Quer o MNE Lieberman, quer o primeiro-ministro Netanyahu, prestaram declarações nesse sentido.Para o primeiro-ministro a exigência dos palestinianos de congelar a construção israelita na Judeia antes das negociações de paz, é uma perda de tempo. Segundo ele, essa questão deve ser discutida durante as negociações e não antes.
Esta posição de Netanyahu tem toda a lógica. Israel não deve ceder em nenhum assunto fora do processo negocial. O que os palestinianos estão a fazer é pura chantagem, pois afirmam que só negoceiam depois de satisfeitas as suas exigências. Trata-se de uma irresponsabilidade, pois o povo palestiniano está numa posição de fraqueza, pelo que não é compreensível que a AP coloque obstáculos destes. Infelizmente, os representantes palestinianos têm uma longa tradição de recuar, de não cumprir e de recusar qualquer tipo de compromisso. Com estas atitudes contribuem mais uma vez para destruir as aspirações, de muitos dos seus cidadãos, a um estado independente.
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Só o Albino é que não sai
Cinco dirigentes da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) pediram a demissão devido a “discordâncias internas sobre políticas de educação nacional”, anunciou o vice-presidente demissionário da estrutura António Amaral.As demissões prendem-se também com discordância destes dirigentes ao apoio que o presidente da Confap dá ao Governo. Nada que não se soubesse já. Albino Almeida sempre foi o defensor-mor da ministra da educação, apoiando o executivo em todas as circunstâncias. O lugar que este senhor ocupa devia ser escrutinado, para se verificar se representa de facto os pais, ou se é apenas um cavalo de Tróia do ME dentro da Confap. É que se não é, parece.
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Extrema-esquerda a um passo do Governo
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Sobre isto ninguém ouve o PS
No período de Janeiro a Agosto o défice do Estado aumentou 150%.
Segundo a DGO, o défice financeiro do subsector estado atingiu em Agosto o valor de 8712 milhões de euros. É esta a diferença entre a receita de 22351 milhões (-15,4%) e a despesa de 31063 milhões (+4,1 %). A dívida pública cresce assim a um ritmo de 36 milhões de euros por dia, cerca de 1,5 milhões à hora.
Este é o assunto do qual o PS foge a sete pés, não só porque deixa um buraco gigantesco ao próximo governo, mas também porque anda pelo país a propagandear que meteu em ordem as contas públicas. É de longe o maior falhanço deste governo. E também uma das suas maiores mentiras.
Este é o assunto do qual o PS foge a sete pés, não só porque deixa um buraco gigantesco ao próximo governo, mas também porque anda pelo país a propagandear que meteu em ordem as contas públicas. É de longe o maior falhanço deste governo. E também uma das suas maiores mentiras.
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Mar da Galileia
Mar da Galileia fotografado pela Nasa.
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domingo, 20 de setembro de 2009
O que dizem os outros
Israel e o relatório Goldstone
"O Conselho da ONU para os Direitos Humanos, acaba de produzir o Relatório Goldstone, sobre os “crimes de guerra israelitas” em Gaza. Começando pelo óbvio, o grupo encarregado de o elaborar recebeu um mandato claro: não lhe competia investigar se havia crimes de guerra, outrossim, iria investigar os crimes de guerra que à partida o mandato dava por adquirido ter havido. Quem mandatou? Os países que tiveram a iniciativa de propor tal “investigação”, incluem Malásia, Arábia Saudita, Bahrein, Cuba, Paquistão, etc, em resumo, países cuja autoridade moral para mandatar tarefas na Comissão dos Direitos Humanos, está na proporção directa do respeito que manifestam para com os direitos humanos no seu próprio território.
Na Comissão, dirigida pelo juiz esquerdista sul-africano, Richard Goldstone, estava também Christine Chinkin, uma professora inglesa da esquerda folclórica, conhecida pelas suas públicas declarações anti-israelitas. A Comissão, recusada pela União Europeia, Canadá, Suíça, Japão, etc, não desiludiu os seus mandantes e produziu um Relatório que, em resumo, estabelece a seguinte estratosférica doutrina:
1-Israel, país democrático e estado de direito, está no mesmo plano ético e moral que o Hamas, grupo terrorista que é o testa de ferro do Irão em Gaza.
2- Israel é o único estado do mundo ao qual não se reconhece legitimidade para defender as suas fronteiras pelas armas.
A ONU e os seus organismos estão a degradar-se à vista desarmada, reféns de de regimes e ideologias tenebrosas. Às teocracias e ditaduras islâmicas, a regimes tribais, a estados racistas, a ditaduras como Cuba, Venezuela e Coreia do Norte, a estados genocidas como o Sudão, etc, é reconhecido o direito de preservar o seu território. No Sudão foram mortas centenas de milhares de pessoas, sem que tenha havido qualquer condenação. Há tempos a Turquia invadiu e bombardeou longamente o Curdistão, com a maior normalidade. A Rússia fez o mesmo na Geórgia, no Paquistão morrem aos milhares, no Sri Lanka idem, na China, no Irão, etc, e o Conselho da ONU para os Direitos Humanos, limita-se a ignorar.
Na verdade desde que existe apenas condenou um País: Israel, alvo de mais de 90% das suas "Resoluções". Israel, o único estado democrático do Médio Oriente é furiosamente perseguido e para esta ONU em decadência moral, não está sequer autorizado a defender-se. Ora a defesa própria expressa a soberania e é o pilar da existência de qualquer estado. É isso que está em jogo. Aqueles que, com argumentos aflitos e aflitivos, pretendem negar a Israel o direito de defender os seus cidadãos de um inimigo que tem como objectivo expresso, a destruição do país, mostram ao que vêm: deslegitimar a sua existência como estado soberano, primeiro passo para a almejada destruição. A destruição do judeu, velho sonho de incontáveis doidos. Sob a espuma da retórica floribélica e compassiva para com a “justa luta palestiniana”, sob o moralismo baboso com que se mascaram os que "não são antisemitas, mas estão contra as políticas de Israel", está o velho e irracional demónio do antisemitismo. O judeu tem de ser expulso. Da Europa, do Médio Oriente, da Humanidade. O anti-sionismo é, tão só, a fórmula politicamente correcta de, nos tempos que correm, expressar o antigo ódio homicida.
Israel nasceu a lutar contra uma coligação de vários invasores, países muito maiores e mais poderosos que o minúsculo estado judaico. E a lutar está de há 60 anos para cá, sem que se possa dar ao luxo de um minuto de desatenção e de fraqueza. Uma derrota será a última. Não há nenhum outro país do mundo que viva nesta necessidade existencial de vencer todas as batalhas. E foram já muitas.
Em 1947, Israel aceitou, sem condições, o mapa ONU. Os árabes da Palestina, não.
Em 1948, os exércitos árabes desencadearam aquilo que para eles era uma rápida operação de limpeza. Israel, sem um verdadeiro exército, mobilizou todos os cidadãos e, contra todas as expectativas, venceu. Venceu e construiu um Estado livre e próspero, na mesma região onde os seus inamistosos vizinhos só geraram miséria e servidão.
Em 1967, Egipto, Síria, Jordânia e Iraque anunciaram que era chegado o momento de extirpar o "cancro judeu". Falharam mais uma vez. Dois anos mais tarde, a OLP de Yasser Arafat era massacrada pelos seus irmãos jordanos e as fotos de homens da Fatah a fugirem para se acolherem sob a protecção do Exército israelita, correram mundo.
Em 1973 o Egipto e Síria tentaram de novo e falharam.
Em 1979 Sadat firmou a paz com Israel e foi morto por isso.
Em 2005, Israel desocupou Gaza e, em troca, o Hamas raptou um soldado que ninguém mais viu e lançou sobre as povoações israelitas cerca de 12 000 foguetes e granadas de morteiro.
Em 2009, Goldstone, refere no seu inenarrável Relatório que Gaza está “ocupada” e que Israel é “potência ocupante”. A realidade não parece afectar as visões do mundo desta gente. Este tipo de Relatórios têm todavia uma virtude: deixam a nu que as ditaduras e os regimes autocráticos estão a tomar de assalto as instituições colectivas e que, mais tarde ou mais cedo, as democracias terão de acordar para o fenómeno e formar uma aliança própria. Se não o fizerem, brevemente começarão a ser acossadas e Israel é apenas o canário da mina. Na verdade não será especialmente difícil para os países ditatoriais, que dominam a maioria dos fóruns da ONU (até a Assembleia Geral é presidida por um esquerdista radical, grande admirador de Chavez e Castro), mandatar Relatórios “Goldstone” para o Afeganistão, ou outro qualquer local onde as democracias combatam os fascismos globais, como o comunismo, o islamismo, etc."
Na Comissão, dirigida pelo juiz esquerdista sul-africano, Richard Goldstone, estava também Christine Chinkin, uma professora inglesa da esquerda folclórica, conhecida pelas suas públicas declarações anti-israelitas.
1-Israel, país democrático e estado de direito, está no mesmo plano ético e moral que o Hamas, grupo terrorista que é o testa de ferro do Irão em Gaza.
A ONU e os seus organismos estão a degradar-se à vista desarmada, reféns de de regimes e ideologias tenebrosas. Às teocracias e ditaduras islâmicas, a regimes tribais, a estados racistas, a ditaduras como Cuba, Venezuela e Coreia do Norte, a estados genocidas como o Sudão, etc, é reconhecido o direito de preservar o seu território. No Sudão foram mortas centenas de milhares de pessoas, sem que tenha havido qualquer condenação.
Na verdade desde que existe apenas condenou um País: Israel, alvo de mais de 90% das suas "Resoluções". Israel, o único estado democrático do Médio Oriente é furiosamente perseguido e para esta ONU em decadência moral, não está sequer autorizado a defender-se.
Israel nasceu a lutar contra uma coligação de vários invasores, países muito maiores e mais poderosos que o minúsculo estado judaico. E a lutar está de há 60 anos para cá, sem que se possa dar ao luxo de um minuto de desatenção e de fraqueza.
Em 1947, Israel aceitou, sem condições, o mapa ONU. Os árabes da Palestina, não.
Em 1948, os exércitos árabes desencadearam aquilo que para eles era uma rápida operação de limpeza. Israel, sem um verdadeiro exército, mobilizou todos os cidadãos e, contra todas as expectativas, venceu.
Em 1967, Egipto, Síria, Jordânia e Iraque anunciaram que era chegado o momento de extirpar o "cancro judeu". Falharam mais uma vez.
Em 1979 Sadat firmou a paz com Israel e foi morto por isso.
Em 2005, Israel desocupou Gaza e, em troca, o Hamas raptou um soldado que ninguém mais viu e lançou sobre as povoações israelitas cerca de 12 000 foguetes e granadas de morteiro.
Em 2009, Goldstone, refere no seu inenarrável Relatório que Gaza está “ocupada” e que Israel é “potência ocupante”. A realidade não parece afectar as visões do mundo desta gente.
Por O-Lidador, no Fiel Inimigo e no Triunfo dos Porcos.
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Israel
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Tão credível como as anteriores (2)
Segundo uma projecção da Eurosondagem, divulgada hoje, o PS distanciou-se do PSD nas "intenções" de voto:
PS - 34,9%
PSD - 32,5%
BE - 9,6%
CDS - 8,4%
PCP - 8,4%
A mesma Eurosondagem, 1 semana antes das eleições europeias, avançava com "intenções" parecidas:
PS - 35,5%
PSD - 32,5%
PCP - 9,2%
BE - 8,8%
CDS - 6,5%
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População de Israel atinge os 7,5 milhões
Na véspera do ano novo, o Gabinete Central de Estatísticas de Israel divulgou que a população do país atingiu os 7 465 000 habitantes. O Gabinete afirma também que 76% da população é judaica e 20 % árabe.
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Israel
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
E o crescimento económico? E o défice?

Passando por cima do detalhe de ver José Sócrates a mudar de papel num ápice, verifica-se em todos os momentos desta campanha que o PS está a apostar claramente no foguetório. Os socialistas passam o tempo a falar de coisas que ainda não existem: "modernidade", "TGV", entre outras patranhas. Sobre os principais problemas que Portugal enfrenta ninguém os ouve. Não se sabe como é que o PS pretende estimular o crescimento económico, como é que pretende reduzir o brutal défice orçamental que este governo deixa, como é que pretende ajudar as empresas a criar postos de trabalho, como pretende combater a corrupção, se implementa ou não a regionalização, se vai ou não mexer no desastroso mapa autárquico, o que pretende fazer no sistema de justiça, entre outros assuntos prementes, em relação aos quais seria conveniente ouvir o primeiro-ministro.
Em vez disso, Sócrates continua igual a si mesmo: só sabe falar de coisas acessórias, primeiro o "Magalhães", agora o TGV. Curiosamente começou o mandato anunciando um plano de investimento de 25 mil milhões até 2009, com o qual ia fazer mundos e fundos, incluindo o TGV . Quatro anos depois, continua a prometer exactamente o mesmo.
Em vez disso, Sócrates continua igual a si mesmo: só sabe falar de coisas acessórias, primeiro o "Magalhães", agora o TGV. Curiosamente começou o mandato anunciando um plano de investimento de 25 mil milhões até 2009, com o qual ia fazer mundos e fundos, incluindo o TGV . Quatro anos depois, continua a prometer exactamente o mesmo.
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Tão credível como as anteriores
Uma sondagem da Universidade Católica, divulgada hoje, obteve as seguintes "intenções" de voto:
PS 38%
PSD 32%
BE 12%
CDS 7%
PCP 7%
Há 3 meses, a Universidade Católica "sondava" os eleitores sobre a votação para o Parlamento Europeu:
PS 34%
PSD 32%
PCP 11%
BE 9%
CDS 4%
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Portugal
O que a SIC não mostrou
"Os homens da luta", personagens criadas pelo comediante Jel, interromperam uma acção de rua do Partido Socialista com José Sócrates. A polícia teve de intervir.
Vídeo aqui.
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