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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O porta-voz do Hamas em Portugal

O Hamas não queria esta guerra. O jornal Al-Público é claramente o porta-voz do Hamas em Portugal. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social anda a dormir?

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Como este existem muitos

Ex-jornalista em vários órgãos de comunicação social, ex-provedor do leitor do Al-Público. Apenas um exemplo do que enxameia grande parte das redações.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

domingo, 20 de julho de 2014

Vergonhoso

(clique na imagem para ampliar)
Um pequeno exemplo do que se passa nas caixas de comentários do Jornal Al-Público: uns suspiram por Hitler, outros destilam ódio contra os Judeus, e quase todos escrevem barbaridades sobre o conflito Israel - Hamas . O Jornal, como já é hábito, não toma qualquer tipo de atitude em relação a isto.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O conflito no Médio Oriente narrado pela TSF

À semelhança do Jornal I e do habitué Al-Público, também a TSF veicula a versão palestinianista do conflito entre Israel e o Hamas. Desonesto é o mínimo que se pode chamar a este jornalismo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Jornalismo à moda do Público

Durante a tarde e início de noite de ontem choveram mísseis palestinianos em Israel. O jornal Público - como é habitual - não reportou qualquer míssil, esperando diligentemente que Israel respondesse para poder fazer títulos em que Israel "ataca". O modo é previsível de tão habitual...

Ontem à tarde e noite:


Hoje de manhã:

 



quinta-feira, 3 de julho de 2014

O conflito no Médio Oriente narrado pelo Jornal I

Na linha do seu colega Al-Público, o Jornal I consegue superar o mais empedernido palestinianista. Na notícia publicada hoje, o I tece várias considerações sobre o conflito entre Israel e os palestinianos, alinhando sempre pelas teses palestinianas. 
Começa por acusar Israel de vingança indiscriminada contra os palestinianos e de estar a reboque da direita radical (Israel e a direita têm sempre radicais). Sobre o Hamas nada.
A seguir compara o que aconteceu aos adolescentes de ambos os lados: O corpo de Mohammed Abu Khdair foi ontem a enterrar depois de o palestiniano de 16 anos ter sido raptado, torturado e morto numa aparente vingança pela morte de Eyal Yifrah, 19 anos, Gilad Shaer, 16, e Naftali Frenkel, 16, os rapazes israelitas que terão sido raptados do colonato Gush Etzion, em Hebron, a 12 de Junho, e cujos corpos foram encontrados na Cisjordânia na segunda-feira. - O palestiniano foi raptado, torturado e morto, os israelitas terão sido raptados e os corpos foram encontrados.
Segue-se a narrativa sobre a manifestação anti-árabe dos israelitas radicais em Jerusalém que descambou em violência, mas nem uma palavra sobre a violenta manifestação de palestinianos que também decorreu em Jerusalém  e que terminou em confrontos com a polícia.
Depois a jornalista que escreveu a peça aborda o caso da famosa deputada Zoabi que alegadamente foi ameaçada de morte por ter dito que o desaparecimento dos três jovens israelitas é da responsabilidade de Israel pela ocupação militar que faz da Palestina. O que a deputada disse foi outra coisa, mas o I não está interessado em divulgar o que foi.
O artigo continua carpindo que o exército israelita (IDF) bombardeou mais 34 alvos do Hamas na Faixa de Gaza, enquanto na Cisjordânia, um dos territórios ocupados ilegalmente por Israel desde 1967, mais 42 palestinianos foram detidos. O Hamas e os palestinianos são as vítimas. As dezenas de rockets que o grupo terrorista palestiniano lançou para Israel durante os últimos dias não são sequer referidos.
Ao fim de mais algumas considerações - nas quais se refere sempre aos jovens israelitas assassinados pelo Hamas como estudantes israelitas que desapareceram - o I termina o artigo com uma ode ao martirizado povo palestiniano, acusando Israel de o empurrar para uma terceira intifada.
O que os palestinianos fizerem fica assim legitimado e a culpa será sempre de Israel. Tudo como antes na impresa portuguesa

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Vergonhoso apelo ao terrorismo

Termina assim o vergonhoso artigo do embaixador da Palestina em Portugal: com um apelo claro e explicito ao terrorismo. O Jornal Público não teve qualquer problema em publicá-lo. 
O Governo português devia expulsar imediatamente este "embaixador".

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O Público e o novo Presidente de Israel

Todos os que não são de esquerda como os esclarecidos jornalistas do Público e do Haaretz, são "da linha dura", "perigosos neoliberais" ou falcões. O jornal Público não tem emenda.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Que fofinho o Hamas

O movimento terrorista Hamas acaba de nomear uma mulher como porta-voz para os média internacionais. Uma estratégia destinada a suavizar a imagem dos radicais palestinianos no estrangeiro. A ideia já está a dar resultados: o embevecido Jornal Público diz que a porta-voz é uma moderada, divorciada (que moderno!) e fala inglês. Diz também que o Hamas está no poder na Faixa de Gaza.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Foi você que disse desertar?

Sete bailarinos do Ballet Nacional de Cuba fugiram para os Estados Unidos e pediram asilo político. O regime cubano considera-os desertores e trata-os dessa maneira. 
Pelas Europas os jornalistas apressam-se a divulgar ao mundo que Sete bailarinos cubanos desertaram para os Estados Unidos, tal e qual como foi indicado pelo regime cubano. E como se isto não bastasse, seguem-se odes ao Ballet Nacional de Cuba e uma citação na integra da diretora da Escola Nacional de Bailado de Havana onde são tecidos rasgados elogios à vida privilegiada dos bailarinos cubanos em contraste com a situação muito difícil no resto do mundo.
Com tantas vantagens existentes nestes países governados por ditaduras de esquerda, não se percebe porque motivos a empobrecida classe jornalística portuguesa não foge para lá.

terça-feira, 26 de março de 2013

Distorções

O artigo de Esther Mucnik linkado no post em baixo já está a levantar uma gritaria na blogosfera. O palestinianista Arrastão e a ex-namorada do regime, Fernanda Câncio, emitiram imediatamente duas fatwas contra Mucznik: um para aproveitar mais uma oportunidade para destilar a propaganda do costume e a outra porque alguém se atreveu a considerar imoral o regresso de Sócrates a um programa de televisão. Critica-se o engenheiro e a senhora perde logo as estribeiras.
Para além das evidentes distorções, até se dúvida que algum dos dois tenha percebido o artigo em causa.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Hitler na escola

Hitler na escola, por Esther Mucznik. Artigo de hoje no Público.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Peanuts ice cream

Tal como em Portugal, também em Israel as polémicas em torno de trivialidades ocupam as tardes aos jornalistas. Benjamin Netanyahu continua a ser um dos visados. Primeiro o vestido da mulher Sara e agora os gelados que a família consome. Se o objetivo não fosse o desgaste político  ninguém daria importância a um assunto destes: dois mil euros por ano em gelados dá  pouco mais de 5 euros por dia. Para uma família de quatro pessoas que goste de gelado...
Esta relevante história chegou a Portugal via Jornal Público, que de todas as notícias que surgem no Yedioth Ahronoth escolheu precisamente a dos gelados da família Netanyahu - na certa porque não reparou na do polémico vídeo gay da Câmara de Tel Aviv que os abomináveis ultra-ortodoxos querem censurar.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Os israelitas não têm direito de voto nas eleições palestinianas

O Jornal Público nunca consegue dar uma notícia sobre as eleições israelitas sem a focar totalmente na 'causa palestiniana'. Sobre os assuntos que dominaram a campanha, os candidatos, os partidos, as polémicas, nem uma linha. Para os assuntos laterais como a alegada cedência de votos por parte de israelitas, todo um artigo. 
Os 'palestinianos' não têm direito de voto nas eleições israelitas, porque simplesmente não são cidadãos israelitas, mas têm direito de voto nas eleições palestinianas - até elegeram o Hamas. Os israelitas, reciprocamente, também não têm direito de voto nas eleições palestinianas.
Os Jornal Público brada constantemente pelos dois estados, mas nas poucas situações em que esses dois estados funcionam de facto - as eleições - o mesmo jornal critica um dos estados (Israel) por não dar direito de voto aos cidadãos do outro estado (Palestina), mas não se incomoda com o facto de a Palestina não dar direito de voto aos israelitas. O Público é um exemplo de coerência.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Netanyahu foi dos que menos construiu na Judeia e Samaria

Há eleições em Israel na próxima terça-feira, mas o Jornal Público prefere o assunto do costume: os colonatos. De eleições apenas duas referências: os malvados dos ortodoxos não param de subir nas sondagens e o presumível vencedor [Netanyahu] foi o que mais construiu nos territórios ocupados. Segundo o sempre informado Público o seu governo terá batido o recorde de construções. 
Mas olhando atentamente para os dados apresentados na notícia parece que não foi bem assim: em 2012 construiram-se casas para 6676 pessoas, em 2011 para umas 9 mil e em 2010 para 2 ou 3 mil. Nos três anos referidos, a média anual de construção de habitação na Judeia, Samaria e Jerusalém  daria para albergar aproximadamente 6 mil pessoas. Acontece que segundo o Público, vivem nos territórios 500 mil israelitas, número que dividido pelos 45 anos que passaram sobre a Guerra dos Seis dias, dá uma média 11 mil novos residentes israelitas por ano. O Governo de Netanyahu construi casas para 6 mil. Muito longe de qualquer recorde.
Claro que estes cálculos não faz o Público, porque a contabilidade estraga os bons títulos que este jornal gosta de fazer. Não teria o mesmo impacto dizer "Netanyahu foi dos que menos construiu nos territórios ocupados" e menos ainda "Netanyahu foi dos que menos construiu na Judeia e Samaria".

domingo, 18 de novembro de 2012

O conflito de Gaza contado pelo Jornal Público

Foram sobretudo crianças e mulheres que morreram este domingo em Gaza, devido aos bombardeamentos israelitas. Foi o mais mortíferos dos ataques desde que, na quarta-feira, se reacendeu o conflito israelo-palestiniano. (...) Israel bombardeia a Faixa de Gaza há cinco dias.
O que aconteceu entre sábado dia 10 de novembro e quarta-feira dia 14 de novembro pura e simplesmente não é referido, e os rockets do Hamas que caem em Israel  há 9 dias consecutivos, também não.
Era difícil ser mais tendencioso.

domingo, 11 de novembro de 2012

De irrelevância em irrelevância

O Jornal Público (outra vez) acaba de concluir que o vídeo proposto pelo prof. Marcelo mostra uma Alemanha pouco solidária. O mesmo conclui toda a esquerda indignada que ainda ontem se descabelava contra Isabel Jonet, mas que hoje já mudou de assunto e se está a descabelar contra a suposta falta de solidariedade da Alemanha. Uma porque disse umas coisas sobre bifes que a esquerda não gostou e a outra porque uma das suas empresas de divulgação se recusou a passar um vídeo numa praça em Berlim - vídeo esse que a indignada queria que os alemães vissem.
A sucessão de assuntos irrelevantes que se discutem neste pais é assustadora, já para não falar da enorme falta de sentido do ridículo.