terça-feira, 15 de setembro de 2009

Autocolantes

Afinal as declarações de João Soares, não se referiam a Manuela Ferreira Leite enquanto mulher, mas pretendiam associá-la à ditadura. A "outra senhora" de que Soares filho falava, era afinal o governo de Salazar.
O homem que se gaba constantemente que esteve em cima de uma árvore no Largo do Carmo no dia 25 de Abril de 1974, julga-se dono da palavra democracia. Como se isso não bastasse, ainda se atreve a classificar quem ou não é democrata. Este é o truque habitual dos socialistas: quem os critica é sempre rotulado de alguma coisa. Antiquados, conservadores, pessimistas, "bota-abaixistas", chantagistas, têm sido os autocolantes mais usados pelo PS. João Soares acrescenta agora mais dois à colecção: "colaborante com o antigo regime" e "trabalhador de um banco espanhol".
O desespero que mina a campanha socialista está a fazer estalar o verniz e a fazer vir ao de cima o que de mais sinistro há nesse partido. Está à vista de todos, só não vê quem não quer ver.

Pinóquio 2009



Tal pai, tal filho

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Faltam 13 dias

Grupo palestiniano reivindica disparos

Um grupo palestiniano com ligações à Al-Qaeda, as Brigadas Abdallah Azzam reivindicou esta manhã os ataques de rockets de sexta-feira contra o norte de Israel.

Quem não sabe ensinar, administra


Sócrates, Lurdes Rodrigues e Valter Lemos dariam óptimos professores de Matemática. E com a ajuda de um "Magalhães e de um "Power-Point" rebentavam a escala.

domingo, 13 de setembro de 2009

Peres hospitalizado

Peres respondia a uma pergunta quando perdeu os sentidos. Foi assistido no local por médicos da Magen David Adom (equivalente ao INEM) e saiu do local pelo seu próprio pé. Acabou por ser levado para o Centro Médico Sheba em Tel Hashomer para tratamento. Shimon Peres, o nono presidente do Estado de Israel, tem 86 anos e costuma ter uma agenda bastante preenchida.

sábado, 12 de setembro de 2009

Aliyah



Tzipi Livni e apoiantes do Partido Kadima na cerimónia de recepção aos novos cidadãos israelitas, esta semana no Aeroporto Ben Gurion. A chegada dos novos imigrantes foi patrocinada pela organização sionista Nefesh B'Nefesh.

Medina Carreira: "Isto parece o Estado Novo"

Excertos da entrevista do Dr. Medina Carreira à revista Visão. Entrevista completa aqui.

O senhor sai do PS em 1978...
Sim, em ruptura contra o chumbo, na AR, do Governo do Nobre da Costa. Depois, por influência do Mário Soares e do Almeida Santos, voltei, em 1983. Mas saí de novo, em 2000, ou 2001, por causa daquela trafulhice da reforma do património, no tempo do Guterres. Percebi que aquele partido era dirigido por gente sem palavra e eu não me dou com gente sem palavra.

Mas num país em que as pessoas já passam tantas dificuldades, podemos prescindir das despesas sociais do Estado? Não seria ainda pior, para as pessoas?
Mas isso não serve de nada! O senhor não pode fazer política social com dinheiro emprestado!

Mas o senhor, que já critica tanto os serviços públicos, o que diria se o Estado fechasse ainda mais a torneira?
Eu não critico os serviço públicos por uma questão de falta de dinheiro. Critico, por exemplo a Educação, que é uma vergonha e um crime que os políticos estão a cometer. Critico o funcionamento da Justiça. A burocracia.

Mas se for tirar a um português de classe média o seu segundo carro, as férias em Cancoon e o pequeno-almoço fora todos os dias, porque ele que deve não sei quanto ao estrangeiro, como acha que ele lhe responde? Não dirá 'quero lá saber'?
Se me derem uma hora e meia em televisão, em canal aberto, garanto que viro muita gente do avesso. Basta começar a falar na qualidade da educação e de onde isso nos levará.

Mas, no seu tempo, a Educação tinha melhor qualidade? Com meio país analfabeto? E se tinha, como chegámos à situação actual?
Lá está você a confundir! Para as pessoas aprenderem não era preciso estarem lá todos! O abandono escolar, quando é feito por aqueles que não andam lá a aprender nada, é uma coisa boa! Nem gastam dinheiro à gente nem chateiam os outros! Esta ideia imbecil da escola inclusiva serve para depositar dentro de quatro paredes uns tipos! Para que o eng.° Sócrates e a Maria de Lurdes Rodrigues lhes passem, depois, um papelucho! Um tipo com cabeça devia perguntar, olhando para o papelucho: 'E isto serve para limpar o quê?'

Mas exagera um bocadinho. No seu tempo, em que a escola era tão "boa", havia 30 ou 40% de analfabetos. Hoje não há uma criança que não saiba aceder à internet. Não acha que melhorámos?
Se a criança souber ler, escrever, ler, contar, pensar, expor, tudo bem. O Magalhães vai morrer por si próprio. As crianças escangalham aquilo tudo rapidamente ou vendem-no na Feira da Ladra...

Mas os paradigmas do conhecimento mudaram, em relação ao seu tempo. É melhor ter computador do que não ter...
Sim, mas as coisas têm o seu tempo. Eu prefiro que eles estudem a tabuada. O problema é que isto é dirigido por gente que apanhou uns diplomas. Se tivessem estudado 30 anos, como eu estudei... Esta gente, a Lurdes Rodrigues, o Sócrates, etc., são do tempo do diploma fácil... É como as Novas Oportunidades, uma trafulhice que pretende dar em seis meses formação que só pode adquirir-se em três anos. Os patrões não vão engolir isso, quando se tratar de empregar as pessoas. Os asiáticos estão a progredir porque exigem muito mais do sistema educativo.

Mas alguma vez tivemos tanta gente qualificada como hoje, em Portugal?
As elites são mais qualificadas do que no meu tempo. Mas o resto é muito pior. Eu deixei de ensinar, porque era um horror. Um dia encontrei um moço a quem perguntei: 'Mas, afinal, quando é que se vai embora? Quanto exames já fez comigo?' 'Fiz dez', disse ele. Quem quer estudar deve estudar. Quem não quer, mais vale fazer outra coisa. O que critico, no ensino inclusivo, é não dar alternativas na saída profissional, para quem não tem capacidade para chegar à universidade.

Neste livro, o senhor decreta o fim da social-democracia e do Estado social.
Eu não decreto. A realidade é que decretou. Não há democracia válida se os países não tiverem sustentabilidade económica. Acha que temos uma democracia a sério? Olhe, eu queria uma democracia como esta: o senhor Olmert, primeiro-ministro de Israel, foi acusado de se ter abotoado com uns dinheiros. Vai ser julgado. O presidente da República envolveu-se num escândalo sexual. Foi despejado. O senhor Nixon fez aquela pantominice do Watergate e foi-se embora. Uma democracia tem de ter um sistema judicial que funcione. E em Portugal? É o Freeport, são os sobreiros, os submarinos, os bancos... Tudo! Em Portugal, o Poder não quer que a justiça funcione. porque isso lhe trará dissabores.

Mas voltemos ao Estado social e à social-democracia...
A social-democracia tenta igualar o mais possível a distribuição de riqueza e desenvolver um conjunto de mecanismos que protege as pessoas em dificuldades. Foi um óptimo sistema enquanto houve dinheiro. E havia poucos reformados, e os estados tinham política económica. Agora, os estados receberam o passivo das políticas sociais, mas não os aspectos positivos: riqueza, pleno emprego, etc.. Se desapareceram os alicerces do Estado social, este passou a ser ficção. Estamos a fingir. Ou os políticos social-democratas repõem a economia, ou nada feito.

O que achou desta polémica sobre a TVI?
Senti-me a viver no Estado Novo. Não me lembro de nada tão estranho, em democracia. Primeiro tentam comprar a estação. Depois desistem. Depois correm com um tipo. Depois alguém telefona de Espanha... Bem, eu, como desconfiei sempre do Estado Novo, também desconfio disto.

O senhor professor vai votar?
Não sei, é uma angústia que tenho. Ainda não decidi nada. Mas estou com muito medo dos próximos quatro anos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Os rockets que chegam do Líbano

Pelo menos dois rockets foram disparados a partir do Líbano esta tarde e atingiram o norte de Israel, naquele que é o primeiro incidente deste tipo a ocorrer na região desde Fevereiro. O exército israelita já respondeu lançando salvas de artilharia para a zona dos disparos.
Mais um exemplo flagrante que nem o governo do Líbano controla o seu próprio território, nem a força de segurança da INIFIL consegue travar os grupelhos do Hezbolah e da Al-Qaeda. Onde está o desarmamento de todos os grupos libaneses acordado no cessar fogo de 2006?

Imagens do bloqueio israelita à Faixa de Gaza






Dia-a-dia de um mercado na Cidade de Gaza, durante o hediondo, criminoso, brutal e imperialista bloqueio que o Estado nazi-sionista de Israel impõe ao martirizado e heróico povo palestiniano. Um flagrante caso de escassez de bens de primeira necessidade. Um crime contra a humanidade!
Achado aqui, aqui e aqui.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Vamos bien

Quando se verificar que as coisas estão piores, José Sócrates já cá não estará para prestar contas. Mas se por acaso for reeleito e estiver, num instante colará as culpas na oposição. Nessa altura irá queixar-se que as coisas estão mal porque não o deixam fazer "as reformas que o país precisa".
Está assim provado que, tal como em Cuba, também em Portugal é possível um partido governar durante anos, levar o país para o abismo, e continuar despudoradamente a repetir que "as coisas estão melhores". Fidel Castro não faria melhor.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O monstro

Sua excelência o Secretário de Estado da Educação, em 08 de Julho de 2008, decretou que:

4. O director de turma deve leccionar à mesma turma:
a) As disciplinas ou áreas disciplinares atinentes ao seu grupo de recrutamento;
b) A área curricular não disciplinar de Formação Cívica;
c) Sempre que possível uma das áreas curriculares não disciplinares de Área de Projecto ou de Estudo Acompanhado.

5. O tempo atribuído ao Estudo Acompanhado deve ser utilizado parcialmente pelas escolas para apoio aos projectos em curso, designadamente:
a) Desenvolvimento do Plano da Matemática (cf. Despacho n.º 6754/2008, de 29 de Fevereiro e Edital);
b) Apoio aos alunos com Português Língua Não Materna (cf. Despacho Normativo n.º 7/2007, de 6 de Fevereiro);
c) Realização de actividades no âmbito dos planos de recuperação, desenvolvimento e de acompanhamento dos alunos (cf. Despacho Normativo n.º 50/2005, de 20 de Outubro).
d) Programas definidos a nível da escola.

7. Tendo em conta a diversidade de experiências vividas nas escolas e atendendo à sua importância para a promoção da melhoria das aprendizagens, a área de Estudo Acompanhado pode integrar, entre outras, as seguintes modalidades:
a) Desenvolvimento de Planos Individuais de Trabalho e estratégias de pedagogia diferenciada de modo a estimular alunos com diferentes capacidades.
b) Programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno;
c) Actividades de compensação e de recuperação;
d) Actividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros.

8. A Área de Estudo Acompanhado deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação e envolvendo igualmente os pais ou encarregados de educação, e os alunos.

9. A Área de Projecto tem como finalidade o desenvolvimento da capacidade de organizar a informação, pesquisar e intervir na resolução de problemas e compreender o mundo actual através do desenvolvimento de projectos que promovam a articulação de saberes de diversas áreas curriculares.

10. Ao longo do ensino básico, em Área de Projecto e em Formação Cívica devem ser desenvolvidas competências nos seguintes domínios:
a) Educação para a saúde e sexualidade de acordo com as orientações do Despacho n.º 25 995/2005, de 28 de Novembro e o Despacho 2506/2007, de 23 de Janeiro;
b) Educação ambiental;
c) Educação para o consumo;
d) Educação para a sustentabilidade;
e) Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo;
f) Educação para os direitos humanos;
g) Educação para a igualdade de oportunidades;
h) Educação para a solidariedade;
i) Educação rodoviária;
j) Educação para os media;
k) Dimensão europeia da educação.

12. A área curricular referida no número anterior deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, com recurso a parcerias com entidades governamentais e não governamentais, externas à escola, que apoiem a realização dos projectos e facilitem o intercâmbio de experiências entre escolas através da realização de concursos, visitas de estudo, encontros nacionais, exposições e de outras iniciativas divulgadas e apoiadas pelo ME ou entidades locais.

14. O módulo de Cidadania e Segurança deve ser trabalhado na área da Formação Cívica, em cinco blocos de 90 minutos, ao longo do 5.º ano de escolaridade, de acordo com uma sequência e um calendário a definir pela escola e tendo em conta as orientações da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

15. O trabalho a realizar em cada uma das áreas curriculares não disciplinares deve obedecer a uma planificação que deverá figurar no respectivo projecto curricular de turma, com a identificação das competências a desenvolver, as experiências de aprendizagem e a respectiva calendarização.

16. O trabalho desenvolvido em cada uma das áreas referidas no número anterior deve ser objecto de uma avaliação participada e formativa, no contexto da turma e, ainda, de uma avaliação global no final do ano lectivo, a realizar pelo conselho pedagógico, da qual deverá resultar um relatório, no qual deve constar:
a) Recursos mobilizados;
b) Modalidades adoptadas;
c) Resultados alcançados.

17. No final do ano lectivo, o director envia à Direcção Regional de Educação respectiva a avaliação global referida no ponto anterior.

18. Cada Direcção Regional de Educação elabora um relatório global relativo às escolas da respectiva área, o qual deverá ser enviado à Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, até 31 de Agosto.

O presente despacho é apenas um, entre as centenas emanadas pelo Ministério da Educação. Destina-se a regulamentar 3 horas do horário dos alunos: as do Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Formação Cívica. Três pérolas do eduquês inventadas em 2001 pela Drª Ana Benavente e que têm como função doutrinar a juventude.

O que dizem os outros

No forum tsf, que decorre neste momento, respeitante à Educação, quem foi o membro do governo escolhido para o representar na área? Maria de Lurdes Rodrigues? Não. Foi Valter Lemos? Também não. Terá sido Jorge Pedreira? De modo nenhum. Santos Silva é o nome.

Que seja aquele o ministro que fala pela política de educação do executivo, mostra bem que, para este governo, a Educação é, primeiro que tudo, uma questão de propaganda. Lá tivemos o discurso vago, abstracto (desligado da realidade concreta) e manipulador em que Santos Silva é perito.

Abstracto, porque se mantém higienicamente afastado do confronto com a realidade. Manipulador, miseravelmente manipulador, porque se aproveita do natural desconhecimento do público sobre matérias inevitavelmente especializadas e "técnicas".

"Novas oportunidades" (reparem na designação propagandística da iniciativa) para os que ficaram pelo caminho na escolaridade, "melhoria" das notas, "menos retenções", "menor número de faltas", x computadores distribuídos por x crianças, Inglês e Educação Física no 1º ciclo, a "indispensável" "avaliação" dos docentes, o novo "modelo de gestão", crianças "mais tempo nas escolas", aulas de "substituição", etc, etc - é claro que, em abstracto, dificilmente alguém discordará de todo este leite e mel. É o típico discurso meramente proclamatório deste governo que foge da realidade como o diabo da cruz.

Nenhuma daquelas "medidas" resiste a um exame que as interrogue a respeito da sua eficácia, da sua real aplicabilidade, da sua autenticidade, das suas consequências. Mas aquele discurso é de tal forma desonesto, que está, à partida, armadilhado, para as objecções que lhe possam surgir pela frente. Assim, quem tiver a veleidade de suspeitar ou discordar das medidas, será imediatamente marcado com o ferrete do "corporativismo" egoísta e cego para o "bem comum" (essa mitologia sempre tão útil), será "insensível"(!), "pessimista", "insultuoso", etc.

É este o mundo rarefeito em que o governo e o Partido Sócrates2009 vivem (a sua "mundivisão", diria alegremente o primeiro-ministro). É este o mundo em que nos têm feito viver nestes anos. E querem continuar.

Por Carlos Botelho, no blogue Jamais

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Já recebi o cheque!

Dizem uns miúdos num anuncio televisivo ao programa de cheques-dentista do Ministério da Saúde. Ninguém explica ao Partido Socialista que pode propagandear esses cheques à vontade desde que não seja com dinheiros públicos? Esta campanha televisiva, em época eleitoral, é um escândalo porque não passa que propaganda política ao partido governo paga com verbas do MS. Não se percebe como é que num país tão puritano em matéria de utilização de carros oficiais, se deixe passar isto como se nada fosse.

O que dizem os outros

Construção de novas casas avança

O governo israelita decidiu dar autorização para a construção de 500 novas casas nas cidades de Modiin Illit, Ma'aleh Adumim e Gush Etzion. Os novos edifícios surgirão dentro da malha urbana das maiores cidades israelitas da Judeia e da Samaria e não serão, como afirma alguma imprensa, novos colonatos. Trata-se sim de nova construção em cidades já erguidas e que não pertencerão a um futuro estado palestiniano, pois ficam dentro dos grandes blocos de construção em volta de Jerusalém e nas zonas próximas da linha verde.
Esta decisão surge pouco antes da esperada moratória de 6 meses, sobre a construção de novas habitações nos territórios da Judeia e da Samaria, com a qual se pretende relançar o processo de paz com os palestinianos.

domingo, 6 de setembro de 2009

Madonna em Israel


Os fãs de Madonna aguardavam ansiosamente os dois concertos que a diva da pop tinha agendados para Tel Aviv. Desde 1993 que não dava concertos em Israel, apesar das visitas regulares que tem feito ao país. Assim foi, mais de 100 mil israelitas encheram por duas noites o Parque Hayarkon, naquela que muitos comentaristas classificam como a maior actuação musical da história de Israel. A meio de um dos espectáculos, Madonna empunhou a bandeira de Israel levando ao rubro a assistência.
Paralelamente às duas actuações, a visita da cantora contou ainda com dois importantes encontros: na segunda-feira jantou em Tel Aviv com a líder da Oposição, Tzipi Livni, e na sexta-feira acendeu as luzes do Sabat com a família Netanyahu na residência do chefe do governo em Jerusalém. Sobre estes encontros muito se tem especulado, segundo algumas fontes, Madonna terá feito um pedido pessoal para se encontrar com Livni, e uma vez aceite por esta, Netanyahu também quis conhecer Madonna, pedindo para se reunir com ela. Segundo outra versão, Madonna quis conhecê-los aos dois.

Israel crescerá 2,5% em 2010

Confirmam-se os sinais de que a economia israelita está a sair da recessão. O Banco de Israel emitiu uma previsão actualizada sobre a evolução económica do próxima ano, na qual prevê uma expansão do PIB em 2,5%. Apesar disso, a taxa de desemprego continuará a crescer, atingindo este ano 8,1% da população activa e no próximo ano 8,3%.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quem critica o PS, mente

A figura mais sinistra do governo socialista, acusou hoje o PSD de procurar substituir o debate democrático por "campanhas de mentiras". Percebe-se que seja ASS a reagir às acusações que são feitas ao governo acerca de ameaças e manobras intimidatórias. Nada melhor que o ministro da propaganda, pessoa que nunca mente e que diz sempre sempre a verdade, para reagir a um assunto relacionado com alegadas campanhas e alegadas mentiras. Sabe do que fala.
O homem que aceitou o papel de Goebbels da democracia, mestre das deturpações, das manipulações e das intrigas, vem agora a terreno acusar os adversários daquilo que ele próprio é perito: mentiras.
O desespero do PS dá este resultado. Disparam em todas as direcções, sem o menor pudor, na esperança de ainda conseguirem enganar alguns patos que possam dar votos de última hora. Se os patos não aparecerem para votar no PS, Santos Silva será dos mais prejudicados, porque não sabe fazer outra coisa que não seja política palaciana, e para isso é preciso estar no palácio.

Quem se mete com o PS, leva

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Israel: início do ano escolar


Benjamin Netanyahu, chefe do governo, e Tzipi Livni, líder da oposição, hoje na abertura do ano escolar em Israel. Ele numa escola secundária em Shfaram, ela numa básica em Tzufit.
Em Israel é tradição os ministros do governo e o líder da oposição fazerem visitas a várias escolas no primeiro dia de aulas.

O partido que já foi contra "o bom aluno"...

Visão estranha, esta que tem o PS tem da Escola. No tempo de Cavaco Silva acusavam o governo de transformar Portugal no "bom aluno" da Europa, criticando-o também por ser o "mais bem comportado". Afirmações que denotavam bem o preconceito que o PS tinha (e tem) contra os bons alunos e contra os que se portam bem. Agora nos tempos de Ferreira Leite, acusam-na de parecer uma professora primária do antigamente, demonstrando mais uma vez o quão preconceituosas são as mentes dos socialistas. Se havia em Portugal professoras competentes e que sabiam ensinar, eram as professoras primárias de antigamente.
Ao jovem carreirista Duarte Cordeiro, que foi educado pelas modernas pedagogias da Drª Ana Benavente de da Drª Ana Maria Bettencourt, estes conceitos soam a estranho.
Para ele o que é normal é haver professoras primárias libertárias e modernaças, que deixem a malta fazer tudo, de preferência sem ter de olhar para um livro, que isso de estudar é para os marrões e faz doer a vista. É este o discurso que tem para oferecer aos jovens. Ele que já é um jovem muito bem instalado na vida.

70 anos

Dando cumprimento ao Pacto Molotov-Ribbentrop, no dia 1 de Setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polónia. Esta operação deu início à II Guerra Mundial. Três dias depois, a França, o Reino Unido, o Canadá e a Austrália declaram guerra à Alemanha. A 17 de Setembro, a União Soviética accionou a cláusula secreta do Pacto e ocupou a parte da leste da Polónia.
A aliança entre as duas ditaduras, a alemã e a soviética, contribuiu em muito para a ascensão de Hitler na Europa e para a destruição de países inteiros. Este facto é pouco recordado. Como despojo de guerra, por depois ter alinhado com os aliados e por ter ficado do lado vencedor, a União Soviética ficou sempre bem na memória dos ocidentais. Fez-se a história dos vencedores.
Para que nada se apague, nunca é demais recordar que antes da Guerra e durante parte dela, a União Soviética comunista se aliou à Alemanha Nazi, contribuindo com isso para a maior tragédia da história da Humanidade.