sábado, 7 de novembro de 2009
Para o abismo, rapidamente e em força
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
É só fumaça
Tal como há 4 anos, o primeiro-ministro inicia a legislatura a anunciar que dará total prioridade ao "investimento público". Na enxurrada de "anúncios" e "intenções" não há quase nenhuma novidade em relação a 2005. Com excepção do casamento "gay", tudo o resto é um "déjà vu" assustador. Com isto, o Governo continua a lançar uma cortina de fumo sobre a real situação do país. Propaganda pura. Por detrás do fumo da propaganda, Portugal continua a caminhar para o abismo e a ser governado por um medíocre sem conteúdo nenhum. A 27 de Setembro, os portugueses escolheram a ruína. É a ruína que terão.quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Marinha israelita apreende navio carregado de armas

A bordo foram descobertos 36 contentores carregados de armas, disfarçados de carga comercial, que dariam para quase um mês de ataques a Israel, pois só misseis e bombas são mais de 3 mil.
Aguarda-se, com expectativa, a reacção das Nações Unidas a mais esta violação da resolução 1701 (que exige o desarmamento do Hezbolah) e ao total desrespeito com que o Irão trata as restrições às exportações de armas que lhe foram impostas.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Universidade Hebraica entre as melhores do mundo
Segundo o Ranking Académico das Universidades Mundiais, compilado anualmente pela Shanghai Jiao Tong University, a Universidade Hebraica de Jerusalém encontra-se entre as 100 melhores do mundo, na 64ª posição, obtendo as seguintes classificações sectoriais: 25º lugar em ciências da computação, 75º em Matemática, economia e administração de empresas e em 100º lugar em Química.Duas universidades portuguesas figuram também na lista: a Universidade de Lisboa em 476º lugar e a Universidade do Porto em 484º, quase quase no fim da lista.
domingo, 1 de novembro de 2009
Abbas não quer negociar
A visita ao médio-oriente da secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, está a ser um enorme fracasso. Depois de ter obtido um "sim" do primeiro-ministro Netanyahu, como resposta para o início imediato das negociações de paz, Clinton levou um rotundo "não" do presidente da AP.Mahmoud Abbas, apesar de estar numa posição de fraqueza, insiste em negar o recomeço das conversações de paz, e pretende obter dividendos antes do seu início. Esta atitude é absolutamente inaceitável, pois num processo de negociações sério, as cedências são feitas depois do começo, e não antes, como pretende Abbas. É mais um sinal de que as lideranças palestinianas não estão interessadas na paz e na formação de um estado. Pelo contrário, limitam-se a repetir o que os seus antecessores fizeram: dizer sucessivamente "não" a tudo o que lhes é proposto.
Netanyahu já afirmou que concorda com um estado palestiniano independente, o principal partido da oposição, o Kadima, também defende essa solução. O Ysrael Beitenu e o Partido Trabalhista são favoráveis à solução de dois estados. Perante esta situação sem precedentes, o que fazem os palestinianos? Chantagem, exigências e recusa de negociações.
Águas turvas
A Amnistia Internacional e o resto das organizações pro-palestinianas não exigem em nenhum momento conhecer onde estão os muitos milhões de dólares que fluíram para a Autoridade Palestiniana para a construção de um sistema hídrico eficaz e económico, ou onde está o dinheiro que o Banco Mundial e outros organismos de ajuda têm previsto para a construção pelos Palestinianos de uma rede de esgotos que proteja o meio ambiente e evite a infiltração das água residuais nos aquíferos.
Por Israel Harel, Haaretz - 29.10.09
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Inverno chega a Israel
Israel foi atingida esta manhã por uma forte chuvada que causou diversas inundações um pouco por todo o lado. A região mais atingida foi a Planície de Sharon na região central do país. As ruas ficaram intransitáveis, tendo muitos passageiros ficado retidos dentro dos carros. Entre as cidades mais afectadas encontram-se Netanya e Kfar Saba (na foto).quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Israel lembra Rabin
Assinalou-se hoje em Israel o 14º aniversário da morte de Yitzhak Rabin.Na Knesset decorreu uma sessão especial, onde várias personalidades da vida política israelita discursaram. O primeiro-ministro Netanyahu, um dos principais adversários de Rabin durante os acordos de Oslo, referiu-se a ele como sendo um patriota e que agiu sempre em nome do bem estar do Estado de Israel. Netanyahu enfatizou ainda que ainda há entre os israelitas pessoas que não estão dispostas a aceitar as decisões democráticas e a autoridade da lei, e que apesar de serem minoritários, o assassinato de Rabin demonstrou o poder que podem ter. A líder da oposição, Tzipi Livni, referiu-se a Rabin como uma pessoa que fez uma escolha de paz, numa altura em que essa escolha era difícil de fazer, e que se guiou sempre por uma profunda compreensão das alternativas existentes.
Numa outra cerimónia, que decorreu no Monte Herzl de Jerusalém, o Presidente Shimon Peres enalteceu a personalidade de Rabin e elogiou os avanços que, apesar de tudo, foram alcançados no processo de paz com os palestinianos.
A culpa é do neoliberalismo
O que dizem os outros
Por O Lidador, no Triunfo dos porcos e no Fiel Inimigo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Onde está o Hamas?
O blogue Elder of Zion analisou o relatório Goldstone com a ferramenta informática Wordle e elaborou a lista de 250 palavras mais utilizadas nas recomendações e conclusões . Onde está a palavra Hamas?Hamas proíbe eleições em Gaza
Depois do anúncio do presidente da AP Mahmoud Abbas, a convocar eleições gerais para Janeiro, o Hamas já avisou que não as vai permitir na Faixa de Gaza. Segundo a organização terrorista palestiniana, as eleições foram convocadas por quem não tem legitimidade para tal.Para os ocupantes da Faixa de Gaza, a legitimidade decorre da força das armas, e por isso não respeitam sequer as leis em vigor nos territórios palestinianos. Sobre estas atitudes e esta ocupação ninguém ouve as habituais carpideiras da "causa palestiniana".
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Monte do Templo agrava tensões
Os conflitos, nessa sensível área da cidade de Jerusalém, podem ter como explicação o facto de correrem rumores entre os muçulmanos, que extremistas judeus tencionam tomar conta da zona, que é sagrada para as duas religiões. Ontem dirigentes muçulmanos tinham incitado os palestinianos a defenderem Jerusalém da "conquista judaica". Esta manhã a polícia deteve Hatam Abd al-Qadir, conselheiro do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, sob a suspeita de "conduta desordeira", segundo refere o jornal "Ha'aretz".
Recorde-se que apesar do Monte do Templo ser o local mais sagrado do Judaísmo, não é permitido o acesso dos Judeus, por um lado porque é uma zona profanada, e por outro porque não se sabe com exactidão a sua localização.
Estes conflitos juntamente com as declarações de alguns líderes da Fatah, apelando ao regresso dos atentados suicidas, têm feito crescer a tensão entre israelitas e palestinianos, a ponto de Israel estar neste momento a temer o início de uma terceira intifada.
Israel Sketchbook

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Esta saiu da escola da Milu
Começa a chegar à Assembleia da República a geração educada pela SIC e pelas modernas correntes de ensino implementadas pelo Ministério da Educação. A nova deputada do PCP, Rita Rato, que se diz licenciada em Ciência Política e Relações internacionais, deu uma entrevista ao jornal Correio da Manhã, onde demonstra o quanto sabe do assunto:- Concorda com o modelo que está a ser seguido na China pelo PCC?
- Pessoalmente, não tenho que concordar nem discordar, não sou chinesa. Concordo com as linhas de desenvolvimento económico e social que o PCP traça para o nosso país. Nós não nos imiscuímos na vida interna dos outros partidos.
- Mas se falarmos de atropelos aos direitos humanos, e a China tem sido condenada, coloca-se essa não ingerência na vida dos outros partidos?
- Não sei que questão concreta dos direitos humanos...
- O facto de haver presos políticos.
- Não conheço essa realidade de uma forma que me permita afirmar alguma coisa.
- Mas isto é algo que costuma ser notícia nos jornais.
- De facto, não conheço a fundo essa situação de modo a dar uma opinião séria e fundamentada.
- No curso de Ciência Política e Relações Internacionais, não discutiu estas questões?
- Não, não abordámos isto.
- Como olha para os erros do passado cometidos por alguns partidos comunistas do Leste europeu?
- O PCP, depois do fim da URSS, fez um congresso extraordinário para analisar essa questão. Apesar dos erros cometidos, não se pode abafar os avanços económicos, sociais, culturais, políticos, que existiram na URSS.
- Houve experiências traumáticas...
- A avaliação que fazemos é que os erros que foram cometidos não podem apagar a grandeza do que foi feito de bom.
- Como encara os campos de trabalhos forçados, denominados gulags, nos quais morreram milhares de pessoas?
- Não sou capaz de lhe responder porque, em concreto, nunca estudei nem li nada sobre isso.
- Mas foi bem documentado...
- Por isso mesmo, admito que possa ter acontecido essa experiência.
- Mas não sentiu curiosidade em descobrir mais?
- Sim, mas sinto necessidade de saber mais sobre tanta outra coisa...
Vem aí mais do mesmo
A nova ministra da Educação, Isabel Alçada, é o estereótipo perfeito das ideias socialistas para o ensino: passou pelo SPGL, fez um dos famosos mestrados em Ciências da Educação na Universidade de Boston, fez a preparação do doutoramento, também em Ciências da Educação, na Universidade de Liège, e pertence aos quadros de uma Escola Superior de Educação há mais de 20 anos. Alçada, sendo oriunda de autênticos viveiros de eduquês e pedagogice, cumpre todos os critérios necessários para poder ser nomeada pelo PS. Pode-se por isso dizer que vem aí mais do mesmo.quarta-feira, 21 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Arik

Estalinismo

O jornal britânico The Guardian omitiu os nomes de Menahem Begin, Yitzhak Rabin e Shimon Peres, da lista de laureados com o Prémio Nobel da Paz, que publicou on-line. Só depois de muitos protestos é que emendaram o "erro". História em detalhe aqui.



