segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Milhares contra os Haredim

Milhares de habitantes de Jerusalém, entre seculares e religiosos, protestaram ontem à noite contra a violência e a coerção dos ultra-ortodoxos. A manifestação decorreu entre a Praça Paris e a Praça Zion, no centro da cidade, e teve como lema: "O Irão é aqui, estamos cansados da violência Haredi!"Entre os manifestantes esteve o deputado do Partido Meretz, Nitzan Horowitz, que acusou os Haredim de utilizarem pretextos como os parques de estacionamento, a Intel, e a Pride Parade, para imporem a sua vontade pela força, coerção e violência. Outro manifestante, Yehonatan Alazar, um religioso da cidade, referiu que os Haredim não estão preocupados com o shabat, mas apenas em fortalecer o seu poder em Jerusalém. Muitos cartazes denunciavam o facto de a comunidade Haredi não servir no exercito, não pagar impostos, mas extorquir constantemente dinheiro ao orçamento de estado, principalmente para financiar as suas escolas religiosas.
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sábado, 28 de novembro de 2009
O que dizem os outros
Como de costume, não chega
A resposta do líder palestiniano Mahmud Abbas à moratória anunciada por Benjamin Netanyahu à construção de colonatos foi a que se esperava, aqui. Depois de a ter exigido como condição para o recomeço das negociações de paz, a inesperada resposta positiva de Israel foi considerada insuficiente. Nada, absolutamente nada de novo daquele lado.
Como nota com cristalina clareza o editorial do Jerusalem Post, a resposta de Abbas é lógica e consistente com a tradição. Abbas, mesmo que quisesse, não pode corresponder. Nem sequer fingir que o faz, com eleições à porta. Porque, como é óbvio, não são os colonatos na margem ocidental do Jordão o pomo da discórdia.
Ao contrário do que querem as boas almas, muitas vezes cheias de boa vontade, a questão não é, nunca foi, tão-pouco uma questão de partilha de territórios, mas a da existência de Israel. E, uma vez mais, mesmo que Abbas quisesse condescender, não poderia fazê-lo. Entrar em negociações supõe aceitar o princípio de um compromisso durável entre as partes. Ora é a existência de uma das partes que não pode ser aceite. E, na actual, conjuntura, nem a brincar.
Por Jorge Costa no Cachimbo de Magritte.
Ao contrário do que querem as boas almas, muitas vezes cheias de boa vontade, a questão não é, nunca foi, tão-pouco uma questão de partilha de territórios, mas a da existência de Israel. E, uma vez mais, mesmo que Abbas quisesse condescender, não poderia fazê-lo. Entrar em negociações supõe aceitar o princípio de um compromisso durável entre as partes. Ora é a existência de uma das partes que não pode ser aceite. E, na actual, conjuntura, nem a brincar.
Por Jorge Costa no Cachimbo de Magritte.
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As músicas sóbrias regressam em breve.
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Haredim contra a Intel
Terceira semana de protestos dos Haredim contra a multinacional Intel. Em causa está o funcionamento, durante o Shabat, de uma nova fábrica de microchips em Jerusalém. Há duas semanas, 2 mil de Heredim invadiram o Parque Industrial Hotzvim Har para protestar contra aquilo que consideram ser uma profanação do Shabat. Houve confrontos com a polícia e alguns manifestantes ficaram feridos. Ontem os protestos voltaram, mas desta vez os manifestantes foram apenas 40. O Rabino Yosef Rosenfeld liderou a manifestação.
O presidente da Câmara de Jerusalém, Nir Barkat, opôs-se às pretensões dos Haredim e declarou o seu apoio à continuação das actividades da empresa em Jerusalém. O mesmo indicam as sondagens de opinião realizadas entretanto: 76% dos israelitas (93% nos judeus seculares) acreditam que os protestos ocorreram devido a interesses pessoais e partidários dos rabinos, enquanto que apenas 24% acreditam que foram inspirados pelo amor a Israel e pelo bem estar da sociedade; em relação à actuação da polícia, 53% considera que foi branda de mais, enquanto que 11% considera que usou força excessiva.
O protesto é legitimo, e a liberdade religiosa também, mas a coerção e a violência, em que parte da comunidade haredim se tem especializado, não são. Há muito tempo que Israel tem um problema com os religiosos extremistas. Desde que em 1982 Menahem Begin cobardemente cedeu ao Partido Religioso Nacional, proibindo os voos da El Al ao Sábado, que os sectores mais extremistas da sociedade israelita têm vindo a ganhar terreno.
O caso da Intel é vergonhoso: Jerusalém é a cidade mais pobre de Israel, e simultâneamente a mais religiosa, e é precisamente aquela onde, em vez de se atrair investimento, se afugenta o pouco que consegue sobreviver às mirabolantes regras do judaísmo extremista.
O protesto é legitimo, e a liberdade religiosa também, mas a coerção e a violência, em que parte da comunidade haredim se tem especializado, não são. Há muito tempo que Israel tem um problema com os religiosos extremistas. Desde que em 1982 Menahem Begin cobardemente cedeu ao Partido Religioso Nacional, proibindo os voos da El Al ao Sábado, que os sectores mais extremistas da sociedade israelita têm vindo a ganhar terreno.
O caso da Intel é vergonhoso: Jerusalém é a cidade mais pobre de Israel, e simultâneamente a mais religiosa, e é precisamente aquela onde, em vez de se atrair investimento, se afugenta o pouco que consegue sobreviver às mirabolantes regras do judaísmo extremista.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
13.785.000.000 euros
é o valor do défice orçamental que o anterior governo de José Sócrates deixou ao novo governo de José Sócrates. Tal como há 4 anos, o primeiro ministro age como se não tivesse nada a ver com o assunto e como se o buraco tivesse sido criado por extra-terrestres.
Durante a legislatura anterior, fingiu sempre que o problema não existia, chegando ao ponto de promover a maior distribuição da história: dar um computador a cada criança do ensino primário. Do Magalhães já ninguém se lembra, e de quantos ainda funcionam ainda menos, pois essa "distribuição" serviu apenas para fazer um brilharete junto de determinadas camadas da população, sempre ávidas de receberem coisas, e para arruinar ainda mais as já delapidadas finanças do Estado.
Agora, depois de novamente empossado, e quando os buracos referentes a "medidas emblemáticas" e "distributivas" começam a ser conhecidos, o José Sócrates continua a fingir que não sabe de nada. Mais: conseguiu pôr todos os ministros, incluindo o das finanças, a fingir o mesmo. Mete impressão tanta irresponsabilidade.
Durante a legislatura anterior, fingiu sempre que o problema não existia, chegando ao ponto de promover a maior distribuição da história: dar um computador a cada criança do ensino primário. Do Magalhães já ninguém se lembra, e de quantos ainda funcionam ainda menos, pois essa "distribuição" serviu apenas para fazer um brilharete junto de determinadas camadas da população, sempre ávidas de receberem coisas, e para arruinar ainda mais as já delapidadas finanças do Estado.
Agora, depois de novamente empossado, e quando os buracos referentes a "medidas emblemáticas" e "distributivas" começam a ser conhecidos, o José Sócrates continua a fingir que não sabe de nada. Mais: conseguiu pôr todos os ministros, incluindo o das finanças, a fingir o mesmo. Mete impressão tanta irresponsabilidade.
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Congelamento
O governo israelita aprovou ontem o congelamento por um período de 10 meses de todas as construções na Judeia e Samaria. A decisão, tomada em conselho de ministros, teve 11 votos a favor, 1 contra, e 2 ministros ausentes, entre eles Eli Yishai do Partido Shas (ortodoxo sefardita), que boicotou a votação. A medida abrange apenas as novas construções, deixando de fora as já em andamento.
Logo a seguir à aprovação, o primeiro-ministro Netanyahu deu uma conferência de imprensa, onde anunciou a decisão e declarou que "o governo de Israel deu um passo importante em direcção à paz, façamos juntos a paz".
O Partido Kadima, o maior da Oposição, já reagiu favoravelmente à decisão governamental, mas lamentou que a mesma tenha sido tomada em resultado da pressão internacional e demasiado tarde.
Do lado dos palestinianos, já há reacções a esta reviravolta israelita: continuam a recusar voltar à mesa nas negociações, porque o congelamento anunciado não inclui a capital de Israel, Jerusalém. Chantagem uma vez, chantagem sempre, principalmente quando resulta. Israel cedeu desta vez, e já obteve um "não" como resposta, resta saber se continuará a fazer cedências atrás de cedências, sem obter nada em troca. Nem que seja o regresso dos palestinianos à mesa das negociações. Será curioso verificar o que acontecerá se as construções pararem e as conversações não começarem.
Logo a seguir à aprovação, o primeiro-ministro Netanyahu deu uma conferência de imprensa, onde anunciou a decisão e declarou que "o governo de Israel deu um passo importante em direcção à paz, façamos juntos a paz".
O Partido Kadima, o maior da Oposição, já reagiu favoravelmente à decisão governamental, mas lamentou que a mesma tenha sido tomada em resultado da pressão internacional e demasiado tarde.
Do lado dos palestinianos, já há reacções a esta reviravolta israelita: continuam a recusar voltar à mesa nas negociações, porque o congelamento anunciado não inclui a capital de Israel, Jerusalém. Chantagem uma vez, chantagem sempre, principalmente quando resulta. Israel cedeu desta vez, e já obteve um "não" como resposta, resta saber se continuará a fazer cedências atrás de cedências, sem obter nada em troca. Nem que seja o regresso dos palestinianos à mesa das negociações. Será curioso verificar o que acontecerá se as construções pararem e as conversações não começarem.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Read my lips
“(...) não haverá aumento de impostos, porque a prioridade deste orçamento e dos próximos tempos será sem dúvida o crescimento económico e o emprego”.
José Sócrates, hoje, numa acção de propaganda em Loures.
José Sócrates, hoje, numa acção de propaganda em Loures.
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Memoshoa
Associação Memória e Ensino do Holocausto foi fundada por Esther Mucznik, vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, por Ricardo Presumido, Paula Leal Presumido e Marta Torres, professores de História. Está aberta à participação e colaboração de todos os interessados no desenvolvimento da memória e ensino do Holocausto em Portugal.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Ranking
O que foi considerado o melhor ministro do Governo português é o 15º em 19 ministros das finanças a nível europeu. Imagine-se em que lugar ficariam as Anas Jorges, os Santos Silvas, e outros que tais. Elaborado pelo Financial Times.sábado, 21 de novembro de 2009
Índice Guerra e Paz
O índice Guerra e Paz da Universidade de Tel Aviv divulgou que 75% da população judaica de Israel apoia a realização de conversações de paz com a Autoridade Palestiniana. É o valor mais alto dos últimos anos. O índice revelou também que em relação às construções na Judeia e na Samaria, 47% consideram que é importante parar, enquanto que para 50% não é.
Em relação à percepção que os israelitas têm da mediação americana do conflito com os palestinianos, 55% consideram Barack Obama pró-palestiniano, 31% consideram-no neutro, e apenas 5% o julgam pró-israelita.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A socretinização de Teixeira dos Santos

Quando substituiu Campos e Cunha em Julho de 2005, Teixeira dos Santos, imediatamente transmitiu ao país uma imagem de rigor, seriedade e competência. A antítese de José Sócrates. Poder-se-ia julgar que com o passar do tempo, o primeiro-ministro adquirisse algumas das qualidades do seu ministro das finanças. Mas não, aconteceu o que costuma acontecer na escola quando se colocam na mesma carteira um bom aluno e um mau aluno: o bom adquire algumas das características do mau, e não o contrário. Foi o que aconteceu a Teixeira dos Santos. Socretinizou-se. O primeiro sintoma surgiu no Verão de 2008, quando ambos anunciam ao país do fim da crise (precisamente quando ela começava) e a descida do IVA. A partir desse dia Teixeira dos Santos revelou uma enorme incompetência para o lugar. Dai para cá, tem sido uma enxurrada de asneiras, que culminaram com a aprovação ontem de um orçamento rectificativo, quando passou meses a negar essa necessidade. O que leva uma pessoa séria a entrar no jogo da mentira e da propaganda? Só pode ser a má influência de José Sócrates e o convívio diário com tantos socialistas.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Jerusalém
Israel aprovou a construção de 900 casas no bairro de Gilo em Jerusalém. Em qualquer outro lugar do mundo, tal aprovação seria completamente ignorada. Mas não neste caso, Israel é o único país que tem constantemente a imprensa e os governos internacionais a ingerirem-se nos seus assuntos de natureza municipal. A Casa Branca, por exemplo, já se mostrou "consternada" com a construção das novas habitações.Para além de não se indignar com outros assuntos, a administração Obama ainda não percebeu um facto básico: Jerusalém é a capital de Israel, e todos os aspectos referentes a gestão da cidade são assuntos do Estado de Israel. Com estas interferências, a Casa Branca não só se intromete na política interna de outro país, como insiste em querer tornar árabe uma cidade que é judaica, e em ignorar completamente a história recente da região.
Jerusalém foi abandonada à sua sorte pela comunidade internacional em Maio de 1948. Na altura, tal como hoje, a maioria da população era composta por Judeus. Apesar disso, o plano de partilha da Palestina previa para Jerusalém um estatuto de cidade internacional. Não passou das previsões: enquanto que a Agência Judaica aceitou esse estatuto, a Assembleia Geral das Nações Unidas rejeitou três propostas que visavam colocar a cidade sob a sua administração. Na linha da frente da rejeição surgiram os estados árabes, que contra toda a demografia da época, insistiam em decretar Jerusalém como árabe. As Nações Unidas não assumiram as suas responsabilidades como estava previsto. Os árabes, exultantes com a derrota das propostas, decretaram que a guerra resolveria a situação (e que expulsariam os Judeus). Foram cumpridos os desejos de ambos e Israel conquistou a cidade, primeiro uma parte (em 1948), depois o resto (em 1967).
Se a História tivesse decorrido de outra maneira, e os estados árabes tivessem ganho as guerras e expulso os Judeus, como prometiam, toda a discussão em torno de Jerusalém não se verificaria. A conquista árabe seria vista como consequência de uma guerra e por isso com benevolência e naturalidade. Como foi o contrário que aconteceu (com excepção da expulsão dos árabes, que não se chegou a verificar), todos os dias há declarações criticando a soberania israelita.
Os que abandonaram Jerusalém e os que os que a queriam tomar ilegitimamente, surgem agora muito indignados como a construção de casas em determinados bairros. Deveriam ter pensado nisso em 1948.
Jerusalém foi abandonada à sua sorte pela comunidade internacional em Maio de 1948. Na altura, tal como hoje, a maioria da população era composta por Judeus. Apesar disso, o plano de partilha da Palestina previa para Jerusalém um estatuto de cidade internacional. Não passou das previsões: enquanto que a Agência Judaica aceitou esse estatuto, a Assembleia Geral das Nações Unidas rejeitou três propostas que visavam colocar a cidade sob a sua administração. Na linha da frente da rejeição surgiram os estados árabes, que contra toda a demografia da época, insistiam em decretar Jerusalém como árabe. As Nações Unidas não assumiram as suas responsabilidades como estava previsto. Os árabes, exultantes com a derrota das propostas, decretaram que a guerra resolveria a situação (e que expulsariam os Judeus). Foram cumpridos os desejos de ambos e Israel conquistou a cidade, primeiro uma parte (em 1948), depois o resto (em 1967).
Se a História tivesse decorrido de outra maneira, e os estados árabes tivessem ganho as guerras e expulso os Judeus, como prometiam, toda a discussão em torno de Jerusalém não se verificaria. A conquista árabe seria vista como consequência de uma guerra e por isso com benevolência e naturalidade. Como foi o contrário que aconteceu (com excepção da expulsão dos árabes, que não se chegou a verificar), todos os dias há declarações criticando a soberania israelita.
Os que abandonaram Jerusalém e os que os que a queriam tomar ilegitimamente, surgem agora muito indignados como a construção de casas em determinados bairros. Deveriam ter pensado nisso em 1948.
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Israel
Resultado: - 77 000 empregos
Depois de tanto optimismo continuam a aparecer os resultados de 14 anos de governo socialista. Só na anterior legislatura perderam-se 77 mil empregos. Não há um único anúncio, objectivo ou horizonte, propagado por José Sócrates que tenha sido atingido. Intenções e profecias também não.segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Triple Alliance


Milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Buenos Aires contra a visita do Presidente Shimon Peres à Argentina. Alguns manifestantes empunharam cartazes onde se podia ler "Morte a Israel sionista-fascista, oficial do imperialismo americano no Médio Oriente, assassino do povo palestino!", outros levavam panfletos com crianças mortas e frases que apelidavam o presidente israelita de assassino.Os manifs eram constituídos por vários grupos distintos, uns eram abertamente "pró-muçulmanos", outros intitulavam-se de "defensores dos direitos humanos" e outros de "convergência de esquerda". Do lado dos "pró-muçulmanos", para além vários cartazes glorificando o líder do Hezbolah, Hassan Nasrallah, e o líder supremo do Irão, Ayatollah Ali Khamenei, houve ameaças físicas a jornalistas suspeitos de serem israelitas.
Um excelente exemplo da moderna aliança entre "defensores dos direitos humanos", esquerda folclórica e islamo-fascistas. Os extremos costumavam tocar-se, mas neste caso, estão misturados e em convergência absoluta.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Poluição na China
Antes de entrar numa cimeira sobre alegadas "alterações climáticas", o Presidente Barack Messias Obama, irá visitar a China. Seria bom que desse uma espreitadela aos locais mais poluídos desse país (como o da foto), talvez deixasse de ser tão politicamente correcto.Mais fotografias da poluição na China aqui. Não recomendado a ecologistas impressionáveis.
Via Fiel Inimigo.
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China
Israel rejeita a declaração unilateral de um Estado palestiniano
Num discurso no Fórum Saban que decorre em Jerusalém, o primeiro-ministro Netanyahu deixou bem claro que se a AP optar por decisões unilaterais, Israel fará o mesmo. Em causa estão a declarações do negociador palestiniano, Saeb Erekat, que referiu que a AP está a ponderar pedir à ONU que reconheça a declaração unilateral de um Estado palestiniano.
O presidente Shimon Peres, de visita à Argentina, concordou com o primeiro-ministro, afirmando que não é possível estabelecer um estado palestiniano sem um acordo prévio de paz. O mesmo pensam o ministro dos negócios estrangeiros, Avigdor Lieberman, e o da defesa, Ehud Barak.
Mais uma vez as partes divergem, com Israel a querer encetar negociações de paz, e com a AP a recusar negociar e a ameaçar com decisões unilaterais. Recorde-se que a criação de um estado palestiniano, nos territórios da Judeia e da Samaria, é um ideia largamente apoiada em Israel. Tal só não avançou ainda na prática, porque os líderes palestinianos não se entendem sobre qual o caminho a seguir. Enquanto o Hamas, que ocupa a Faixa de Gaza, jura a morte de Israel, a AP entrou num processo de chantagem, afirmando que só negoceia depois de Israel cumprir com todas as suas exigências.
O presidente Shimon Peres, de visita à Argentina, concordou com o primeiro-ministro, afirmando que não é possível estabelecer um estado palestiniano sem um acordo prévio de paz. O mesmo pensam o ministro dos negócios estrangeiros, Avigdor Lieberman, e o da defesa, Ehud Barak.
Mais uma vez as partes divergem, com Israel a querer encetar negociações de paz, e com a AP a recusar negociar e a ameaçar com decisões unilaterais. Recorde-se que a criação de um estado palestiniano, nos territórios da Judeia e da Samaria, é um ideia largamente apoiada em Israel. Tal só não avançou ainda na prática, porque os líderes palestinianos não se entendem sobre qual o caminho a seguir. Enquanto o Hamas, que ocupa a Faixa de Gaza, jura a morte de Israel, a AP entrou num processo de chantagem, afirmando que só negoceia depois de Israel cumprir com todas as suas exigências.
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sábado, 14 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A oportunidade de Cavaco
Interrogado sobre o processo "Face Oculta", o Presidente da República escusou-se a fazer comentários directos sobre o assunto, mas manifestou a sua preocupação em relação ao caso.
O Chefe de Estado é o maior beneficiado com a situação criada, pois cada dia que passa, os "casos" à volta do primeiro-ministro aumentam. Por muita presunção de inocência que lhe ponham em cima, é cada vez mais evidente que José Sócrates não é flor que se cheire. Cavaco tem aqui a sua oportunidade de ficar novamente numa posição moral superior. Com este primeiro-ministro será facílimo.
O Chefe de Estado é o maior beneficiado com a situação criada, pois cada dia que passa, os "casos" à volta do primeiro-ministro aumentam. Por muita presunção de inocência que lhe ponham em cima, é cada vez mais evidente que José Sócrates não é flor que se cheire. Cavaco tem aqui a sua oportunidade de ficar novamente numa posição moral superior. Com este primeiro-ministro será facílimo.
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