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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Made in Israel - "Shalom Belfast"


Nada melhor do que um documentário, "Shalom Belfast" de seu nome, para fechar as hostilidades de "Made in Israel".
Quanto às hostilidades em cena, eram as do conflito entre os Católicos e os Protestantes na Irlanda do Norte, aos olhos de um Israelita expatriado por aquelas bandas e que ia comparando e comentando as motivações que levavam tais facções a, respetivamente, apoiar a independência da Palestina e o direito dos Judeus em terem o seu próprio país. (Claro que, além das hostilidades em cena, haviam hostilidades à porta do evento com os protestantes da praxe).
Melhor ainda do que a ideia de acabar o festival com este documentário, foi o fato de o dito ter sido seguido por uma aberta discussão sobre os conflitos em questão. Vários pontos de vista foram expostos e em nenhum acordo culminou o diálogo. Afinal a pluralidade é, e sempre será, a palavra de ordem no Estado Sionista - e que é, por sinal, a única democracia no Médio Oriente. 

domingo, 8 de dezembro de 2013

Made in Israel - "Fill the Void"

"Fill the Void" foi o filme escolhido para o início da tarde de Domingo. "Fill the Void" é um filme sobre o secreto seio das famílias Judaicas e Ultra-Ortodoxas de Jerusalém. 
No fundo, é um bom filme para ver-se em família, numa tarde de domingo, numa espécie de matiné tardia. Porque um Festival de Filmes Israelitas é um Festival de Filmes de um país, ponto. 
A tão falada política e propaganda é património dos que contra tal (cultural) evento protestam. Esta tarde, os ditos não compareceram. Devem (finalmente) ter percebido o que significa terem-lhe dado o democrático direito da idiotia.  

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Made in Israel - "Traffic Light" & "Loaded"


À entrada, depois de a simpática da recepcionista ter-me passado de pronto cartão (de entrada), é a vez do segurança me fazer uma das perguntas-chave e da praxe:
- Are you carrying something that was given to you on the way to the Cinema?
- No. I wish I had the chance to meet somebody who has given me some money.
O segurança sorri e, com a mão, manda-me entrar na sala de cinema.
Assisto a duas séries de comédia Israelitas. Se por cada gargalhada dada por uma piada sobre dinheiro tivesse ganho dez mil Shekels, a esta hora estaria rico. 
Mas estou só jantado. Pizza e refrigerante à conta da Embaixada. O bilhete também foi à borla. E ainda há quem os queira caluniar, chamar de forretas e fazer com que semita e avaro sejam sinónimos no dicionário da língua do sempre.  

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Aí & Aqui



domingo, 12 de maio de 2013

Judaica

 (Clique na imagem para ampliar)
Judaica - 1ª mostra de cinema e cultura.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O polícia

Estreou em Portugal o filme israelita O Polícia. Escrito e realizado por Nadav Lapid, a película recebeu o prémio especial do júri em Locarno e participou na edição de 2011 do Lisboa & Estoril film festival.

sábado, 28 de abril de 2012

Israel do passado

Os actores Jonathan Sagall (Bobby), Yftach Katzur (Benji) e Zach Noy (Hushie) numa cena do filme Eskimo Limon (Gelado de Limão). O Eskimo Limon, realizado por Boaz Davidson, foi lançado em 1978 e rapidamente se tornou  no maior sucesso de sempre do cinema israelita. Nos anos seguintes contou com 8 sequelas, a última das quais em 2001.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Semana do cinema português em Tel Aviv

Inicia-se hoje a semana do cinema português na cinemateca de Tel Aviv. O filme "O nosso cônsul em Bordeus" será o primeiro dos cinco que serão exibidos. O actor Vítor Norte estará na abertura do evento que conta com o apoio do ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, do Secretário de Estado da Cultura, do Instituto Camões, e do Instituto do Cinema e Audiovisual.
A semana do cinema português decorrerá também nas cinematecas de Jerusalém e de Haifa. Informação em português aqui.

sábado, 18 de setembro de 2010

Quando as causas politicamente correctas colidem

Tal como aqui se disse, a Embaixada de Israel prestou apoio oficial à 14ª edição do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa - Queer Lisboa 2010. Esse facto aparentemente passou  despercebido aos auto-intitulados defensores dos palestinianos e de todas as causas politicamente correctas. Descoberto o patrocínio, imediatamente se abriram as portas do Inferno. Já há manifestações de repúdio contra o apoio israelita a um festival que devia ser promotor da aceitação dos homossexuais, da tolerância e da paz. Causas bonitas e que estão sempre na boca de algumas pessoas, excepto quando colidem com os seus interesses. É o que se passa neste caso,  pois as totalitárias e pouco tolerantes associações protectoras dos gays  não gostaram de perder o protagonismo, e num ápice montaram um circo de protesto em torno de um simples apoio institucional.  Uma grande contradição, pois dizem-se defensores dos direitos dos homossexuais, mas repudiam o país do Médio-Oriente  que mais abertura dá a este assunto, ao mesmo tempo que se dizem apoiantes dos palestinianos, um povo abertamente homofóbico e que é conhecido pelas perseguições que faz aos seus gays e lésbicas. Os mistérios de tal contradição encontram explicação em três palavras: Bloco de Esquerda. Este partido, para além de ser geneticamente anti-sionista, considera-se dono das minorias,  dominando os movimentos  homossexuais. Por isso, é-lhe impossível admitir que um país como Israel apoie um festival de cinema gay. É contra-natura e estraga-lhe a cartilha ideológica. 
Não há muito a fazer em relação a isso, excepto denunciar o totalitarismo do BE e das suas associações satélite,  que com protestos destes acabam por se mostrar mais preconceituosas do que muitos homofóbicos.
Na foto a parada gay de Tel Aviv de 2010, que juntou 100 mil pessoas, quase tantas quanto os eleitores do Bloco de Esquerda e bem mais do que os filiados em associações do tipo panteras rosa.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

À atenção dos militantes do Bloco de Esquerda

Israel vai participar na 14ª edição do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa - Queer Lisboa 2010 - com três filmes: I shot my love de Tomer Heymann, Hyacinthus Lullaby de Na'ama Landau, e The Traitor de Tomer Velkoff. O festival conta com o apoio oficial da Embaixada de Israel.
O realizador Tomer Haymann estará presente no certame no dia de exibição da sua obra.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A vida de Anne Frank será um filme


A vida de Anne Frank vai ser contada no cinema. Foi anunciada a realização de um filme pela Disney que terá David Mamet como realizador. Este anúncio surge pouco tempo depois da inclusão do famoso diário no património documental da UNESCO e no mesmo ano em que Anne faria 80 anos se fosse viva.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Hamaswood

Paralelamente ao terrorismo, à propaganda e à ocupação brutal da Faixa de Gaza, o Hamas dedica-se agora a uma nova actividade: o cinema. "Imad Aqel" é o primeiro filme de ficção produzido pela organização terrorista palestiniana e está em exibição em Gaza.
O ministro do Interior, Fathi Hamad, é o produtor do filme e Mejed Jendeya o realizador.
Da sinopse sabe-se que o herói é Aqel, um soldado palestiniano que matou 13 israelitas, e que uma das personagens afirma que "matar soldados israelitas é venerar Deus".
A película, que se arrisca a uma palma de ouro em Cannes, é o resultado do know how acumulado pelo Hamas, nas encenações que levou a cabo durante a operação "Chumbo endurecido".
Seria de esperar, depois da tão propagada destruição da Faixa de Gaza, que as autoridades administrantes se concentrassem na reconstrução. Mas não, parece que o cinema se tornou prioridade. Resta saber quem é que está a financiar a veia artística dos mártires da causa palestiniana.