segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Estátuas

As estátuas do Estaline, do Lenine, do Che e mais recentemente as do Hugo Chavez não lhes causaram qualquer calafrio. As avenidas Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves também não. Mas quando se fala em cónegos, o caso muda de figura. A extrema-esquerda a demonstrar o quão democrática é.

3 comentários:

Anónimo disse...

Também vi o comentador Xico Louçã na televisão (que gosta de ser tratado por Professor, ao contrário do Álvaro, porque isto do respeitinho é muito bonito) no fim de semana a arengar sobre este assunto.
Muito ofendido, o Xico referia que o cónego Melo tinha cometido o crime de abraçar o Ramiro Moreira, e vai de mostrar a fotografia!... A criatura que para lá anda no programa com ele, em vez de lhe mostrar uma fotografia do Cunhal a abraçar o Estaline, ou de lhe perguntar se a indignação sobre o Ramiro era extensível aos operacionais das FP-25, limitou-se a deixar a besta, perdão (!) o Senhor Professor, a zurrar e dar mais uns coices na história.
Em síntese o discurso do ódio do Xico resume-se a isto: se matarmos os da direita, ou seja todos os que não concordam com ele, incluindo velhos e bébés pelo caminho (S. Mansos) não há problema, está tudo certo.
AM

I. B. disse...

E a do Salazar, continuarão a dinamitá-la regularmente, ou já desistiram? :-)

I.B.

Anónimo disse...

No pilar Norte da ponte Salazar, incluídos num texto alusivo à sua inauguração, estavam os nomes dos operários que morreram durante a sua construção, bem visíveis para quem se deslocava no sentido Lisboa Algés.
A ponte passou a chamar-se 25 de Abril, e o texto a honrar a memória desses trabalhadores saiu de lá... E assim se faz, ou - melhor - inventa a «História».
AM