O acordo hoje firmado entre o líder da Oposição e o primeiro-ministro, mais não é que do que um Bloco Central informal. Ao contrário do que José Sócrates havia dito, o Bloco Central não era uma ilusão, e poderia perfeitamente acontecer. A única coisa que ainda não se sabe, é se acontecerá o mesmo que em 1985: o PS passar à Oposição. Será mau de mais se isso não acontecer.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
domingo, 10 de maio de 2009
Uma ilusão como as outras...
... que anda a espalhar pelo país. José Sócrates diz que o Bloco Central "é uma ilusão", reafirmando que a maioria absoluta para o PS é "a melhor forma de garantir a estabilidade política e ajudar as pessoas a enfrentar a crise".
O primeiro ministro é um perito em anunciar ilusões. Já tem várias no currículo: o "Magalhães"; os 150 mil empregos; o salvamento de empresas; o não aumento dos impostos; o via CTT; o "Novas Oportunidades"; a redução da despesa pública; entre muitas outras.
Depois de anos a anunciar fantasias, Sócrates afirma agora que a questão do Bloco Central é uma ilusão. Talvez seja a única que se torne realidade.
O primeiro ministro é um perito em anunciar ilusões. Já tem várias no currículo: o "Magalhães"; os 150 mil empregos; o salvamento de empresas; o não aumento dos impostos; o via CTT; o "Novas Oportunidades"; a redução da despesa pública; entre muitas outras.
Depois de anos a anunciar fantasias, Sócrates afirma agora que a questão do Bloco Central é uma ilusão. Talvez seja a única que se torne realidade.
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Bloco Central: uma hipótese como outra qualquer
O país político anda entretido com a novela do "Bloco central". Depois de este assunto ter sido abordado por Mário Crespo na entrevista a Manuela Ferreira Leite, não se fala noutra coisa. Todos os líderes partidários já vieram a terreno mostrar a sua repulsa pela ideia. Hoje foi a vez de MFL voltar a desdizer-se, ao afirmar que “Isso [uma coligação] é verdadeiramente impensável”.Percebe-se perfeitamente que ninguém queira, a esta distância das eleições, estar a fazer conjecturas de governo. Mas o que já não se percebe é a repulsa geral pela ideia. É uma hipótese com outra qualquer. Nem mais nem menos. Mas só deve ser equacionada depois das eleições. De que serve andar neste momento com histerismos, se a questão não se coloca agora? Por que é que não se faz o mesmo escrutínio às outras coligações possíveis: PS/PCP; PS/BE; PS/CDS; ou PSD/CDS? A quem interessa discutir apenas esta coligação?
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