domingo, 5 de maio de 2013

O Pallywood sírio


A reportagem da TV do Hezbollah que passou no Telegraph.
As imagens mostram uma enorme devastação, seguida de um militar sírio a afiançar que a área atacada pela Força Aérea Israelita é habitada em 99% por civis, sem explicar em que consistem os outros 1%. Por fim, a prova de que a área era de facto civil: um galo, que miraculosamente sobreviveu às explosões sem sequer sujar as penas, aparece a passear no meio dos escombros. Se o galo está ali é porque de facto se trata de uma zona civil, pois nas instalações militares não há galos.
Via Elder of Zion.

7 comentários:

Lura do Grilo disse...

Pensava que era só uma fábrica de leite: um leite imensamente explosivo!

I. B. disse...

Era um galo especialmente resistente e astuto... :-)

I.B.

Luís Lavoura disse...

(1) Se a área era 99% civil, mesmo que o restante 1% fosse militar, o ataque será de duvidosa moralidade.

(2) Não me parece peculiarmente estranho que um galo sobreviva a explosões sem se sujar. As explosões nunca destroem tudo.

DL disse...
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DL disse...
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DL disse...
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DL disse...

(1) O que é de duvidosa moralidade é o Governo Sírio permitir que passem armas para um 'partido político' de um estado vizinho, interferindo constantemente na vida desse estado e permitindo assim que esse 'partido político' ameace constantemente Israel.

Nunca o vi falar aqui em moralidade quando foram morrendo as 120 mil vítimas do conflito sírio, nem quando morteiros foram disparados da síria para Israel há pouco mais de 1 mês, nem quando 25 pessoas foram mortas num 'campo de refugiados palestinianos' perto de Damasco por aviões da Força Aérea Síria.
Aliás dos muitos posts que aqui coloquei sobre o conflito sírio, este é o primeiro onde o Luís Lavoura comenta, precisamente para pôr em causa a moralidade de Israel.

(2) Já vi que não lhe passa pela cabeça que aquilo fosse uma instalação militar e que o galo tivesse lá sido colocado depois para dar a entender que se tratava de uma quita agrícola.