sábado, 8 de maio de 2010

Em Angola não há gays, isso é coisa de brancos

 A nomeação do embaixador de Israel em Luanda foi recusada por Angola devido ao facto do Embaixador, Yitzhak Yanuka, ser assumidamente homossexual, de acordo com um relatório publicado na imprensa.
O embaixador israelita Yitzhak Yanuka está em Angola com seu parceiro, Mikey Goldstein, desde 1995. Goldstein é o chefe da Jerusalém Open House, e durante anos foi um activista da comunidade gay e lésbica de Israel.
O resto da história no Blogue Corta-fitas e no The Jerusalem Post.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Hoje, numa qualquer escola de aferição

Os cépticos podem descarregar a prova de aferição de Matemática de 6º ano aqui.

Ministra volta atrás

A falta disciplinar marcada a Isabel Alçada teve efeitos: foi hoje retirado do concurso de professores contratados o campo referente à avaliação de desempenho. Nem sempre a teimosia vence.

Israel commercial - O Rabino Duracell

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Falta disciplinar

A ministra da Educação, Isabel Alçada, foi hoje condenada por desobediência ao tribunal pelo facto de o Ministério da Educação (ME) não ter ainda suspendido os efeitos da avaliação no concurso para professores contratados.
Como é que é possível disciplinar o sistema educativo se o topo se comporta como os alunos indisciplinados? Que moral tem a ministra Alçada quando fala em disciplina e autoridade na sala de aula? As respostas são simples: não é possível, e nenhuma.
Em apenas 24 horas conheceram-se mais dois exemplos da cretinice larvar que mina o partido do governo: num dia um deputado ladrão, no outro uma ministra indisciplinada.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Depositário transitório

Apesar de  peritos em relativizar, disfarçar e deturpar a realidade, ainda existiam alguns conceitos que os socialistas  não tinham conseguido descaracterizar. O de roubo era um deles.  Mas hoje, com o deputado Ricardo Rodrigues a classificar de "posse irreflectida" a apropriação indevida que fez de dois gravadores, tudo muda. É o primeiro passo para o termo "ladrão" ser banido do léxico português. Não demorará muito até ser politicamente incorrecto chamar gatuno a alguém. Em vez disso, terão de se utilizar expressões como "possuidor irreflectido", "receptor acidental", "depositário transitório" ou "portador distraído". Todo um mundo de novas opções e possibilidades. A Dr.ª Ana Maria Bettencourt, como perita que é nestas novas terminologias, pode ir estudando o assunto para depois se decidir qual é a melhor.
No entanto, os acontecimentos hoje tornados públicos não ficam nada bem a um deputado  insuspeito de pedofilia e desfalque, e que costuma falar pelo PS em assuntos relacionados com a corrupção e a transparência. Ainda se arrisca a que lhe estraguem a reputação.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sabão azul e branco

Em vez de ficar em casa sossegado, e  poupar Portugal ao enfado dos dicionários de português-alegrês,  Manuel Alegre decide avançar  rumo a Belém. O poeta-candidato deu hoje o tiro de partida, declarando-se convencido que o país necessita do seu contributo, e assegurando que se trata de uma candidatura “suprapartidária, mas não neutra”.
Aguarda-se, pois, com expectativa o número de partidos que  o suprapartidário Alegre abarcará, e qual será o PH da sua candidatura. A julgar  pelo ar do candidato, não andará longe do PH do sabão azul e branco.

Avança a construção do Canal Mar Branco - Báltico

Aparentemente já nada pode parar o TGV. Com o Bloco de Esquerda a dar o seu apoio ao projecto, a proposta do CDS está praticamente condenada. Outra coisa não seria de esperar num país onde a extrema-esquerda sempre teve uma enorme atracção por tudo o que é mastodôntico. A esta hora, já os ideólogos do PCP e do BE imaginam bandos de trabalhadores caminhando em direcção à empreitada, ansiosos por participar no renascimento do homem novo, etc. A diferença é que,  ao contrário de outras glórias do passado, não se prevê que a construção do TGV seja grátis. Um pequeno pormenor que não parece incomodar estes  dois partidos. Afinal de contas, quanto mais depressa Portugal falir, melhor. É disso que vivem.

sábado, 1 de maio de 2010

À atenção dos defensores do povo palestiniano e de todas as causas politicamente correctas

Parece que finalmente os palestinianos descobriram que a Faixa de Gaza tem as fronteiras com o Egipto  bloqueadas.  Até agora  tinham protestado apenas, e  invariavelmente, contra o hediondo bloqueio sionista, fonte de propaganda e de capital de queixa, e que tem feito as delícias dos agitprops da extrema-esquerda ocidental. 
Depois desta fantástica descoberta, espera-se que a todo o momento  os solidários e pacifistas defensores do martirizado povo palestiniano também se apercebam que a Faixa de Gaza está sob a brutal ocupação do Hamas.

Israel do passado

Reunião do 1º de Maio do Partido Mapan (Partido dos Trabalhadores Unidos), 1950. No cartaz pode ler-se "1º de Maio para a Paz e Fraternidade dos Povos".
Na altura o  Mapan era o segundo  maior partido da Knesset, com 19 dos 120 deputados. O maior era o Partido Mapai (Partido dos Trabalhadores de Eretz Ysrael) que detinha 46 deputados. Ambos estiveram na origem dos actuais Partido Meretz e  Partido Trabalhista.

Cartaz da Histadrut (Federação Geral dos Trabalhadores da Terra de Israel) alusivo ao 1º de Maio, 1954

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O que dizem os outros

 Uma das mais insignes forças de cariz fascista e anti-semita, o Bloco de Esquerda, sempre pactuou com o despesismo e com toda e qualquer engorda do estado. Na hora da verdade, mesmo perante a manifesta falta de dinheiro, sempre o Bloco de Esquerda defendeu o despesismo que resultaria, evidentemente, numa maior corrida do estado ao crédito bancário nacional ou internacional.
A razão deste frenesim era óbvia: para o Bloco de Esquerda toda e qualquer engorda do estado vinha a calhar porque se apresentava como paladina da "defesa dos direitos adquiridos".
Continue a ler no Fiel Inimigo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Um programa que devia ser visto por todos

Medina Carreira, Nuno Crato e Paulo Guinote, num debate sobre a escola e a indisciplina que por lá manda.

Sócrates agradece

O novo líder do PSD mal chegou ao lugar e já se está a descredibilizar. A  sua primeira grande acção foi ir a correr para os braços do primeiro-ministro.  Sócrates agradece,  pois não só não é responsabilizado pela situação a que deixou chegar o país, como ainda consegue marcar mais uns pontos no seu passatempo favorito: a propaganda. 
Passos Coelho em vez de fazer oposição, prefere dar a sua caução a um primeiro-ministro incompetente,  irresponsável e com enorme falta de carácter. A continuar assim, arrisca-se a que lhe aconteça o mesmo que acontece a todos os que colaboram com o socretinismo: tornar-se-á irrelevante e rapidamente passará à história.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Vontade não lhe falta

O PS matou os professores, por Henrique Raposo, no Expresso.

Música de Israel


Aya Korem, Yonatan Shapira

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Responsáveis, procuram-se

O Ministério da Educação demorou 27 meses a reconhecer aquilo que qualquer professor percebeu ao fim de 27 minutos: a existência de  provas de recuperação era uma medida sem pés nem cabeça, inexequível, complicada, mal explicada e ineficaz. Apesar disso, foram teimosamente mantidas durante mais de dois anos. Ao longo de todo esse tempo, milhares de provas de recuperação foram feitas, com um desperdício de toneladas de  papel e  um gasto incalculável em horas de trabalho. E para quê? Para nada. Rigorosamente para nada.
Como é costume nestas situações, ninguém foi responsabilizado. Nem os responsáveis políticos que tiveram a ideia, nem  os "peritos" do ministério que a redigiram. Mas deviam sê-lo,  não só porque conceberam um monstro burocrático que gastou milhões de euros ao Estado, mas principalmente porque o fizeram com intenção de castigar e desautorizar os professores, corroendo com isso a pouca disciplina que ainda existia nas escolas.
Poder-se-ia pensar que uma vez reconhecido o erro, o ministério emendasse. Mas não, o novo estatuto do aluno  continua a prever pérolas como "o aluno com excesso de faltas deve ser objecto de medidas de diferenciação pedagógica com o objectivo de promover aprendizagens que não tenham sido realizadas em virtude da falta de assiduidade” e "sempre que um aluno for suspenso preventivamente, a tutela diligencia a prestação de apoio médico e psicológico aos envolvidos e seus familiares, através de uma equipa multidisciplinar". Já se está mesmo a ver onde é que isto vai dar.

domingo, 25 de abril de 2010

Israel do passado

Soldados pedem boleia, Petah Tikva, 1970

Banco de Israel aumenta previsão de crescimento para 2010

O Governador do Banco de Israel, Stanley Fischer, apresentou ao Presidente Peres e ao primeiro-ministro Netanyahu, o relatório anual sobre a economia israelita. O documento prevê que o PIB cresça este ano 3,7%  (contra 3,5% da anterior previsão) e que o desemprego desça para 7% (contra uma taxa de 7,4% em 2009).
Fischer atribui o bom desempenho económico às políticas de redução das taxas de juro e de intervenção no mercado cambial. Estas medidas protegeram o sector exportador e permitiram à economia israelita resistir  à crise económica mundial. O Governador declarou ainda que Israel é o primeiro país do mundo a entrar na estabilização pós-recessão, tendo já iniciado um ciclo de subida das taxas de juro.

sábado, 24 de abril de 2010

Está para nascer um primeiro-ministro que goste mais de portos do que eu

Alheio aos problemas que afligem o país e aborrecido por não ter mais nada que fazer, o primeiro-ministro ocupa as tardes em acções de campanha eleitoral.
Depois de se ter dedicado ao problema dos sofás, e de ter dado uma perninha à Madeira e ao Alqueva, Sócrates regressa ao fascinante mundo dos portos marítimos. Desta vez o feliz contemplado foi o terminal de cruzeiros do porto de Leixões, que teve hoje direito a corte de fita. Como se isto tudo não bastasse, entre a tesourada e os sorrisos para o telejornal, Sócrates  ainda conseguiu  entreter a assistência com conversa da treta, declarando que adora portos. Mais um exemplo de como os níveis de cretinismo do primeiro-ministro estão em constante crescimento e  reinvenção.  É este o destino dos portugueses: serem mal governados e ainda por cima gozados.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Optimismo

"O Governo tem de dar optimismo ao país", diz António Costa na Quadratura do Círculo. Está assim apresentada a solução para a crise portuguesa: o optimismo.  Fácil, fácil, e ainda por cima é de borla. Muitíssimo  mais barato do que o  "investimento público" apregoado há 6 meses.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Não há festa nem festança

onde não vá o primeiro-ministro. Ontem na Madeira a passear na festa da flor, hoje em Alqueva a inaugurar empreendimentos feitos por privados, nada lhe escapa. Se isto não é uma campanha eleitoral, o que será uma campanha eleitoral?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

@ 62

Yom Ha'atzmaut, dia da independência.

domingo, 18 de abril de 2010

Os israelitas que tratem do assunto

O presidente Hussein Obama não quer sabe travar um Irão nuclear. Outra coisa não seria de esperar, não fosse ele um presidente pacifista, laureado com Nobel e tudo.
A administração americana continua sentada em cima dos louros da paz enquanto espera que os principais alvos de um Irão nuclear, os israelitas, lhe resolvam o problema. Se isso tiver de acontecer, não será de uma forma muito simpática e não ficará bem nos telejornais da hora do jantar. Nada que incomode o presidente americano. Desde que  Israel continue a parecer o mau da fita, e Obama não perca a auréola que a idolatria "anti-sionista" e "palestinianista" lhe colocou em cima da cabeça, para ele tudo estará bem.

Yom HaZikaron

Em memória dos 22.684 soldados que caíram a defender Eretz Ysrael desde 1860.

É um prazer trabalhar consigo

Foi com esta desconcertante frase que Isabel Alçada se  referiu às mais recentes trapalhadas ocorridas com a introdução da avaliação no concurso para colocação de professores contratados. Introdução essa que  apanhou quase toda a gente de surpresa. Nomeadamente os professores que, de boa fé, aceitaram o acordo de um novo modelo de avaliação, e que agora não entendem como é que se utiliza  o anterior,  e que foi a maior das fantochadas.
Se os professores, agora surpreendidos, observarem bem o que aconteceu nos 4 meses de frutuoso trabalho negocial entre o Ministério e a Fenprof, talvez não fiquem tão abismados. Podem começar por olhar para as equipas negociais, que são do melhor que há.  Pelo ministério, uma ministra sorridente que não tem a menor preparação para o lugar, e que é uma marioneta nas mãos do inimigo-mor dos professores, o primeiro-ministro. Pela Fenprof, alegados  professores que não entram numa aula há anos e que usufruem das enormes vantagens do sindicalismo, incluindo a de serem pagos pela entidade patronal, o ministério da educação. A seguir, os enganados professores podem ver quem foram os principais beneficiados do acordo Alçada/Fenprof. Os socialistas aparecem na frente, pois conseguiram ficar muito bem na fotografia ao oferecerem benesses que já se sabe que um futuro governo irá tirar. Logo depois surgirão os aspirantes  ao famoso "índice 370", muitos dos quais nem nas escolas estão e até se suspeita que andem pela Fenprof.
O que está a acontecer com os concursos mais não é  do que um dos resultados do enorme prazer que a Fenprof  tem em trabalhar com Isabel Alçada e vice-versa:  Alçada consegue aquilo que o primeiro-ministro sempre quis; e a Fenprof obtém  mais um motivo para fazer agitação e propaganda, que é  aliás a sua especialidade.