sexta-feira, 10 de junho de 2011

A liberdade e o pluralismo em Israel

Mães carregam cartazes onde se lê: "O meu filho é gay, e dai?" Hoje, durante a Parada do Orgulho Gay de Tel Aviv
Cerca de 100 000 pessoas participaram no desfile, entre eles muitos religiosos e figuras da política, como foi o caso da líder da Oposição. Tzipi Livni discursou aos milhares de homossexuais presentes,  declarando estar ali para lutar contra o ódio e pelos valores de Israel.

6 comentários:

LGF Lizard disse...

Para que a malta esquerdalha abra os olhos:

Este tipo de manifestação seria possível em Teerão, Cairo, Damasco Amã, Riade, Bagdade, Tripoli, Beirute, Saana, ou outro qualquer lugar de um país do Médio Oriente não-democrático?

Claro que não. O único país no Médio oriente que respeita os Direitos Humanos e as liberdades individuais é Israel.

Quer queiram quer não, tal é indesmentível.

Pedro Lérias disse...

Bom, verdade seja dita, também não é bem possível em Jerusalém.
Mas sem dúvida que uma das manifestações mais surreais a que assisti foi na abertura do festival de cinema gay e lésbico de lisboa em Setembro de 2010 um grupo de gays e lésbicas pela Palestina (algo assim) a apelar ao boicote do festival porque tinha recebido apoio institucional da Embaixada de Israel. E eu pensei, gays e lésbicas pela Palestina?!
Enfim.
Por isso, sim, a minha primeira frase é um pequeno pormenor.
Cumprimentos,
Pedro Lérias

David Levy disse...

Tanto quanto sei tem havido desfiles anuais em Jerusalém, mais pequenos é certo, mas ainda assim maiores que os de Lisboa.

Anónimo disse...

Convenhamos que impedir estas tristes poucas-vergonhas, deve ser das raras situações positivas oferecidas pelos países muçulmanos ...

David Levy disse...

Tem sempre a hipótese de apanhar o avião para Cabul ou para Teerão, ou quiçá aterrar em Rabat. Mas não diga que é que vai daqui.

Sei quem tu és disse...

"Convenhamos que impedir estas tristes poucas-vergonhas, deve ser das raras situações positivas oferecidas pelos países muçulmanos ..."

Inteiramente de acordo. E os países muçulmanos ainda têm outra situação positiva: proíbem as poucas-vergonhas das procissões.
Não devia haver procissões, pois cagam as ruas todas e temos de estar a levar com aquelas piroseiras dos santos e das nossas senhoras. Querem rezar, rezem em casa, no recato do lar.