sábado, 7 de novembro de 2009

Para o abismo, rapidamente e em força

"Entre o início do ano 2000 e o fim de 2008, Portugal endividou-se a uma média de 42 milhões de euros por dia. Desde o dia 1 de Janeiro deste ano, até ao fim de Agosto, a média foi de 61 milhões de euros por dia."
Medina Carreira, no programa Plano Inclinado, SIC Notícias.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

É só fumaça

Tal como há 4 anos, o primeiro-ministro inicia a legislatura a anunciar que dará total prioridade ao "investimento público". Na enxurrada de "anúncios" e "intenções" não há quase nenhuma novidade em relação a 2005. Com excepção do casamento "gay", tudo o resto é um "déjà vu" assustador. Com isto, o Governo continua a lançar uma cortina de fumo sobre a real situação do país. Propaganda pura. Por detrás do fumo da propaganda, Portugal continua a caminhar para o abismo e a ser governado por um medíocre sem conteúdo nenhum. A 27 de Setembro, os portugueses escolheram a ruína. É a ruína que terão.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Marinha israelita apreende navio carregado de armas


Uma força da marinha israelita interceptou, hoje de manhã, um navio carregado de armas que se supõe ter como origem o Irão e como destino o Hezbolah. O incidente ocorreu a 150 km da costa de Israel, perto de Chipre, e os tripulantes da embarcação não ofereceram resistência. A marinha israelita apreendeu o navio e conduziu-o ao porto de Ashdod.
A bordo foram descobertos 36 contentores carregados de armas, disfarçados de carga comercial, que dariam para quase um mês de ataques a Israel, pois só misseis e bombas são mais de 3 mil.
Aguarda-se, com expectativa, a reacção das Nações Unidas a mais esta violação da resolução 1701 (que exige o desarmamento do Hezbolah) e ao total desrespeito com que o Irão trata as restrições às exportações de armas que lhe foram impostas.

Yitzhak Rabin

Jerusalém, 1 de Março de 1922 - Tel Aviv, 4 de Novembro de 1995

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Universidade Hebraica entre as melhores do mundo

Segundo o Ranking Académico das Universidades Mundiais, compilado anualmente pela Shanghai Jiao Tong University, a Universidade Hebraica de Jerusalém encontra-se entre as 100 melhores do mundo, na 64ª posição, obtendo as seguintes classificações sectoriais: 25º lugar em ciências da computação, 75º em Matemática, economia e administração de empresas e em 100º lugar em Química.
O Technion (Instituto de Tecnologia de Israel) de Haifa, a Universidade de Tel Aviv e o Instituto Weizmann da Ciência ficaram, respectivamente, em 116º, 117º e 200º lugar no ranking.
Duas universidades portuguesas figuram também na lista: a Universidade de Lisboa em 476º lugar e a Universidade do Porto em 484º, quase quase no fim da lista.

domingo, 1 de novembro de 2009

Abbas não quer negociar

A visita ao médio-oriente da secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, está a ser um enorme fracasso. Depois de ter obtido um "sim" do primeiro-ministro Netanyahu, como resposta para o início imediato das negociações de paz, Clinton levou um rotundo "não" do presidente da AP.
Mahmoud Abbas, apesar de estar numa posição de fraqueza, insiste em negar o recomeço das conversações de paz, e pretende obter dividendos antes do seu início. Esta atitude é absolutamente inaceitável, pois num processo de negociações sério, as cedências são feitas depois do começo, e não antes, como pretende Abbas. É mais um sinal de que as lideranças palestinianas não estão interessadas na paz e na formação de um estado. Pelo contrário, limitam-se a repetir o que os seus antecessores fizeram: dizer sucessivamente "não" a tudo o que lhes é proposto.
Netanyahu já afirmou que concorda com um estado palestiniano independente, o principal partido da oposição, o Kadima, também defende essa solução. O Ysrael Beitenu e o Partido Trabalhista são favoráveis à solução de dois estados. Perante esta situação sem precedentes, o que fazem os palestinianos? Chantagem, exigências e recusa de negociações.

Águas turvas

O bombardeamento continua: depois das acusações da Human Rights Watch (HRW) e do relatório Goldstone (que são só as duas mais importantes entre muitas, incluindo algumas de fabrico caseiro), um míssil [também artesanal?] da Amnistia Internacional, "Águas Turvas", aterrou. O essencial: Israel seca os palestinianos. Toda a difamação, que refira uma suposta discriminação contra os palestinianos, é imediatamente colocada nas parangonas dos jornais e é transmitida e difundida generosamente, não só em Israel, mas no mundo inteiro. Geralmente sem qualquer comprovação e muitas vezes sem sequer solicitar comentários às autoridades. Um redactor de jornal sabe, por exemplo, que só há 300.000 colonos, e não 450.000 - que "sugam" com seu alto consumo a água os palestinianos (alguns dirão mesmo "o sangue"). O motivo da ampla cobertura, por parte dos meios de comunicação israelitas, das mentiras que tentam enxovalhar o seu país não é muito diferente da motivação das próprias organizações estrangeiras: desmoralizar Israel, diante dos seus próprios olhos e diante dos do mundo inteiro.
Dado que os esforços militares não conseguiram abalar a motivação dos israelitas em defender o Estado Judeu, os que querem destruir este país começaram a centraram-se na demonização de Israel, tornando-lhe a vida insuportável (orientando as suas mentiras para o ponto fraco dos judeus: a sensibilidade perante a injustiça), e atacando o sentido sionista de justiça. Não só viemos de muito longe (alguns garantem que ao serviço do colonialismo) para saquear as terras dos palestinianos, como depois de expulsar a maioria deles, continuamos a cometer crimes de guerra (em Gaza), e estamos a secar os seus poços na Judeia e Samaria (Suha Arafat afirmou mesmo que os envenenamos). Muitos judeus dedicam-se alegremente a esta guerra psicológica anti-Israel, e muitos deles cobrando salários pagos por governos estrangeiros e por organizações como a Amnistia Internacional.
As acusações da Amnistia Internacional sobre o problema da água carecem de fundamento. A maioria dos colonatos recebem água canalizada da companhia das água Mekorot captada para cá da Linha Verde e não, como afirma a Amnistia Internacional, dos poços da Judeia e Samaria que pertencem aos palestinianos. E os palestinianos não têm de se governar com 70 litros por dia (ou menos) per cápita. Segundo os acordos de Oslo, os palestinianos têm direito a 23,6 milhões de metros cúbicos por ano, mas na realidade bombeiam, com o consentimento de Israel, 70 milhões de metros cúbicos. Além disso, a Administração Civil israelita fornece água, por cima das obrigações de Oslo, às aldeias palestinianas que realmente estão a sofrer de escassez. Uma questão chave, que os meios de comunicação de Israel deixaram sem resposta, é por que é que Israel não impede o bombeamento extra, que violam os acordos de Oslo, e nem a drenagem e a contaminação dos aquíferos de montanha.
A Amnistia Internacional e o resto das organizações pro-palestinianas não exigem em nenhum momento conhecer onde estão os muitos milhões de dólares que fluíram para a Autoridade Palestiniana para a construção de um sistema hídrico eficaz e económico, ou onde está o dinheiro que o Banco Mundial e outros organismos de ajuda têm previsto para a construção pelos Palestinianos de uma rede de esgotos que proteja o meio ambiente e evite a infiltração das água residuais nos aquíferos.
Outra mentira da Amnistia Internacional: no lado judeu, diz o relatório, a agricultura é florescente, e que os campos palestinianos estão secos. A verdade é que a agricultura judaica só existiu nos colonatos de Gush Katif na Faixa de Gaza. Os rendimentos que alcançaram foram recordes mundiais e proporcionaram uma vida desafogada aos que trabalharam ali a terra, antes que a desocupação caísse sobre eles. A maioria dos judeus da Judeia e Samaria - e este é actualmente um dos argumentos utilizados contra eles - trabalha fora dos colonatos e regressa às suas casas à noite. Uma razão para isso é que, tirando algumas hortas aqui e ali regadas com água da chuva, a agricultura na Judeia e Samaria, por causa do terreno montanhoso, não produz muitos rendimentos. Todos estes factos são conhecidos pelos israelitas que trabalham como investigadores para organizações como Amnistia Internacional. Mas afinal, os salários justificam os meios.
Por Israel Harel, Haaretz - 29.10.09

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Inverno chega a Israel

Israel foi atingida esta manhã por uma forte chuvada que causou diversas inundações um pouco por todo o lado. A região mais atingida foi a Planície de Sharon na região central do país. As ruas ficaram intransitáveis, tendo muitos passageiros ficado retidos dentro dos carros. Entre as cidades mais afectadas encontram-se Netanya e Kfar Saba (na foto).

Defesa estratégica

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Israel lembra Rabin

Assinalou-se hoje em Israel o 14º aniversário da morte de Yitzhak Rabin.
Na Knesset decorreu uma sessão especial, onde várias personalidades da vida política israelita discursaram. O primeiro-ministro Netanyahu, um dos principais adversários de Rabin durante os acordos de Oslo, referiu-se a ele como sendo um patriota e que agiu sempre em nome do bem estar do Estado de Israel. Netanyahu enfatizou ainda que ainda há entre os israelitas pessoas que não estão dispostas a aceitar as decisões democráticas e a autoridade da lei, e que apesar de serem minoritários, o assassinato de Rabin demonstrou o poder que podem ter. A líder da oposição, Tzipi Livni, referiu-se a Rabin como uma pessoa que fez uma escolha de paz, numa altura em que essa escolha era difícil de fazer, e que se guiou sempre por uma profunda compreensão das alternativas existentes.
Numa outra cerimónia, que decorreu no Monte Herzl de Jerusalém, o Presidente Shimon Peres enalteceu a personalidade de Rabin e elogiou os avanços que, apesar de tudo, foram alcançados no processo de paz com os palestinianos.

A culpa é do neoliberalismo

A economia dos Estados Unidos está a sair da recessão crescendo 3,5% no 3º trimestre de 2009. Os dados foram avançados pelo Departamento do Comercio que referiu ainda que o crescimento económico foi potenciado por contribuições positivas do consumo privado, pelas exportações, pelos gastos do Estado e pelo sector da construção.

Música de Israel


Synergia, Marguish aher

O que dizem os outros

Anti-semitismo
O Partido Conservador Britânico integra, no Parlamento Europeu, o Grupo “Conservadores e Reformistas Europeus", encabeçado M.Kaminski, notório anti-semita polaco, ligado a grupos católicos extremistas.
Também presente no Parlamento Europeu está Nick Griffin, líder do Partido Nacional Britânico, conhecido, entre outras facécias, por negar que o Holocausto tenha existido, e pelas teorias da conspiração sobre grupos secretos de judeus que controlariam a comunicação social inglesa.
Ainda na Grã-Bretanha, as centrais sindicais, controladas pelo Partido Trabalhista, andam numa roda viva a promover boicotes contra Israel embora, paradoxalmente, nem por um momento lhes passe pela cabeça pedir boicotes a países árabes onde a repressão é brutal e os direitos dos trabalhadores primam pela ausência (e que são quase todos).
No Parlamento Europeu está também o nosso Bloco de Esquerda, representado pelo Dr Miguel Portas, conhecido pela virulência das suas posições anti-semitas e pela subserviência peganhosa a ícones do terrorismo islâmico, como o Hezbolah e o Hamas.
Aqui ao lado, em Espanha, um ministro qualquer proibiu a presença de uma universidade judaica num evento sobre energias alternativas, alegando inexistentes “ directivas da EU”, ao mesmo tempo que o Ministro dos Estrangeiros se passeia de braço dado com Chavez, Kadaffis, Castros, e outros grandes amigos da liberdade.
De um modo geral, à esquerda e à direita, os políticos europeus encaram com normalidade e complacência os apelos semanais da hierarquia iraniana, à destruição de Israel, e a repetição continua e descarada, pelos aiatolas, das mais espatafúrdias teses do Mein Kampf.. A mesma complacência que, de resto, demonstram perante os explícitos apelos o ódio contra os judeus que todos os dias são ecoados na cada vez mais numerosa rede de mesquitas financiadas pela Arábia Saudita, por toda a Europa.
O facto de o Hamas, cuja carta “ constitucional” contém o imperativo de destruir os judeus e Israel, ter lançado uma chuva de mísseis sobre Israel, é considerado “ normal” e não justificativo de uso da força por parte de Israel, cuja reacção é invariavelmente classificada de “ desproporcionada” e “criminosa”.
Aliás pelas mesmíssimas pessoas que fazem por ignorar que a resposta britânica a algumas cenenas de V1 e V2 lançadas sobre Londres em 1944, foi a destruição quase completa de Hamburgo e Dresden, etc.
Estes factos mostram que a profecia de Hitler "Passarão os séculos, mas nas ruínas das nossas cidades e monumentos, renovar-se-á o ódio contra aqueles que são os verdadeiros responsáveis por isto: o judaísmo internacional", se está a cumprir.
Há um novo anti-semitismo em movimento, que tem já deputados em todo o espectro ideológico e que elabora libelos e narrativas conspiratórias sobre a malignidade do famoso “lobi judaico”, um conjunto secreto de secretas pessoas que se reúnem secretamente em secretos lugares a secretas horas, para secretamente manobrar fios secretos, responsáveis por todos os males que nos afligem.
Este anti-semitismo não é claro e assumido como o nazi ou o dos czares, nem escorregadio e cínico, como o protagonizado pelo comunismo soviético, mas está a crescer e é cada vez mais poderoso, não só porque tem o antigo apelo à demonização do judeu, mas porque conta com o apoio, empenhado e em metálico, de numerosos estados a nadar em petrodólares.
Este anti-semitismo disfarça-se de “anti-sionismo” e “apoio à causa palestiniana” e, montado nestas falácias, é já hoje parte integrante da politica europeia, tem voz no Parlamento e traduz-se em milhões de euros anualmente concedidos a grupos de activistas que apenas têm Israel no radar.
Por O Lidador, no Triunfo dos porcos e no Fiel Inimigo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Onde está o Hamas?

O blogue Elder of Zion analisou o relatório Goldstone com a ferramenta informática Wordle e elaborou a lista de 250 palavras mais utilizadas nas recomendações e conclusões . Onde está a palavra Hamas?

Hamas proíbe eleições em Gaza

Depois do anúncio do presidente da AP Mahmoud Abbas, a convocar eleições gerais para Janeiro, o Hamas já avisou que não as vai permitir na Faixa de Gaza. Segundo a organização terrorista palestiniana, as eleições foram convocadas por quem não tem legitimidade para tal.
Para os ocupantes da Faixa de Gaza, a legitimidade decorre da força das armas, e por isso não respeitam sequer as leis em vigor nos territórios palestinianos. Sobre estas atitudes e esta ocupação ninguém ouve as habituais carpideiras da "causa palestiniana".

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Livni


Tzipi Livni, na semana passada, em dois momentos da sua preenchida agenda: com o ministro dos negócios estrangeiros polaco, Radosław Sikorski, e com o presidente Shimon Peres no encerramento da conferência "Israel 2020 – The Leaders’ Visions".

domingo, 25 de outubro de 2009

Monte do Templo agrava tensões

A polícia israelita e fiéis palestinianos enfrentaram-se hoje de manhã no Monte do Templo, em Jerusalém. Os distúrbios começaram quando os agentes da polícia foram acompanhar um grupo de turistas até ao Monte e foram recebidos por uma chuva de pedras. A polícia viu-se forçada a invadir a área e a resolver o conflito. Mais tarde, quando oficias da polícia tentaram convencer o líder muçulmano da mesquita a permitir a saída dos 100 jovens que se haviam refugiado no interior, foram novamente atacados e invadiram pela segunda vez o local.
Os conflitos, nessa sensível área da cidade de Jerusalém, podem ter como explicação o facto de correrem rumores entre os muçulmanos, que extremistas judeus tencionam tomar conta da zona, que é sagrada para as duas religiões. Ontem dirigentes muçulmanos tinham incitado os palestinianos a defenderem Jerusalém da "conquista judaica". Esta manhã a polícia deteve Hatam Abd al-Qadir, conselheiro do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, sob a suspeita de "conduta desordeira", segundo refere o jornal "Ha'aretz".
Recorde-se que apesar do Monte do Templo ser o local mais sagrado do Judaísmo, não é permitido o acesso dos Judeus, por um lado porque é uma zona profanada, e por outro porque não se sabe com exactidão a sua localização.
Estes conflitos juntamente com as declarações de alguns líderes da Fatah, apelando ao regresso dos atentados suicidas, têm feito crescer a tensão entre israelitas e palestinianos, a ponto de Israel estar neste momento a temer o início de uma terceira intifada.

Música de Israel

Maya Avraham, Lama

Israel Sketchbook

Ricardo Cabral andou por Israel e fez uma série de desenhos sobre o país. Serão publicados hoje no livro Israel Sketchbook da ASA. Notável.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Novo Governo

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Esta saiu da escola da Milu

Começa a chegar à Assembleia da República a geração educada pela SIC e pelas modernas correntes de ensino implementadas pelo Ministério da Educação. A nova deputada do PCP, Rita Rato, que se diz licenciada em Ciência Política e Relações internacionais, deu uma entrevista ao jornal Correio da Manhã, onde demonstra o quanto sabe do assunto:

- Concorda com o modelo que está a ser seguido na China pelo PCC?

- Pessoalmente, não tenho que concordar nem discordar, não sou chinesa. Concordo com as linhas de desenvolvimento económico e social que o PCP traça para o nosso país. Nós não nos imiscuímos na vida interna dos outros partidos.

- Mas se falarmos de atropelos aos direitos humanos, e a China tem sido condenada, coloca-se essa não ingerência na vida dos outros partidos?

- Não sei que questão concreta dos direitos humanos...

- O facto de haver presos políticos.

- Não conheço essa realidade de uma forma que me permita afirmar alguma coisa.

- Mas isto é algo que costuma ser notícia nos jornais.

- De facto, não conheço a fundo essa situação de modo a dar uma opinião séria e fundamentada.

- No curso de Ciência Política e Relações Internacionais, não discutiu estas questões?

- Não, não abordámos isto.

- Como olha para os erros do passado cometidos por alguns partidos comunistas do Leste europeu?

- O PCP, depois do fim da URSS, fez um congresso extraordinário para analisar essa questão. Apesar dos erros cometidos, não se pode abafar os avanços económicos, sociais, culturais, políticos, que existiram na URSS.

- Houve experiências traumáticas...

- A avaliação que fazemos é que os erros que foram cometidos não podem apagar a grandeza do que foi feito de bom.

- Como encara os campos de trabalhos forçados, denominados gulags, nos quais morreram milhares de pessoas?

- Não sou capaz de lhe responder porque, em concreto, nunca estudei nem li nada sobre isso.

- Mas foi bem documentado...

- Por isso mesmo, admito que possa ter acontecido essa experiência.

- Mas não sentiu curiosidade em descobrir mais?

- Sim, mas sinto necessidade de saber mais sobre tanta outra coisa...

Vem aí mais do mesmo

A nova ministra da Educação, Isabel Alçada, é o estereótipo perfeito das ideias socialistas para o ensino: passou pelo SPGL, fez um dos famosos mestrados em Ciências da Educação na Universidade de Boston, fez a preparação do doutoramento, também em Ciências da Educação, na Universidade de Liège, e pertence aos quadros de uma Escola Superior de Educação há mais de 20 anos. Alçada, sendo oriunda de autênticos viveiros de eduquês e pedagogice, cumpre todos os critérios necessários para poder ser nomeada pelo PS. Pode-se por isso dizer que vem aí mais do mesmo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Arik


Ariel Sharon está em coma há quase 4 anos. Francisco Proença de Carvalho recorda-o no Blogue 31 da Armada.

Estalinismo


O jornal britânico The Guardian omitiu os nomes de Menahem Begin, Yitzhak Rabin e Shimon Peres, da lista de laureados com o Prémio Nobel da Paz, que publicou on-line. Só depois de muitos protestos é que emendaram o "erro". História em detalhe aqui.