quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O que dizem os outros

Anti-semitismo
O Partido Conservador Britânico integra, no Parlamento Europeu, o Grupo “Conservadores e Reformistas Europeus", encabeçado M.Kaminski, notório anti-semita polaco, ligado a grupos católicos extremistas.
Também presente no Parlamento Europeu está Nick Griffin, líder do Partido Nacional Britânico, conhecido, entre outras facécias, por negar que o Holocausto tenha existido, e pelas teorias da conspiração sobre grupos secretos de judeus que controlariam a comunicação social inglesa.
Ainda na Grã-Bretanha, as centrais sindicais, controladas pelo Partido Trabalhista, andam numa roda viva a promover boicotes contra Israel embora, paradoxalmente, nem por um momento lhes passe pela cabeça pedir boicotes a países árabes onde a repressão é brutal e os direitos dos trabalhadores primam pela ausência (e que são quase todos).
No Parlamento Europeu está também o nosso Bloco de Esquerda, representado pelo Dr Miguel Portas, conhecido pela virulência das suas posições anti-semitas e pela subserviência peganhosa a ícones do terrorismo islâmico, como o Hezbolah e o Hamas.
Aqui ao lado, em Espanha, um ministro qualquer proibiu a presença de uma universidade judaica num evento sobre energias alternativas, alegando inexistentes “ directivas da EU”, ao mesmo tempo que o Ministro dos Estrangeiros se passeia de braço dado com Chavez, Kadaffis, Castros, e outros grandes amigos da liberdade.
De um modo geral, à esquerda e à direita, os políticos europeus encaram com normalidade e complacência os apelos semanais da hierarquia iraniana, à destruição de Israel, e a repetição continua e descarada, pelos aiatolas, das mais espatafúrdias teses do Mein Kampf.. A mesma complacência que, de resto, demonstram perante os explícitos apelos o ódio contra os judeus que todos os dias são ecoados na cada vez mais numerosa rede de mesquitas financiadas pela Arábia Saudita, por toda a Europa.
O facto de o Hamas, cuja carta “ constitucional” contém o imperativo de destruir os judeus e Israel, ter lançado uma chuva de mísseis sobre Israel, é considerado “ normal” e não justificativo de uso da força por parte de Israel, cuja reacção é invariavelmente classificada de “ desproporcionada” e “criminosa”.
Aliás pelas mesmíssimas pessoas que fazem por ignorar que a resposta britânica a algumas cenenas de V1 e V2 lançadas sobre Londres em 1944, foi a destruição quase completa de Hamburgo e Dresden, etc.
Estes factos mostram que a profecia de Hitler "Passarão os séculos, mas nas ruínas das nossas cidades e monumentos, renovar-se-á o ódio contra aqueles que são os verdadeiros responsáveis por isto: o judaísmo internacional", se está a cumprir.
Há um novo anti-semitismo em movimento, que tem já deputados em todo o espectro ideológico e que elabora libelos e narrativas conspiratórias sobre a malignidade do famoso “lobi judaico”, um conjunto secreto de secretas pessoas que se reúnem secretamente em secretos lugares a secretas horas, para secretamente manobrar fios secretos, responsáveis por todos os males que nos afligem.
Este anti-semitismo não é claro e assumido como o nazi ou o dos czares, nem escorregadio e cínico, como o protagonizado pelo comunismo soviético, mas está a crescer e é cada vez mais poderoso, não só porque tem o antigo apelo à demonização do judeu, mas porque conta com o apoio, empenhado e em metálico, de numerosos estados a nadar em petrodólares.
Este anti-semitismo disfarça-se de “anti-sionismo” e “apoio à causa palestiniana” e, montado nestas falácias, é já hoje parte integrante da politica europeia, tem voz no Parlamento e traduz-se em milhões de euros anualmente concedidos a grupos de activistas que apenas têm Israel no radar.
Por O Lidador, no Triunfo dos porcos e no Fiel Inimigo.

1 comentário:

provocação disse...

Tenho a sensação de que anda muito dinheiro por detrás destas decisões, deve explicar um pouco de como o R.U. se manteve tão sem ondas na crise económica. Esquecem-se que se falha Israel numa segurança fundamental q beneficia tb o resto do mundo, eles arranjarão os próximos para a Jihad, já q todos são impuros. Cambada.