quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Emigrantes colocam o BE fora da maioria

Apurados os votos dos círculos da emigração, a contabilidade eleitoral fica encerrada. O PSD conseguiu 3 dos 4 mandatos, cabendo o outro ao PS. Assim, a Assembleia da República terá a seguinte composição:

PS 97 deputados (-24)
PSD 81 deputados (+7)
CDS 21 deputados (+9)
BE 16 deputados (+8)
PCP 15 deputados (+1)

Com esta distribuição o PS e o BE, juntos, não formam maioria absoluta. Uma excelente notícia.

8 comentários:

Anónimo disse...

É sem dúvida uma excelente notícia!
Agora espero que esta divisão de poder traga vantagens, que haja um enendiemento do que realmente Portugal precisa e decidão por aí.
Jáagora dá-mem certo gozo ver que o Joséocrates jánão tem aquele ar prepotente de quem está por cima de todos e a ninguém precisa de ouvir (só a ele próprio).
VIVA PORTUGAL!!!

Anónimo disse...

Excelente para quem? Para mim nao certamente...

Anónimo disse...

Muito Bom.

Anónimo disse...

PS/97
BE/16
CDU/15
TOTAL/128

PSD/81
CDS/21
TOTAL/102
81+21=102
sEM COMENTÁRIOS!

Levy disse...

Caro anónimo, esses 128 unirem-se seria a sorte grande dos outros 102. Havia de ser bonito.

Cirrus disse...

Penso não ser exequível, a curto prazo. mesmo sendo três partidos de esquerda, os programas e convicções são demasiado díspares. No entanto, é provável que se veja esta combinação pontualmente, em leis mais estruturantes na visão de esquerda.

Range-o-Dente disse...

A história PS+PC+BE é capaz de depender do nível de desespero a que cheguem.

Se lá se chegar, chegaremos, como país, ao patamar de desespero que tipicamente desemboca numa ditadura qualquer. Se for de esquerda, o Zimbabwe. Se de direita, dependerá do figurão. Permitirá voltar à civilização mas poderá demorar até se voltar à democracia.

Anónimo disse...

(Seguindo o 1º comentário que fiz)
José Socrates e o PS vai precisar de fazer acordos pontuais á esquerda umas vezes e outras á direita, pois apesar de ser um partido de esquerda (e a consequente visão esquerdista), vai precisar de se virar para os partidos de direita (mais o CDS) para poder "honrar" os compromissos que assumiu na campanha.
Atenção que este "compromissos" são o que o PS assumiu também para com os grandes grupos empresariais (e estes não se esquecem) e disto é que eu tenho receio, pois a despesa é sempre o Zé Povo a pagar!
VIVA PORTUGAL!!!