sábado, 16 de fevereiro de 2013

Peanuts ice cream

Tal como em Portugal, também em Israel as polémicas em torno de trivialidades ocupam as tardes aos jornalistas. Benjamin Netanyahu continua a ser um dos visados. Primeiro o vestido da mulher Sara e agora os gelados que a família consome. Se o objetivo não fosse o desgaste político  ninguém daria importância a um assunto destes: dois mil euros por ano em gelados dá  pouco mais de 5 euros por dia. Para uma família de quatro pessoas que goste de gelado...
Esta relevante história chegou a Portugal via Jornal Público, que de todas as notícias que surgem no Yedioth Ahronoth escolheu precisamente a dos gelados da família Netanyahu - na certa porque não reparou na do polémico vídeo gay da Câmara de Tel Aviv que os abomináveis ultra-ortodoxos querem censurar.

10 comentários:

Anónimo disse...

Não foi distracção do Público, se falassem no tal vídeo, haveria logo alguns lacaios do sionismo que começariam a falar no que acontece aos homossexuais no Irão e em outros países islâmicos, o que iria estragar a propaganda anti Israel...
F.G.

Anónimo disse...

Não acham que está na altura de se escrever um livro acerca do anti-semitismo e filo-islamismo do Público?

Anónimo disse...

Em compensação nada sobre a vida faustosa dum certo emigrado em Paris, da situação de «indigência» do Paulo Campos a viver com a ajuda do pai, do «esquecimento» da declaração de um depósito de 500.000 € (julgo ser este o valor) do xuxa Lelo, da forma como a séria Ana Gomes construiu uma casa em plena área de paisagem protegida em Sintra, do monumental buraco do BCP... enfim! do mais ao menos dispendioso haveria para todos os gostos, menos para o do Al Público...
AM

I. B. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Sr. Bloom eu estava a ser irónico!
Pelos vistos não consegui!
F.G.

Luís Lavoura disse...

Ser-se anti-sionista é ser-se antissemita

!!!

Há (e houve desde os primeiros tempos do sionismo) muitos judeus dos sete costados que são antissionistas.

Anónimo disse...

Israel Bloom,

hoje em dia pode-se ter acesso, no site do Público, a todos os textos de Margarida Santos Lopes. Dá para elaborar uma cartografia exacta das suas mentiras e deturpações acerca do islão. O mesmo se diga acerca do seu "Dicionário do islão" que não é mais do que uma maquilhagem acerca do islão. Acredito, de verdade, que esse seria um trabalho a ser urgentemente feito a par, ou não, do envio de uma carta, a todas as grandes fontes de publicidade do Público, a denunciar aquelas mentiras.

I. B. disse...

Retirei o meu comentário anterior e peço desculpas ao F.G. pela minha falta de subtileza e sentido de humor.

Eliminei a 1ª linha e reciclo o comentário, que já não é dirigido ao F.G.:

Ao contrário do que se possa pensar, não é preciso ser «lacaio» de coisa nenhuma para ser amigo da verdade.

Eu defendo Israel por minha conta, jamais fui contactado por Israel, por nenhum israelita, por nenhum judeu, não lhes devo nada, eles não me devem nada, não espero nenhuma recompensa deles nem eles esperam de mim (até porque sou pobre como Jó).

Defendo Israel como defendo o Tibete, o Darfur, o mundo livre do comunismo e do capitalismo selvagem. Como defendo os direitos dos homossexuais apesar de eu não o ser, como defendo a liberdade religiosa para todas as religiões apesar de não professar nenhuma.

Ser-se anti-sionista é ser-se antissemita, como bem explicou o grande Martin Luther King Jr., cujas ideias anti-racistas também apoio apesar de eu não ser negro.

O Público, desde que tem a Margarida Lopes Santos na sua direcção, atira-se com unhas e dentes a Israel, de forma ignóbil. Seria bom que essa senhora se definisse, e dissesse se se converteu ou se é só simpatizante do Islão.


Ao Luís Lavoura,

O antissionismo é a máscara moderna para o antissemitismo, convido-o a ler a Carta a Um Amigo Sionista, de Martin Luther King Jr. no meu modesto blog. Quem é amigo de Israel, seja judeu ou não, pode não ser sionista? Pode ser contra o direito de o povo Hebreu voltar à sua Terra? A não ser que se trate de um «self-hating jew» ou de um antissemita disfarçado, não creio.



Concordo com o Anónimo das 11.38:

Há que tomar medidas em relação à acção de constante ataque (ataque rasteiro, entenda-se) a Israel e de constante branqueamento do Islamismo por parte de Margarida Lopes Santos. Era bom que ela clarificasse se se converteu ao Islamismo, pois todos sabemos que para os adeptos dessa religião é lícito proferir «inverdades» em «defesa da fé». E é isso precisamente que ela faz, resta saber se em nome da fé dela se da dos outros...


Israel Bloom

Luís Lavoura disse...

O antissionismo é a máscara moderna para o antissemitismo

Eu acredito que haja gente que use máscaras, mas repito que hoje em dia há muitos judeus que são antissionistas, e muitos outros que, não o sendo, se estão porém nas tintas para o sionismo.

Ora, se isto é assim, não se pode dizer que o antissionismo seja sempre uma máscara para antissemitismo.

Quanto a self-hating Jew, é evidente que sempre houve muitos judeus que se estiveram nas tintas para o facto de serem judeus. Muitos ilustres judeus, inclusivé, como por exemplo Einstein (durante parte da sua vida) e Freud. Mas esses judeus naturalmente que não eram antissemitas. Eram antissionistas, mas não antissemitas.

(Em Portugal, a família Abecassis, por exemplo, é de origem judia. Jorge Sampaio é, formalmente, judeu. São judeus que se estão nas tintas para o facto de o serem.)

Anónimo disse...

Israel Bloom está desculpado!
O Al Público tira-nos do sério!
F.G.