sábado, 19 de dezembro de 2009
O que dizem os outros
Lawfare
A Srª Tzipi Livni, ex-ministra de Israel, teve de cancelar uma visita ao Reino Unido, porque tinha à sua espera um mandado de captura.
A chamada "jurisdição universal", conceito floribélico que alguns países da Europa introduziram candidamente nos seus ordenamentos jurídicos, tem demosntrado ser apenas uma maneira de determinadas ONG e certos activistas islamistas e de extrema-esquerda, parasitarem as leis e o direito, em função dos seus ódios ideológicos.
O conceito surgiu, como sempre acontece, de boas intenções paroquiais, daqueles que, pairando nas estratosferas morais, são incapazes de perceber a realidade da natureza humana e antecipar os efeitos perversos das suas celestiais ideias. A ideia era castigar genocidas que a justiça dos seus países não permitia perseguir.
O efeito prático, foi ter-se transformado numa arma ideológica, lançada por indivíduos sem escrúpulos contra aqueles de quem discordam.
O resultado final irá ser o de os países escaldados alterarem os seus ordenamentos jurídicos para restringirem ou acabarem com a jurisdição universal, como já fez a Bélgica e se preparam para fazer a Espanha e o Reino Unido.
A acusação contra Livni era a de ter cometido genocídio em Gaza. O objectivo não era a Srª Livni, evidentemente, mas Israel, e o caso de Livni é só mais um numa longa lista de processos semelhantes lançados sobre dirigentes israelitas.
O objectivo de quem vem macaqueando o direito é retirar a Israel o direito de legítima defesa.
Podemos encarar isto como se não fosse nada connosco, mas a verdade é que, nada impede que semelhantes mandados sejam emitidos contra dirigentes políticos e militares de qualquer país do mundo, incluindo o nosso, por exemplo, por "crimes de guerra" no Afeganistão, no Líbano, no Kosovo, ou em qualquer lugar onde as nossas tropas podem matar e morrer.
Israel é, já o tenho dito, o canário na mina e neste momento o único verdadeiro obstáculo entre nós e a jihad, dada a postura ambígua dos americanos obâmicos.
Em boa verdade, esta famigerada "justiça universal", é apenas "justiça antiocidental".
Alguma ONG, algum activista, algum procurador, algum juiz preocupado acusou ou emitiu mandados contra Mugabe, Nasralah, Fidel Castro, Amadinejad, Kim-Jong-Il, etc?
Nada.
A "jurisdição universal" é hoje uma arma da esquerda tonta, e dos seus aliados islamistas contra o Ocidente. Não é por acaso que a maioria dos responsáveis do HRW (organização muito activa na perseguição aos judeus) é constituida por activistas de esquerda e adeptos radicais do "palestinianismo", essa nova ideologia que faz o pleno do anti-semitismo e anti-ocidentalismo.
Por O Lidador, no Fiel Inimigo e no Triunfo dos porcos.
O conceito surgiu, como sempre acontece, de boas intenções paroquiais, daqueles que, pairando nas estratosferas morais, são incapazes de perceber a realidade da natureza humana e antecipar os efeitos perversos das suas celestiais ideias. A ideia era castigar genocidas que a justiça dos seus países não permitia perseguir.
O efeito prático, foi ter-se transformado numa arma ideológica, lançada por indivíduos sem escrúpulos contra aqueles de quem discordam.
O resultado final irá ser o de os países escaldados alterarem os seus ordenamentos jurídicos para restringirem ou acabarem com a jurisdição universal, como já fez a Bélgica e se preparam para fazer a Espanha e o Reino Unido.
A acusação contra Livni era a de ter cometido genocídio em Gaza. O objectivo não era a Srª Livni, evidentemente, mas Israel, e o caso de Livni é só mais um numa longa lista de processos semelhantes lançados sobre dirigentes israelitas.
O objectivo de quem vem macaqueando o direito é retirar a Israel o direito de legítima defesa.
Podemos encarar isto como se não fosse nada connosco, mas a verdade é que, nada impede que semelhantes mandados sejam emitidos contra dirigentes políticos e militares de qualquer país do mundo, incluindo o nosso, por exemplo, por "crimes de guerra" no Afeganistão, no Líbano, no Kosovo, ou em qualquer lugar onde as nossas tropas podem matar e morrer.
Israel é, já o tenho dito, o canário na mina e neste momento o único verdadeiro obstáculo entre nós e a jihad, dada a postura ambígua dos americanos obâmicos.
Em boa verdade, esta famigerada "justiça universal", é apenas "justiça antiocidental".
Alguma ONG, algum activista, algum procurador, algum juiz preocupado acusou ou emitiu mandados contra Mugabe, Nasralah, Fidel Castro, Amadinejad, Kim-Jong-Il, etc?
Nada.
A "jurisdição universal" é hoje uma arma da esquerda tonta, e dos seus aliados islamistas contra o Ocidente. Não é por acaso que a maioria dos responsáveis do HRW (organização muito activa na perseguição aos judeus) é constituida por activistas de esquerda e adeptos radicais do "palestinianismo", essa nova ideologia que faz o pleno do anti-semitismo e anti-ocidentalismo.
Por O Lidador, no Fiel Inimigo e no Triunfo dos porcos.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Tzipi Livni ameaçada de prisão
Um juiz britânico emitiu um mandado de captura contra a ex-ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, por queixas relacionadas com a ofensiva em Gaza de há cerca de um ano. Diz o sempre actualizado Jornal Público. Não haveria muito a comentar numa imbecilidade destas: qualquer idiota ir a um tribunal, fazer queixa de um líder de outro país e ser emitido um mandato de captura. Mas a notícia já foi desmentida. Não chegou a haver qualquer mandato judicial ou pedido de prisão contra Livni, houve sim uma tentativa de emissão de um mandato de detenção. O tribunal inglês esperava prender Livni quando esta chegasse a Londres para uma visita. Como a visita foi cancelada, a ordem de prisão não chegou a ser emitida.Entretanto o escritório de Livni divulgou um comunicado informando que ela se "orgulha de todas as suas decisões ligadas à Operação Chumbo Endurecido", e que "a operação atingiu o objectivo de defender o povo de Israel e de restaurar capacidade de dissuasão de Israel."
Já hoje Tzipi Livni declarou numa conferencia no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, em Tel Aviv, que "Não tenho nenhum problema se o mundo nos quer julgar, mas há um problema ao não aplicarem essa decisão a toda a região" e que "Não há lugar no mundo, excepto aqui, em que é feita uma comparação entre alguém que mata deliberadamente e alguém que mata por acidente."
A tentativa de emissão de um mandato de prisão contra a líder da Oposição, e ex-ministra dos Negócios Estrangeiros, está a gerar uma onda de indignação em Israel. O Governo de Netanyahu acusou o Reino Unido de manter uma lacuna na lei que permite que o seu sistema judicial seja utilizado por extremistas pró-palestinianos.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
O que dizem os outros
1 - Há empresas a falir. O desemprego aumenta, devido à crise gerada pelo capitalismo.
2 - Para combater a crise, o governo tem que apostar no investimento público para ajudar as empresas e aumentar os gastos sociais para acudir à situação das famílias mais necessitadas.
3 - O investimento público cresce e as despesas sociais também. Aumenta o défice e a dívida pública.
4 - Para combater o défice e a divida pública, aumentam-se os impostos. Não se pode cortar no investimento público numa altura destas e muito menos nas despesas sociais.
5 - Com o aumento de impostos, mais empresas encerram e o desemprego aumenta. O capitalismo gerou outra crise.
6 - Para combater a crise, o governo tem que apostar no investimento público para ajudar as empresas e aumentar os gastos sociais para acudir à situação das famílias mais necessitadas.
Por JCD, no Blasfémias.2 - Para combater a crise, o governo tem que apostar no investimento público para ajudar as empresas e aumentar os gastos sociais para acudir à situação das famílias mais necessitadas.
3 - O investimento público cresce e as despesas sociais também. Aumenta o défice e a dívida pública.
4 - Para combater o défice e a divida pública, aumentam-se os impostos. Não se pode cortar no investimento público numa altura destas e muito menos nas despesas sociais.
5 - Com o aumento de impostos, mais empresas encerram e o desemprego aumenta. O capitalismo gerou outra crise.
6 - Para combater a crise, o governo tem que apostar no investimento público para ajudar as empresas e aumentar os gastos sociais para acudir à situação das famílias mais necessitadas.
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Portugal
sábado, 12 de dezembro de 2009
Irresponsável
Já não há muito mais a dizer sobre os irresponsáveis que governam Portugal quase continuamente desde 1995. Há 10 anos, o actual primeiro-ministro dizia dos estádios de futebol, o que diz hoje do TGV. Os estádios foram feitos, gastou-se o dinheiro, e o resultado ficou à vista de todos: não servem rigorosamente para nada. Desse governo (de Guterres), ficou um monstro de despesas, compromissos, "direitos adquiridos", e, pior do que tudo, laxismo e falta de rigor. Ficou, porque quando viu que não conseguia contornar a situação por ele criada, Guterres fez o mesmo que os ratos, abandonou o barco. Sócrates fugiu pela mesma corda.
Depois de um curto interregno, os mesmos do Largo do Rato voltaram, com as mesmas ideias e com o mesmo estilo: daremos tudo a todos, gastaremos o que não temos, e endividaremos o país mais três gerações. As duas últimas cumpriram, e continuam a cumprir, até que alguém feche a torneira. Da primeira, fizeram umas "distribuições" demagógicas, como é o caso desses computadores que andam a dar nas escolas, e uns "cheques" estilo dentista e afins. Porque dar tudo a todos, é uma coisa que os socialistas muito apregoam, mas não conseguem fazer. Excepto talvez o empobrecimento geral, mas mesmo nisso há uns que se vão governando com robalos e outros peixes.
Depois de um curto interregno, os mesmos do Largo do Rato voltaram, com as mesmas ideias e com o mesmo estilo: daremos tudo a todos, gastaremos o que não temos, e endividaremos o país mais três gerações. As duas últimas cumpriram, e continuam a cumprir, até que alguém feche a torneira. Da primeira, fizeram umas "distribuições" demagógicas, como é o caso desses computadores que andam a dar nas escolas, e uns "cheques" estilo dentista e afins. Porque dar tudo a todos, é uma coisa que os socialistas muito apregoam, mas não conseguem fazer. Excepto talvez o empobrecimento geral, mas mesmo nisso há uns que se vão governando com robalos e outros peixes.
Chegado a este ponto, o que faz o primeiro-ministro? Continua apregoar "investimento público", de rentabilidade duvidosa, mais dívida, e mais betão. Precisamente a política que levou Portugal até este ponto. Cada vez fica mais patente que o Governo é liderado por um irresponsável, que não faz a menor ideia do que está a fazer, e que só sabe governar de forma demagógica, com "anúncios" e "soud bites" para português ver.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
A gripe A ao serviço da propaganda
A Gripe A está a dar um enorme jeito a Ana Jorge. Por um lado, porque assim não tem de falar de mais nada, e por outro, porque como os casos são poucos, a ministra parece estar a fazer um brilharete. Quase todos os dias vai à televisão relatar, doente a doente, a situação clínica, quantos espirros deu e quantas aspirinas tomou. É praticamente o único problema em que um membro do governo aparece a dar conta da situação. Precisamente porque não é um problema, é um meio barato de propaganda.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Medina Carreira: " O Novas Oportunidades é uma trafulhice e uma aldrabice."
Medina Carreira, falando na tertúlia 125 minutos que decorreu ontem no Casino da figueira da Foz, arrasou com a política educativa do Governo. Disse que a educação em Portugal é uma miséria, que as escolas produzem analfabetos, que programas como o "Novas Oportunidades" são uma trafulhice e uma aldrabice, e que os alunos não sabem nada. Defendeu ainda um regime educativo “exigente, onde se aprenda, porque os empresários querem gente que saiba”.
Questionado sobre a avaliação de professores, classificou-a como sendo uma "burrice". "Se você não avalia os alunos, como vai avaliar os professores?”, inquiriu.
Questionado sobre a avaliação de professores, classificou-a como sendo uma "burrice". "Se você não avalia os alunos, como vai avaliar os professores?”, inquiriu.
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Portugal
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Aquelas que tinham sido postas em ordem
Não houve Governo que mentisse tanto, em matéria de finanças públicas, como este. Não assume responsabilidades por nada, e atribui constantemente as culpas à crise internacional. Pior que isso, qualquer melhoria que haja, por mais insignificante que seja, é invariavelmente decretado como obra sua. Pelo meio, continua com a propaganda política, debitando frases que não querem dizer rigorosamente nada: “as medidas de estímulo orçamental em Portugal se dirigem também à resolução dos problemas estruturais do país”; o Governo continua “firmemente empenhado em prosseguir com as reformas que potenciarão o crescimento económico”; e o Governo está empenhado “em criar condições para uma recuperação sustentada da actividade económica e financeira que permita, o mais depressa possível, começar a retirar de forma faseada as medidas extraordinárias anti-crise e assim retomar o caminho da sustentabilidade das finanças públicas”.
O passo seguinte será passar as culpas para a Oposição. Sim, porque entretanto a crise internacional há-de passar, e essa desculpa terá de ser abandonada. Como o Governo de Sócrates nunca é culpado de nada, passará a ser a Oposição a responsável pelo desastre.
O passo seguinte será passar as culpas para a Oposição. Sim, porque entretanto a crise internacional há-de passar, e essa desculpa terá de ser abandonada. Como o Governo de Sócrates nunca é culpado de nada, passará a ser a Oposição a responsável pelo desastre.
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Mentirosos
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Livni: "A Europa não tem de tomar partido na questão de Jerusalém"

De visita a Paris, Tzipi Livni encontrou-se hoje com o presidente francês Nicolas Sarkozy. No encontro foram debatidas as questões regionais do Médio Oriente, nomeadamente o processo de paz com os palestinianos e a questão nuclear iraniana. A líder da oposição israelita informou Sarkozy do seu profundo desacordo com uma proposta de resolução, apresentada pela presidência sueca da UE, que reconheceria Jerusalém Oriental como capital de um futuro estado palestiniano. Livni realçou que não compete à Europa tomar partido nesta questão, e apelou à França que não aceite a proposta da Suécia.
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Sound bite do dia
"Governo propõe aumento do salário mínimo para 475 euros"
Uma simples frase revela toda a essência do governo socialista: não fala, nem toca nos grandes problemas do país; só fala de coisas fáceis e agradáveis, transformando-as em anúncios ou "propostas"; anuncia várias vezes as mesmas medidas, principalmente as que são populares; e adora decretar aumentos que serão pagos com o dinheiro dos outros .
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Confrontos
Violentos confrontos entre a polícia e moradores ocorreram hoje por toda a Judeia e Samaria. Em resposta ao congelamento das construções, decretado pelo governo de Netanyahu, centenas de habitantes de várias localidades tentaram impedir a entrada dos inspectores que pretendiam verificar a paragem das obras. A polícia teve intervir, e usar a força, para romper os bloqueios. Alguns moradores foram presos, incluindo o presidente da Câmara de Beit-Aryeh Ofarim.Numa tentativa de apaziguamento, o ministro da defesa, Ehud Barak, suavizou os termos do congelamento, deixando de fora algumas pequenas obras, e o primeiro-ministro Netanyahu irá reunir-se amanhã com autarcas da zona congelada, de forma a fazer algumas ofertas governamentais para essas localidades.
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Israel
A UNICEF relata que...
... a subnutrição infantil nos territórios palestinianos atinge 10% das crianças. Um resultado surpreendente e muito melhor do que o verificado nos outros países árabes, alguns deles incrivelmente mais ricos:
Líbano - 11%Jordânia - 12%
Omã - 13%
Emirados Árabes Unidos - 17%
Arábia Saudita - 20%
Kuwait - 24%
Iraque - 26%
Síria - 28%
Egipto - 29%
Iémen - 58%
Tunísia : 6%
Qatar : 10%
Bahreïn : 12%
Argélia : 15%
Líbia : 17%
Marrocos : 36%
Qatar : 10%
Bahreïn : 12%
Argélia : 15%
Líbia : 17%
Marrocos : 36%
Este relatório deita por terra o discurso do "gueto" e dos "campos de concentração palestinianos".
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Palestinianos
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Construção cai 28%
O número de novas habitações caiu 27,6% na Judeia e Samaria, informou o Comité Central de Estatísticas de Israel. Segundo o referido comité, entre Janeiro e Setembro de 2008 deu-se início à construção de 1654 novas casas, enquanto que no mesmo período de 2009 esse número foi de 1198. Esta descida poderá indiciar que a Judeia e a Samaria estão a ficar menos atractivas para os israelitas.
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Israel
Inocentes e de consciência tranquila
Cada vez que alguma figura importante é apanhada, por distracção, nas malhas da justiça, começa uma telenovela nos noticiários. O guião é sempre o mesmo. Os alegados corruptos declaram-se, invariavelmente, inocentes e de "consciência tranquila". Depois, com o passar do tempo, dizem-se "frustrados" porque os juízes não os compreendem e não guiam o processo como lhes dá jeito. Por fim, ainda têm tempo para acusar a justiça de os julgar na praça pública. Logo a eles que nunca, nunca, nunca fazem declarações aos jornalistas à porta dos tribunais.
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