segunda-feira, 31 de outubro de 2011

E os túneis de Rafah serão Património da Humanidade

A Palestina foi admitida na UNESCO. Apesar de o pedido ter sido feito pela Palestina administrada pela AP, a Palestina ocupada pelo Hamas também está incluída - que é o mesmo que dizer que a Faixa de Gaza aderiu à UNESCO. Por isso não vai demorar muito para que o politicamente correcto considere  os túneis de contrabando de Rafah como Património da Humanidade. E quem diz os túneis, diz os mísseis Qassan, os Katyusha e os Grad, ou ainda a piscina olímpica, o centro cultural e os restaurantes de luxo. Estes últimos de certeza que farão as delícias do pessoal destacado pela UNESCO.

8 comentários:

Aliazs disse...

Um anti-ácido talvez te cure essa azia.

David Levy disse...

Azia deve ter você, que não consegue ler nada que fuja ao pensamento dominante.

Aliazs disse...

Pensamento dominante? EsperaVA-SE melhores argumentos do que contrapor túneis, piscinas e restaurantes. Pela mesma cartilha, os seus amigos do BORDEL DO CAPITÓLIO, e das alcofas da AIPAC, tratarão de lhe dar apoio moral.

David Levy disse...

Tem aqui os argumentos:

http://lisboa-telaviv.blogspot.com/2011/09/por-que-nao-deve-ser-reconhecido-o.html

Sérgio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

E os DVDs, banda desenhada, filmes, escolas militarizadas, meninos e meninas todas armadas e veneradas, etc, poderão começar a constituir exemplo, utilizados como propaganda e venerados. Viva a Unesco!

Aliazs disse...

Sérgio: e se não forem esquerdistas? Os desempregados auferem, segundo o seu raciocínio, injustamente o subsídio a que tem direito? Denuncie! As sessões de espiritismo andam a fazer-lhe mal à moleirinha. Lá diz o ditado, e bem, que «vozes de burro não chegam ao Céu».

mil disse...

Vejamos, património na faixa de Gaza: ruinas romanas e castelos cruzados. Árabe? népias.

Aliás se forem por toda a zona, encontrarão muito pouco de 636 a 1948. E o pouco resulta da pilhagem dos monumentos anteriores. É como a mesquita de Córdova, não tem peças, ou operários árabes.