domingo, 4 de setembro de 2011

Israel: a menor taxa de desemprego dos últimos 28 anos

A taxa de desemprego em Israel caiu para 5,5% no segundo trimestre de 2011, um descida face aos 6% verificados no primeiro trimestre. Esta taxa é a mais baixa dos últimos 28 anos e corresponde a um total de 175 mil pessoas sem trabalho. Um facto aparentemente contraditório com a onda de protestos que tem varrido o país e que ontem juntou mais de 400 mil pessoas em manifestações. Os contestatários alegam que muitos dos empregos são remunerados pelo salário minimo e que as taxas oficiais não reflectem o desemprego real existente entre os árabes e os judeus haredim.

5 comentários:

Anónimo disse...

O pessoal está lá à rasca e este a dizer que está tudo bem.

Como na Coreia do Norte, certamente...

David Levy disse...

Eu não disse que estava tudo bem. Não leu a posta? Não leu o que dizem os contestatários? Não leu em quais dos grupos há mais desemprego?

Os seus comentários, para além de mal educados, são os típicos comentários feitos apenas para mandar a baixo. Não consegue escrever melhor que isso?

zé sequeira disse...

Caro David Levy
Já tinha passado vagamente pelo seu blogue, sempre à boleia do "Portugal dos Pequeninos". Comecei a vir regularmente e não me arrependo. Embora, como é notório, nem sempre concorde consigo, acho que o modo como "posta" e responde a quem comenta, desde que o faça com educação e argumentos válidos, é garante de discussões interessantes, especialmente sobre os temas actuais e passados, relacionados com a zona do mundo normalmente designada por Médio, Oriente, muito - mas mesmo muito - importantes para o futuro, especialmente das duas (ou três) margens do Mediterrâneo.
Cumprimentos
josé sequeira

David Levy disse...

Caro José Sequeira,

Obrigado pelas suas visitas e pelos seus comentários. E esteja sempre à vontade para discordar.

Cirrus disse...

Pode não ser forçosamente contraditório. O facto de se estar empregado não confere automaticamente uma existência desafogada. Lá como cá, há famílias que, resultado de salários muito baixos, não têm vida fácil. O problema jovem põe-se igualmentes em termos de expectativas e não apenas da existência de emprego. Lá como cá... Com a agravante de que cá não nadamos em empregos.