domingo, 6 de fevereiro de 2011

Hamas desmente a extrema-esquerda & 1000º post

O grupo terrorista Hamas, no poder na Faixa de Gaza, procedeu ao encerramento da fronteira com o Egipto porque os funcionários egípcios abandonam os seus postos devido às manifestações em curso no país. De imediato os habitantes da Faixa começaram a acumular gasolina e alimentos devido a receios de escassez. Possibilidade desmentida pelo Ministério da Economia do Hamas, que declarou que: "Há gasolina suficiente nas bombas e suficiente comida. Apelamos à população para que não se preocupe".
Afinal na Faixa de Gaza, o maior 'campo de concentração a céu aberto' do Mundo, vítima inocente do pérfido e hediondo bloqueio sionista, onde reina a fome, a miséria e a privação, existe comida em abundância e combustível a rodos.
Com este excedente alimentar não é de estranhar que se encerrem postos fronteiriços. O que é estranho é a extrema-esquerda palestinianista continuar a bradar que se vive um Holocausto na Faixa de Gaza. Talvez agora, com estas declarações dos seus amigos do Hamas, se convençam que têm andado enganados.
Este post é o milésimo do Lisboa - Tel Aviv. 

11 comentários:

Anónimo disse...

Tenha respeito pelos palestinos que estão naquele campo de concentração.

Não goze com a situação.

Seria o mesmo que contar anedotas sobre judeus em Birkenau!

David Levy disse...

O Caro anónimo ainda não percebeu que Gaza apenas tem um problema: está ocupada pelo Hamas.

Eu não contei anedota nenhuma, nem gozei com ninguém, apenas relatei o que o Hamas relatou: que há comida ecombustível em Gaza. E isso é mais uma prova que a gritaria que vocês fazem em torno da situação no território, não passa de uma invenção.

O caro anónimo é que deveria ter vergonha em comparar Birkenau com Gaza.

fiat lux disse...

Pois, agora o problema é estar ocupada pelo Hamas. E antes?

David Levy disse...

Antes estava sob ocupação por Israel. E agora já não está. E há quem critique isso. Não eu, mas percebo esse ponto de vista: Israel saiu e entrou o Hamas.

fiat lux disse...

O Hamas foi eleito pelos palestinianos da Faixa de Gaza. Israel elege quem lhe apetece. Alguém já decidiu bombardear e guetizar Israel por ter escolhido o inenarrável Bibi?

LGF disse...

Curiosamente, em Birkenau, os judeus não andavam entretidos a atirar rockets aos alemães...

David Levy disse...

Por acaso nem foi o Likud que ficou em 1º lugar...
Gaza pode eleger quem lhe apetecer, mas depois sofre as consequências. Se continuarem a votar em gente que quer aniquilar o vizinho, e que não tem como estratégia uma solução de 2 estados, depois não se queixem.

Apesar de não simpatizar com o PM Netanyahu, não posso deixar de reparar, e de repudiar, que para si o Hamas é mais aceitável que o Likud. Com critérios desses, não há grande solução para esta conversa.

fiat lux disse...

Pois não, não há grande solução, mas isso é uma decisão unilateral sua. Porque solução mesmo seria poder dizer-se em espelho: Israel pode eleger quem lhe apetecer, mas depois sofre as consequências.

Hoje o Loureiro dos Santos até me pareceu bastante inclinado a dizer isso: ou Israel atina ou qualquer dia é tarde para os israelitas.

LGF, enganou-se e colou o cartaz da outra campanha. Faça a troca enquanto ninguém nota.

David Levy disse...

Mas pode-se dizer isso. Parece-me até lógico.
O que não me parece lógico é centrar todas as baterias em Israel, e ignorar completamente o Hamas. Lembra-me a nossa extrema-esquerda, sempre de dedo em riste apontado ao "imperialismo americano", mas em relação aos crimes do comunismo e do estalinismo nem uma palavra.
Mas temos de respeitar, são critérios...

David Levy disse...

Mas disse, ou pareceu-lhe inclinado?

fiat lux disse...

Não, disse mesmo, eu é que estava a fazer rodriguinhos. Disse-o literalmente e até foi descendo nos prazos. Começou por falar em 3/4 anos, depois passou para dois e acabou em um.
Pode ver depois na RTP. Eu vou fazer o mesmo porque não apanhei a 1ª metade.

Ele não centrou todas as baterias em Israel assim como ninguém (tirando os das pontas) o faz. Israel existe, não passa pela cabeça de ninguém com juízo que se possa tirar a um país o direito de existir setenta (agora, posso?) anos depois.

Mas a ONU decidiu-se por DOIS estados, ok?