quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Há quem não saiba respeitar a farda que veste

Um exemplo de que no IDF há quem ainda não tenha percebido que um soldado deve antes de tudo respeitar a farda e as instruções da hierarquia - coisa que esta rapariga manifestamente não fez.
Quem age como ela, age mal, pois para além de  estar a desrespeitar os prisioneiros,  humilhando-os e tratando-os de forma incorrecta, está também a prejudicar a imagem de Israel e do IDF. 
O exercito israelita é o exercito mais escrutinado do mundo, tudo o que cada um dos seus 170 mil soldados fizer  de errado será amplamente divulgado e ampliado. Os inimigos de Israel não hesitarão em usar um disparate destes na guerra mediática que é cada vez mais o primeiro palco do conflito.  De tudo se valerão para deslegitimar o Estado Judeu, pelo que não chega ter razão, é preciso evitar dar tiros no pé.

10 comentários:

Anónimo disse...

Até quem em fim que vejo uma crítica suas às atrocidades do exercito de Israel.

David Levy disse...

Caro anónimo,

lamento desapontá-lo, mas o que esta rapariga fez não foi uma atrocidade. É lamentável e condenável, mas não se trata de atrocidades. Além disso, não critiquei o IDF, mas sim o soldado em causa.

Marilu disse...

Querido amigo David, não deveriam haver críticas nem a israelenses ou palestinos,melhor seria que existisse PAZ...naquele pedaço de chão tão sofrido pela guerra. Beijocas

David Levy disse...

@ Marilu,

Pois, mas infelizmente parece que a Paz vai ter de esperar. Bj

Ramiro Marques disse...

Chamar a isto de atrocidade só por manifesto ódio a Israel que é que mais abunda no seio da nossa esquerda.
A rapariga errou, foi despedida do exército. Coisas destas acontecem em qualquer exército. Que idade a rapariga tem? Talvez uns 18 ou 19?
Os inimigos de Israel aproveitam tudo para o descredibilizar. Estão sempre prontos a desculpar os terroristas do Islão.

David Levy disse...

@ Ramiro

Chapelada pelo debate no Basfémias. Aquilo não é para todos e é altamente arriscado tentar discutir com determinadas personagens. Às vezes penso que se o fanatismo, a má educação, e a beligerância destes que estão cá em Portugal são assim, nem imagino como serão os do Hamas, do Hezbolah, e afins com que Israel tem de se defrontar todos os dias. Mas pela amostra dos comentadores do blogue Blasfémias já se pode ver como serão.

Daniel Santos disse...

concordo... uma má acção que não pode nem deve ser generalizada.

Luís Palma de Jesus disse...

uma história sobre os pormenores que fazem diferença. faltava contar o fim que depois teve - o depois é sempre o mais interessante. - e nisto o comentário do ramiro marques é decisivo.

tomara nós que todas as más acções fossem assim.

tomara nós que todas as partes em conflito, em qualquer conflito, tivessem o mesmo procedimento do IDF

Bruno disse...

Muito bem, Levy.
Abraço

Bruno Oliveira Martins

Anónimo disse...

Pelos vistos não foi suficiente o que se passou em Auschwitz........
A Senhora Eden Aberjil não deve ter familiares que conhecem bem a frase: "Arbeit macht frei"!
É pena!