sábado, 23 de julho de 2011

Seguro

A eleição de António José Seguro como secretário-geral do PS tem uma grande vantagem: manterá os socialistas largos anos na oposição. 
Cumpriram-se as profecias que anunciaram que José Sócrates estava a secar o PS. Ao fim de muitos anos de soarismo, guterrismo e socratismo, o PS fica entregue a António José Seguro, um apparatchik cinzento de uma vacuidade impressionante. Mais um exemplo de que cada partido tem o líder que merece.

2 comentários:

Cirrus disse...

Concordo.

Joaquim Simões disse...

E é assim tão seguro que ele por lá fique muitos anos? A sede de poder não se compadece com um cinzentismo tão grande. E se há partido em que a vidinha dos seus membros depende de estar no poder...