sábado, 15 de maio de 2010

Israel do passado

Reunião do governo provisório (14/5/1948 - 8/3/1949).

Na fotografia da esquerda para a direita:
Eliezer Kaplan – Ministro das Finanças (Mapai)
Yitzhak Greenboim – Ministro do Interior (Independente)
Bechor-Shalom Sheetrit – Ministro da Polícia e das Minorias (Sefardita e  Comunidades Orientais)
David Ben Gurion – Primeiro Ministro e Ministro da Defesa (Mapai)
Zeev Sherf – Secretário do Governo
Pinhas Rosen – Ministro da Justiça (Progressista)
Haim Moshe Shapira – Ministro da Imigração e da Saúde (Hapoel HaMizrachi)
Yitzhak Meir Levin – Ministro da Segurança Social (Agudat Ysrael)
Yehuda Leib Maimon – Ministro das Religiões e das Vítimas de Guerra (Mizrachi)
Peretz Bernstein – Ministro do Comercio, Indústria e Abastecimento (Sionistas Gerais)

Não visíveis:
Mordechai Bentov – Ministro do Trabalho, da Habitação e da Construção (Mapam)
Aharon Zisling – Ministro da Agricultura (Mapam)
David Remez – Ministro dos Transportes (Mapai)
Moshe Sharett – Ministro dos Negócios Estrangeiros (Mapai)

O governo provisório não tinha Ministro da Educação, a pasta só seria atribuída no 1º governo eleito (1949).

5 comentários:

Fernando disse...

Tem alguma coisa a dizer a isto? http://www.esquerda.net/content/view/16460/26/

David Levy disse...

@ Fernando

Não sei do que se trata. Vou tentar saber, não comento coisas com base em relatos do Bloco de Esquerda.

Augusto disse...

Pois é só aceita noticias vindas do governo ou da embaixada de Israel.....

Pois faz muito mal, para se formar uma opinião, devem conhecer-se as várias fontes.

Afinal a recusa da entrada de Noam Chomksy sempre sucedeu, e as versões vindas de fontes israelitas oficiais , foram bastante contraditórias.

É caso para perguntar

De que tem medo Israel....

David Levy disse...

@ Augusto

Anda um bocadinho distraído. Eu não sou pelo governo...

Diga-me você os motivos. Tem a antena aberta.

Hakime Goul Djounoubi disse...

Li a matéria (em cache).

É muitíssimo simples: cada nação tem o direito de recusar ou aceitar receber os cidadãos em seu território, ou deixá-los ou não transitar por suas fronteiras. Com tanta gente hoje em dia a argumentar contra Israel sem nem menos ter uma noção clara do que está a falar, é natural que as autoridades israelitas sintam-se ameaçadas por todos os lados. Parece que a moda é ser anti-sionista, para parecer "moderno", só que anti-sionismo é apenas mais um tipo de antissemitismo: o velho preconceito anti-judaico em novas roupagens. Infelizmente, a Europa de hoje possui poucas mentes lúcidas e esclarecidas quanto à esse ponto, sendo Pilar Rahola (de Espanha) uma louvável excepção.

Também os Estados Unidos e os diversos países membros da União Europeia desfrutam do direito que Israel tem de controlar o trânsito de indivíduos no que lhes cabe controlar, e ninguém contesta isso.

E tenho dito!