quarta-feira, 27 de maio de 2009

Foi só para contrariar uma ideia

É das desculpas mais esfarrapadas que se ouviram até hoje. Dias Loureiro sai do Conselho de Estado, para que não se julgasse que o lugar o estava a proteger, e afirma de seguida precisamente o contrário: que o lugar não o protege de nada. Então por que é que sai?
Este tipo de afirmações começa a ser usual, primeiro tomam-nos por parvos ao declararem-se de "consciência tranquila" (
esse estado de alma nacional), e que "não têm motivos para sair", depois quando as situações se tornam insustentáveis, voltam a tomar-nos por parvos, com as desculpas que dão.

4 comentários:

Franco disse...

É exatamente isso, só que o espaço de manobra é cada vez menor e as desculpas menos convincentes.

Levy disse...

Franco,

E o escrutínio é cada vez maior. Pessoas como DL só fazem o que fazem, porque tem havido uma enorme permissividade em relação a estes casos. A medida que a censura aumentar sobre estes comportamentos, este tipo de desculpas terá tendência para se tornar mais elaborado e sofisticado.

Franco disse...

Ou então ficarão cada vez mais desligados da realidade e efabularão desculpas cada vez mais inacreditáveis. Dias Loureiro fala como um mitómano e sob pressão os problemas psicológicos têm tendência a agravar-se, gerando-se confusão na mente dos enfermos.

Levy disse...

Franco,

Esse é o síndrome "Vale e Azevedo". Consta que acredita no que diz.